12de Junho,2024

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03 July 2016 Written by  João Santos, Maria Gomes e Ricardo Cordeiro

cache.a.lot #5

Sejam muito bem-vindos à quinta edição da cache.a.lot, a rubrica mensal que procura dar a conhecer tudo o que se passa no geocaching no Arquipélago dos Açores!

 

O mês de Junho fica inevitavelmente marcado pelo início do Verão e, consequentemente, pelo bom tempo e à maior possibilidade de praticar actividades ao ar-livre, como é o caso do geocaching.

 

Nesta edição, o geocacher ordep_81 apresenta-nos um artigo que descreve a participação de um grupo de geocachers açorianos no giga evento Project Glück Auf 2016.

 

Pela primeira vez, não apresentaremos a geocache em destaque, uma vez que nenhuma geocache publicada no decorrer de Junho alcançou os critérios por nós definidos. Todavia, à semelhança das edições anteriores, apresentamos o registo que, no nosso entender, mais se destacou durante este mês.

 

Por fim, relatamos os eventos que decorreram durante o passado mês, bem como apresentamos a lista de 33 geocaches publicadas nesse período.

 

Votos de uma boa leitura!

 

João Santos, Maria Luísa Gomes (schindler.team) & Ricardo Cordeiro (rjpcordeiro) 

 

 

 

Fazer geocaching, anos a fio, na mesma ilha, tem tanto de interessante, como de monótono. A sede por vezes é tal, que nos esquecemos que vivemos num local rodeado por mar, onde os geocachers e as caches não nascem como uma qualquer trepadeira e que mais cedo, ou mais tarde, acabamos por ficar a olhar para as paredes, com o mapa bem "amarelinho" como pano de fundo de um  PC ávido de ver novos logs descritos através das suas teclas.

 

 

Por esse, e por outros motivos, surgiu, no início deste ano, o desejo de fazer algo diferente. Certo dia, em conversa com o Filipe Costa (keper), este enviou-me o link de um Giga Evento, que se iria realizar lá para Junho, na Alemanha... nasceu assim o "bichinho" que foi sendo alimentado ao longo dos meses, tendo em vista essa deslocação a terras germânicas.

 

 

Eu e o Filipe tratámos logo de ver, quem podia juntar-se a nós nesta pequena loucura e logo constatámos que, para além das nossas esposas Susana e Débora, apenas o Henrique Bulcão (Wessel1985) estava disponível, pelo que foram 5 "ilhéus" que rumaram a Essen, para assistir ao maior evento de geocaching realizado na Europa em 2016.

 

 

Os dias foram passando... até que chegou o 9 de Junho, o dia da partida! Eu, a Susana e o Henrique saímos da Terceira, enquanto o Filipe e a Débora da Madeira. Aterrámos em Dusseldorf, bem perto do evento, mas antes de começar o mesmo, e já no dia 10, tivemos a oportunidade de ir até Colónia, conhecer a cidade e participar num evento  de geocachers portugueses, que também haviam vindo propositadamente para o Giga. Foram umas horas bem passadas, onde também tivemos oportunidade de visitar uma cache com mais de 3000 favoritos,  e que serviram de aperitivo para o que se iria seguir.

 

 

Chegou a hora! A primeira impressão é de grandeza, em todos os aspectos!  O local, uma antiga mina de exploração de carvão é imponente e a  quantidade de geocachers é absurda. Logo ali, a primeira singularidade. Cedo percebemos que as caches na zona do evento, seriam facilmente localizáveis, pois formava-se um aglomerado significativo de geocachers, quase que em fila, para registar o seu nome num logbook, que quanto maior fosse, melhor! TB's eram mais que muitos e por todo o lado. Nem os animais, doninhas incluídas, escapavam a ter um código em volta do pescoço, coitados! Nos carros... enfim... ainda se tentou ir tirando fotos aos códigos, mas penso que por esta hora ainda lá andávamos e o evento teria terminado antes de nós completarmos tamanha tarefa! Esta primeira noite foi, no entanto, de reencontro. Havíamos conhecido na Terceira, alguns geocachers alemães, que agora reencontramos. Foi um momento para mais tarde recordar, sem dúvida!  Entre comida e bebida, com fartura, foram passando as horas, até que surgiu a oportunidade para fazer uma multi-cache nocturna bastante aclamada, um pouco afastada do recinto, mas que justificou a nossa deslocação, tendo em conta a sua superior qualidade, fazendo jus aos mais de 2200 favoritos que possui. A Alemanha é conhecida pela qualidade das suas night-caches, e esta não desiludiu. O dia acabava assim, em beleza.

 

 

Dia 11, o evento ganhava forma em toda a sua plenitude, sucediam-se os workshops, visitas guiadas, jogos, passatempos, exposições... enfim, um sem número de actividades, que deixaram qualquer um de olhos em bico, quando ainda por cima, muitas das indicações, guia do evento incluído, apenas apresentavam-se na língua alemã. Deste dia, gostava de salientar a visita ao Museu do Ruhr, onde demos por bem empregue o nosso tempo, tendo em conta a sua qualidade e diversidade, bem como a sua vista panorâmica.

 

 

Dia 12, o último dia arrancou com o evento de despedida. Aproveitámos as últimas horas no recinto, para fazer mais algumas caches que nos tinham ficado a faltar e logo chegou a hora de ir embora, mas não sem antes de fazermos uma visita a Dusseldorf nessa mesma tarde. Gostámos da cidade e de conhecer uns geocachers irlandeses, que nos acompanharam no registo da nossa primeira WebCam Cache. Também fizemos outras excelentes caches, das quais saliento o TB Hotel do Aeroporto local. Uma verdadeira obra de arte!

 

 

Chegou o dia 13, sinónimo do regresso às nossas ilhas. Ficam as memórias de amizade, confraternização e partilha, ingredientes que estiveram sempre presentes, tornando inesquecível a nossa viagem. Fica a promessa de embarcarmos num futuro próximo, numa aventura semelhante.

 

 

Pedro Silva (ordep_81)

 

 

 teamjorgenses encontrou  Fajã do Sanguinhal

 

PARTE I

 

Já tive a oportunidade por várias vezes de acompanhar o Luís Paulo (Aventour) na Expedição à Fajã do Sanguinhal. Todos os anos ele organiza um passeio com pernoita na Fajã.

Infelizmente por uma ou outra razão nunca fui.

Em conversa com colegas (zabelita), fiquei a saber que é uma Fajã lindíssima (como viria a comprovar).

Quando no dia 8 de Maio de 2016 recebo na minha caixa do correio a notificação de uma cache nova em São Jorge, fui logo ver onde era: Fajã do Sanguinhal.

Agora não havia desculpa, tinha mesmo de lá ir. 

Uma outra curiosidade foi ver quem era o owner: David Santos 87 (por momentos pensei que tivesse sido a Aventour).

Comecei logo a fazer os planos para realizar a expedição "Há conquista da mítica Fajã do Sanguinhal".

Foram feitos alguns contatos, para reunir pessoal para lá ir, mas infelizmente os contatos não surtiram efeito.

Mas eis que encontrei uma solução. Há cerca de uma semana atrás estive no Faial onde realizei geocaching com alguns dos meus alunos do PROFIJ. Porque não tentar convidar aqueles que sempre me acompanharam e ver se me queriam acompanhar de novo, nesta grandiosa aventura.

E assim foi. Feitos novos contatos, convenci o André e o Hermínio a acompanharem-me.

No dia desta expedição, levantei-me às 5h45, para poder apanhar os meus parceiros às 6h30 (como combinado).

Às 7h estávamos a começar a aventura, após termos estacionado o cache mobile no WP de estacionamento.

Irei-me socorrer das palavras do David na descrição da cache, pois de facto foi o que vivenciamos.

 

Carro estacionado nas coordenadas indicadas a cerca de 500 metros de altitude seguimos até ao WP1 onde iniciamos a subida até aos 900 metros de altitude sempre pelo trilho marcado.Este caminho poderá ter alguma agua a correr.

 

Foi o que fizemos, acompanhados pela nossa amiga chuva, lá nos dirigimos ao WP1. Foram 2 horas sempre a levar com ela no lombo. Até os boxers ficaram molhados.

Quanto à água a correr é um facto. Não era preciso, era a lama, as pedras escorregadias.

Como vim a descobrir depois, este percurso inicial podíamos ter evitado, pois existe um portão com acesso ao trilho, um pouco mais à frente do estacionamento.

 

Após chegarmos a esse ponto mais alto do trilho começamos a descer até chegarmos ao WP2 onde uma grande pedra servirá de referência durante o caminho.Aqui a paisagem é deslumbrante, mas a descida continua pelo trilho abaixo até chegarmos aos WP3 onde temos o primeiro olhar sobre a mítica Fajã.

 

 

Uma vez chegados ao WP1, partimos para o WP2. Relativamente à paisagem deslumbrante eu acredito nas palavras do David, mas a única coisa que vimos, quer na descida, quer na subida foi nevoeiro e mais nevoeiro.

Uma vez chegados ao WP3, aí sim, uma vista de cortar a respiração: a mítica Fajã do Sanguinhal.

 

Continuamos pelo zigzag do trilho abaixo até chegarmos a uma ribeira.Após um pequeno descanso no fresco da ribeira seguimos um pouco pela mesma até ao WP4 onde se deve procurar maneira de subir ao trilho que agora se encontra na margem esquerda e continuar pelo mesmo até ao WP5 onde se encontra uma bela obra feita pelo homem, uma ponte de arco.

 

Tiradas as respetivas fotografias, lá seguimos viagem. Seguindo as indicações da cache, ao fim de algum tempo lá chegamos à Ribeira.

 


 

 

PARTE II

 

Aqui é que andamos um pouco perdidos. Ora fomos para baixo e passamos o WP4, ora viemos para cima, e passamos de novo o WP4. Paramos para assentar ideias e com calma lá conseguimos resolver o problema. Fomos de novo para o WP4 que desta vez apareceu á primeira. Talvez devido à localização do WP, o GPS andasse um pouco maluco Ou então o problema foi mesmo nosso). Encontramos o tal trilho e lá fomos para o WP5, onde nos aguardava a primeira de duas pontes que iremos encontrar (no final irei colocar a minha descrição de como abordar esta cache, acompanhado de fotos).

 

Continuamos pelo trilho abaixo e encontramos o antigo posto de leite no WP6.

Seguimos pelo trilho abaixo em direção ao WP7 e antes de chegarmos ao fim da ribeira podemos apreciar uma queda de água a nossa direita.

Já no WP6 podemos descansar, comer qualquer coisa e recuperar o folego para explorar a fajã abandonada.

 

Lá continuamos e fomos encontrar o antigo posto de leite, onde podemos observar uma cascata à nossa frente.

Estávamos a aproximar da Fajã e continuamos pois era enorme a ansiedade de chegar à mesma.

E eis que chegamos. Bonita, grandiosa, eis a Fajã do Sanguinhal.

 


 

Uma das Fajãs mais remotas da ilha de São Jorge. Esquecida desde 1980 pelo abandono da sua população, devido ao sismo de 1 de Janeiro. Os seus habitantes viviam do que a natureza lhes oferecia, pesca, agricultura e o pastoreio. Faziam deste local uma fajã auto subsistente assim como a Fajã Redonda. Estas fajãs estão localizadas na costa Norte da ilha de São Jorge, junto ao mar.Na Fajã do Sanguinhal, existiram antigamente bastantes casas habitadas. Devido ao abandono a que os donos as votaram, estão praticamente todas em ruínas. Os habitantes desta fajã criavam gado, que estava nas pastagens de altitude durante o Verão e era recolhido para a fajã no Inverno, sendo então alimentado com folhas e pequenos ramos de incenseiro colhidos nas proximidades. Para além da ribeira que faz a divisão com a fajã Redonda, corre a Ribeira do Sanguinhal em cujas poças cresce muita enguia. A água das seis fontes que aqui brotam corre até às últimas pastagens do Sanguinhal, deixando as pastagens encharcadas e sempre cheias de erva fresca.

 

 

PARTE III

 

Bela descrição de todo aquilo que encontramos nesta Fajã.

Sem dúvida alguma uma das mais remotas, senão a mais remota. Com bastantes casas, todas elas em ruínas, também se confirma.

 


 

Esquecida desde 1980 pelo abandono da população: sim. Mas eis que surge a grande surpresa.

A Fajã está de novo habitada. Temporariamente é certo, mas está habitada. E por quem perguntam vocês. Por um grupo de hippies (mais de 40). Leram bem: mais de 40. E através de conversa com eles, ficamos a saber que iam chegar mais. Mas deixo isto mais para a frente. Agora é tempo de encontrar a cache.

A partir do WP7, não liguei mais aos WPs. Cache marcada no GPS e siga. Seguimos o trilho e mais à frente vamos encontrar um trilho que continua em frente (esquerda) e outro que sobe (direita). Seguimos pelo da esquerda e fomos ter a umas casas que atravessámos e fomos ter a uma pequena lagoa. Aí não convém atravessar. Subimos os muros de pedra do lado esquerdo e fomos sempre pelo calhau, com o mar sempre do nosso lado esquerdo. Uma vez chegados à Ribeira, subimos a mesma (muito fácil) e quando chegamos à ponte subimos a mesma pelo lado direito, pois é mais fácil. Tiramos umas fotos e já estávamos perto da cache.

 

 

Subimos pela esquerda da ponte, viramos para o lado da ponte e apanhamos o trilho a esquerda da ribeira que nos leva até a cascata principal.A esquerda da cascata temos que subir um pouco para encontrar a cache, a recompensa final de todo este esforço.

 

Lemos a descrição, mas não vimos como fazê-lo. Então decidimos atravessar a ponte (se estiverem em cima da ponte, de frente para a cascata, devem continuar para o lado esquerdo) e um pouco mais à frente subimos a direito para o GZ, onde escalamos 2 pequenos muros de pedra e sem saber ficamos no mesmo patamar da cache, que a descobrimos pois estava destapada. Assim não tivemos de subir nada.

Feito o respetivo registo (FTF) e apreciado a beleza do local (com o registo fotográfico), estava na hora de partir. Quando descemos de novo a ribeira, descansamos um pouco e como tinha levado alguma comida, que não a ia comer na subida, decidi deixar a mesma com os hippies.

 


 

E aqui começa a história com os hippies parte 2.

Quando chegamos à Fajã demos logo com uma hippie portuguesa que tinha acabado de vir do SHIT PIT (ou seja, traduzindo para português o WC).

Falamos ao que vínhamos. No regresso chegamos ao acampamento (eles tem muito bem organizado: WC, zona de tendas, zona de lazer, o “circulo da amizade” e a zona de banho- cascata junto ao posto de leite) e peguei na comida e entreguei a mesma. Ficaram agradecidos e ficamos a conversar cerca de 5 minutos. Perguntei como descobriram aquela fajã e um respondeu-me que tinha sido o Universo. Perguntei como haviam lá chegado e responderam-me que alguns foram pelo trilho que fizemos, outros diretamente da Fajã da Caldeira de Santo Cristo (pelo calhau).

Convidaram-nos para tomar um café e para nos juntarmos a eles num circulo (que eu intitulei o circulo da amizade). Convidaram-nos igualmente para um almoço Vegan (que eu depois tive de explicar aos mesmos alunos o que era).

Declinamos o convite, agradecemos e partimos de novo.

Para dizer apenas que até ao WP4 (ribeira) o caminho fez-se bem.

A partir daqui foram 2 horas de sofrimento, até chegar ao WP2. Cansaço, aliado ao terreno, ao nevoeiro e algum frio que apanhamos. Por momentos pensei que não conseguia.

Mas lá chegamos, são e salvos.

Depois de tudo isto tivemos um belo almoço no Restaurante Camponês. Bela comidinha.

 


 

Para terminar quero agradecer ao André e ao Hermínio por me terem acompanhado nesta grandiosa aventura. Sem eles não tinha sido possível.

E um agradecimento especial ao David por esta maravilhosa cache (aqui fica o respetivo FAVORITO. E só dou um porque não posso dar mais).

 

 

 

 

 

 [GC6HJGJ] Meeting Graciosa Azores

Organização FTav

 2

 

O geocacher FTav, de férias na ilha Graciosa, convidou os geocachers graciosenses para um convívio junto à aerogare do Aeroporto da Graciosa.

 

O evento decorreu na manhã do dia 8 de Junho e contou com a presença de um geocacher local, tendo sido uma excelente oportunidade para conversar um pouco sobre geocaching.

 

Nota: Como é nossa prática corrente, foi solicitado ao owner do evento o envio de fotos para enriquecer a descrição do mesmo. A nossa solicitação não mereceu resposta.

 

 

 

 [GC6H7JQ] OTA FUMIGA III

Organização PALHOCOSMACHADO

 2

 

O geocacher PALHOCOSMACHADO desafiou a comunidade geocacher a participar num evento na Reserva Natural dos Ilhéus das Formigas.

 

Depois de algumas alterações na data do evento, o mesmo acabou por se realizar no dia 26 de Junho. Para além do anfitrião, apenas compareceu um geocacher neste local inóspito do Arquipélago dos Açores.

 

Nota: Como é nossa prática corrente, foi solicitado ao owner do evento o envio de fotos para enriquecer a descrição do mesmo. A nossa solicitação não mereceu resposta.

 

 

 

 [GC5T9PB] Meeting Terceira Azores

Organização FTav

 7

 

O geocacher FTav, de férias na ilha Terceira, convidou os geocachers terceirenses para uma confraternização.

 

 

O evento decorreu ao final da tarde do dia 9 de Junho e contou com a presença de alguns geocachers locais, que não perderam a oportunidade para conversar um pouco sobre as suas aventuras e desventuras no geocaching. Como habitualmente, os geocachers também aproveitaram para partilhar os códigos dos seus trackables.

 

 

 [GC6JAH4] Meu primeiro ano de Geocaching!!!

Organização Julieta Esteireiro

 9

 

A geocacher Julieta Esteireiro convidou toda a comunidade geocacher a celebrar o seu primeiro ano como praticante de geocaching.

 

 

O evento decorreu no dia 11 de Junho em Angra do Heroísmo, tendo contado com a presença de alguns geocachers locais, bem como do continente português. À mesa não faltaram momentos de boa disposição, enquanto os convivas almoçavam.

 

 

 

 [GC6HWB8] GEOTOUR AZORES - LET'S TALK ABOUT GEOCACHING V

Organização PALHOCOSMACHADO

 3

 

Com o intuito de dar a conhecer e esclarecer qualquer questão relacionada com o GeoTour Azores, o geocacher PALHOCOSMACHADO, elemento da organização do geotour, criou uma série de eventos semanais destinada, em especial, aos geocachers nacionais e estrangeiros que visitam a ilha de São Miguel.

 

 

Neste evento, que decorreu no dia 3 de Junho, para além de um geocacher local, compareceu um geocacher alemão, de férias em São Miguel, que ficou a conhecer o geotour e recebeu algumas sugestões do anfitrião sobre locais e geocaches a visitar. Também não faltou a habitual partilha de códigos de trackables.

 

 

  [GC6DFCG] WWFM XIII - São Miguel a mergulhar III

Organização mcassis

 2

 

O geocacher mcassis convidou toda a comunidade geocacher micaelense a comparecer na zona das piscinas naturais do Porto da Caloura, no dia 4 de Junho às 17h00, para participarem no evento global World Wide Flash Mob XIII. O desafio proposto consistia em todos trazerem alguma peça ou acessório de mergulho para se tirar uma foto de grupo no mar. 

 

 

Infelizmente, o anfitrião não compareceu no local do evento, pelo que enquanto uns aproveitaram para tomar um café, outros ficaram a acompanhar pelo rádio os momentos finais do Azores Airlines Rallye.

 

 

 [GC6EZWK] GeoVisita aos Açores!

Organização Sarnadinha's TeamTokayx

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Os geocachers Sarnadinha's Team  e ToKayx , de férias na ilha de São Miguel, convidaram a comunidade geocacher para uma confraternização nocturna.

 

 

O evento decorreu no dia 7 de Junho num conhecido café do centro de Ponta Delgada e contou com a presença de geocachers oriundos de várias partes do mundo, bem como locais. Sem dúvida, foi uma excelente oportunidade para trocar ideias com geocachers de realidades bem diferente da açoriana. O evento também ficou marcado pela presença de muitos e originais trackables.

 

 

 

 [GC6JBB2] GEOTOUR AZORES - LETS TALK ABOUT GEOCACHING VI

Organização PALHOCOSMACHADO

 3

 

Com o intuito de dar a conhecer e esclarecer qualquer questão relacionada com o GeoTour Azores, o geocacher PALHOCOSMACHADO, elemento da organização do geotour, criou uma série de eventos semanais destinada, em especial, aos geocachers nacionais e estrangeiros que visitam a ilha de São Miguel.

 

 

O evento decorreu no dia 17 de Junho e contou com a presença de dois geocachers locais, que aproveitaram para esclarecer algumas dúvidas com o anfitrião sobre o GeoTour Azores. Também houve lugar à partilha de códigos de diversos e bonitos trackables.

 

 

 [GC6FA3X] VI Encontro de Geocachers Fraquinhos

Organização rjpcordeiro

 8

 

O geocacher rjpcordeiro organizou mais um evento de confraternização nas Portas do Mar, em Ponta Delgada, aberto a toda a comunidade geocacher, mas dirigido em especial àqueles mais fraquinhos!

 

 

Como já é apanágio dos encontros de geocachers fraquinhos, durante todo o evento não faltou animação e bom humor, tendo os geocachers presentes aproveitado para colocar a conversa em dia e trocar conhecimentos e experiências.

 

 

 

 [GC6JWQQ] GEOTOUR AZORES - LET'S TALK ABOUT GEOCACHING VII

Organização PALHOCOSMACHADO

 5

 

Com o intuito de dar a conhecer e esclarecer qualquer questão relacionada com o GeoTour Azores, o geocacher PALHOCOSMACHADO, elemento da organização do geotour, criou uma série de eventos semanais destinada, em especial, aos geocachers nacionais e estrangeiros que visitam a ilha de São Miguel.

 

Neste evento, que decorreu no dia 24 de Junho, para além de um geocacher local, compareceram geocachers oriundos da ilha do Faial e da Holanda, a gozar férias em São Miguel, que ficaram a conhecer melhor o geotour. Também não faltou a habitual partilha de códigos de trackables.

 

Nota: Como é nossa prática corrente, foi solicitado ao owner do evento o envio de fotos para enriquecer a descrição do mesmo. A nossa solicitação não mereceu resposta.

 

 

 [GC6K3VV] "chegar a brasa à sua sardinha"

 Organização elsa/carlos

 8

 

A equipa de geocachers elsa/carlos tem sido responsável pela organização uma série de eventos, que decorrem sempre ao 28.º dia de cada mês, com o objectivo de homenagear e honrar a memória do seu saudoso amigo e geocacher JorgeBig. Para o mês de Junho, estes geocachers propuseram a toda a comunidade uma “sardinhada” nocturna na Zona de Lazer do Rosário, localizada na freguesia de Santo António.

 

 

Num final de dia e início de noite agradáveis, os geocachers presentes primeiro prepararam uma faustosa sardinhada e depois reunidos à volta da mesa degustaram o repasto, não tendo faltado a habitual boa disposição e amizade entre todos.

 

 

Esta quinta edição da cache.a.lot não teria sido possível sem a colaboração dos geocachers Cátia&Noé, elsa/carlos, Jotar&Rita Team e ordep_81. O nosso sincero agradecimento a todos eles.  

 

 

 

Abaixo são apresentadas as geocaches publicadas no Arquipélago dos Açores durante o mês de Junho de 2016.

 

    [GC6JBQJ] EC50PM RARE MINERALS AT LOMBADAS - FIRE VOLCANO(5/2)   Ribeira Grande
    [GC6KN81] EC52PM Big Rock at Ribeira Grande (3/1,5)   Ribeira Grande
    [GC6MGQV] Cemitério da Covoada (2/1,5)   Ponta Delgada
    [GC6K7CM] GEOTOUR AZORES - LETS TALK ABOUT GEOCACHING IX(1/1)   Ponta Delgada
    [GC6K7CQ] GEOTOUR AZORES LETS TALK ABOUT GEOCACHING X(1/1)   Ponta Delgada
    [GC6MH6T] GEOTOUR AZORES - LETS TALK ABOUT GEOCACHING XIII(1/1)   Vila Do Porto
    [GC6K7CY] GEOTOUR AZORES - LETS TALK ABOUT GEOCACHING XI(1/1)   Ponta Delgada
    [GC6K7D5] GEOTOUR AZORES - LETS TALK ABOUT GEOCACHING XII(1/1)   Ponta Delgada
    [GC6M9GB] Quarteto Fantástico (3/3)   Ponta Delgada
    [GC6KJQB] PT 01 Miradouro dos Aflitos (2/2)   Ponta Delgada
    [GC6KJTJ] PT 04 Miradouro dos Aflitos (2/2)   Ponta Delgada
    [GC6JW8N] A História do Helicóptero (3/3)   Ponta Delgada
    [GC6EWE9] Raciocínio lógico (3,5/1,5)   Ponta Delgada
    [GC6M8KX] Old Trees Near the Coast (1,5/1,5)   Horta
    [GC6MJ95] Pico Night Colours (1/1)   Madalena
    [GC6FE83] Gin & Tonic | Angra do Heroísmo (1/1)   Angra Do Heroísmo
    [GC6FA57] IV Gin & Tonic | Vila do Porto (1/1)   Vila do Porto
    [GC6G2TY] Ícaro (3/3)   Vila Franca Do Campo
    [GC6E4QB] Lagoa do Junco (2/2)   Praia da Vitória
    [GC6K1N1] Azores Airlines Rallye (3,5/2)   Ribeira Grande
    [GC6K6HD] Ribeira do Lameiro (1,5/4)   Ribeira Grande
    [GC6JRQ7] Açúcar (1,5/1,5)   Vila Franca Do Campo
    [GC69C7J] ℒσѵε ℬσσƘ (2/3)   Ponta Delgada
    [GC6H7T9] "Ninho" do Garajau (2/1,5)   Lagoa
    [GC6J4EG] Fonte Azores Visuais (2/2)   Ponta Delgada
    [GC6JYXX] ERMIDA DE S.JERÓNIMO (1,5/1,5)   Ponta Delgada
    [GC6JZYM] Ponte dos Flamengos (1,5/1,5)   Horta
    [GC6JVK7] Padaria (2/2)   Ponta Delgada
    [GC6JVKR] Primeiros socorros (1,5/1,5)   Ponta Delgada
    [GC6K3VV] "chegar a brasa à sua sardinha" (1/1)   Ponta Delgada
    [GC641X4] Teamjorgenses 10th Anniversary [Santa Maria] (1,5/1,5)   Vila Do Porto
    [GC6JX9M] Pisão (2/1,5)   Lagoa
    [GC6J9AX] Memorial Azores Visuais (1/2)   Ponta Delgada

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1 comment

  • Comment Link prodrive 04 July 2016 prodrive

    Mais um excelente Report! Obrigado pelo aroma dos Açores :)

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