09de Dezembro,2019

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06 June 2017 Written by 

Clã-Destinos - #4 Felgueiras | Terras do Bouro

Clã-Destinos, a rubrica trimestral que vos sugere a descoberta de caches, locais, aventuras e eventos nos distritos do Braga e Porto.

Damos as boas vindas à 4ª edição!

Depois da 3ª edição na qual nos rendemos aos encantos dos concelhos de Vila Nova de Gaia e Vila Nova de Famalicão, chegou a hora de embarcarmos numa nova viagem cheia de história, paisagem, arquitetura e claro está, muitas caches.

Relembramos que organizamos a rubrica em 3 tópicos principais: sugestão de rota ("Por ruas e ruelas"), caches de destaque ("Boua pa carago!") e eventos ("Bamos pó conbíbio"). Para os mais distraídos ou para os que pretendem recordar os objetivos destes tópicos: podem consultar a primeira edição aqui.

Às portas do Verão, com o bom tempo, já todos nós fazemos planos para usufruir de todas as atividades que esta estação nos proporcina. Vamos carregar as bicicletas, calçar os ténis, roupa confortável, as barbatanas e vamos procurar aqueles tesouros que tanto gostamos de encontrar.

Pois bem os Ventos de Norte trazem novas sugestões e desejam a todos uma boa leitura!

 

...::: POR RUAS E RUELAS :::...

ROTAS

 

Nesta 4ª Edição, sugerimos a descoberta dos concelhos de Felgueiras (Porto) e Terras e Bouro  (Braga).

 

Felgueiras (published) 158 caches

Cache com mais visitas: (tradicional-) ESTGF by QuestionMan ((found) 323)

Cache com mais favoritos: (unknown-) Antiga Pista do Rally by AT1964 ((favorite) 17)

Cache com mais fotos: (tradicional-) O Famoso Canal... by eterlusitano - GC493CT ((photo-) 40)

 

Terras de Bouro (published) 238 caches

Cache com mais visitas: (tradicional-)Lusitani: Cávado by plntrplntr ((found)1572)

Cache com mais favoritos: (tradicional-) Fenda da Calcedónia by Silvana ((favorite) 227)

Cache com mais fotos: (tradicional-) Fenda da Calcedónia by Silvana ((photo-) 1569)

 

 - DISTRITO DO PORTO -

Rota: Felgueiras com História...

 

Desta vez, fomos à descoberta de Felgueiras. Este município localiza-se na parte superior do Vale do Sousa e abrange cerca de 116 Km2, repartidos por 20 freguesias. É um dos concelhos com a população mais jovem do país e da Europa, com 58 065 habitantes (censos 2011).
É responsável por 50% da exportação nacional de calçado, por 1/3 do melhor Vinho Verde da Região e por um valioso património cultural. O património monumental do concelho é rico e diverso, sendo de realçar os que se integram na Rota do Românico do Vale do Sousa.
Os bordados são uma das mais ricas tradições do concelho, que emprega cerca de 2/3 das bordadeiras nacionais.
Os sabores autênticos da gastronomia, a frescura e intensidade dos aromas dos vinhos e o ambiente de grande animação proporcionam momentos inesquecíveis. Dando corpo a essa riqueza, foi já constituída a “Confraria do Vinho de Felgueiras”, destinada a divulgar e defender o vinho e a gastronomia felgueirenses.
Vamos mergulhar nesta aventura cheia de história!!!


1 – (multi-) MOSTEIRO DE POMBEIRO by eterlusitano

Iniciamos a nossa rota com um “pezinho” em Braga.
Esta multi tem início no distrito de Braga e leva-nos até ao majestoso Mosteiro de Pombeiro, na freguesia de Pombeiro de Ribavizela, que foi declarado Monumento Nacional a 23 de junho de 1910 e faz parte da Rota do Românico.
A mais antiga referência documental do Mosteiro é de 1099. Primeiro terá começado, durante a construção e como era habitual, a preparar o altar e depois construindo o resto da igreja e o mosteiro. Quando foram extintas as ordens religiosas em Portugal, o Mosteiro sofre uma grande devastação tendo sido pilhado e ficado sem alguns elementos, como por exemplo, pedras que foram usadas noutras construções.
A importância deste mosteiro é revelada pela sua localização, dado que ficava na interseção de duas vias primordiais da época, por isso, muitos monarcas ficavam aqui instalados durante as viagens.
O mosteiro é um exemplar da arquitetura românica, religiosa e setecentista. O portal principal é, também ele, um exemplo de escultura românica, com gravações de inspiração vegetalista, esculpidas em granito.
A frontaria do mosteiro teve um galilé onde foram sepultados nobres e alguns túmulos, em pedra, ainda permanecem no interior: são atribuídos, a um nobre da família dos Lima e o outro a D. João Afonso de Albuquerque. A capela-mor tem retábulo em talha dourada, onde se destaca a Imagem de Santa Maria Maior, e no topo do edifício está o coro-alto com cadeiral, uma rosácea, e muitos pormenores em madeira pintada, a imitar a mármore, assim como um órgão recuperado, com todos os seus pormenores de anjos e demónios.
No exterior do Mosteiro, junto do cruzeiro, está uma fonte e um curso de pedra que levava daqui a água para os campos e casas vizinhos do edifício.


2 – (tradicional-) #03 - PR1- "Caminhos Medievais" - Paço de Pombeiro by julioverne (adopted by anjomaco) 

3 – (tradicional-) #05 - PR1 - Cruzeiro de Pombeiro e Calçada Romana by julioverne (adopted by anjomaco)

Continuamos a nossa rota com passagem nestas caches, que nos dão a conhecer alguns dos pontos de interesse que fazem parte do PR1 - Caminhos Medievais.
Trata-se de um percurso relativamente curto (pouco mais de 6 km) que liga vários pontos de interesse, essencialmente monumentos religiosos e pontes históricas. No percurso encontramos monumentos, vegetação e paisagens interessantes. Passamos pelo solar da Casa das Portas, pelo Paço de Pombeiro, pelo imponente edifício do antigo seminário de Stª Teresinha, pela calçada romana e o seu cruzeiro, pelo espetacular Mosteiro de Pombeiro e o seu aqueduto, pela ponte de Vila Fria e pela ponte medieval do Arco e a sua calçada romana.
Podemos admirar o Paço de Pombeiro, cuja construção inicial data do século XVI – arquitetura residencial Manuelina rematada por ameias, o que identifica um “Paço” Senhorial. O corpo do seu alçado tem as mesmas linhas que tivera uma torre ali erguida e que fora demolida em 1610, pelo proprietário João de Melo Pereira, descendente do Comendatário de Pombeiro, D. António de Melo que ostenta na parede Sul o Brasão dos Melos.
O cruzeiro de Pombeiro é uma elegante coluna, situado na freguesia de Pombeiro e que o povo defendeu do camartelo demolidor. Destinada às procissões da Via Sacra e a comemorar  a independência, como se lê na base, assenta no largo que dá acesso à igreja e ao cemitério, sobre plataforma de quatro degraus, base quadrangular simples, fuste fino de superfície prismática, sobre a qual pousa uma esfera e desta sai uma belíssima cruz flordelizada de ferro, que teve um Cristo também de ferro. O fuste vale, sobretudo, por ser de antimonite. Este cruzeiro é Imóvel de Interesse Público.
Podemos ainda, deslumbrar-nos com o imponente Seminário de Santa Teresinha. Edifício em ruínas, de grande dimensão, onde funcionava o antigo seminário. O edifício tem uma capela integrada.


4 – (tradicional-) Casa de Oleiros - Seminário de S. José by julioverne

Agora, fazemos uma pequena paragem, neste seminário, muito bem cuidado, que é um Centro Vicentino de Evangelização (CVE).
Os Padres Vicentinos consagram-se à evangelização e à formação sobretudo através de Missões Populares e Formação de Lideres de Comunidades Cristãs - Padres e Leigos.
A redescoberta da sua vocação levou os Padres da Missão à reconstrução e requalificação do Seminário de S. José, transformando-o numa casa de pastoral e de espiritualidade ao serviço da Igreja Local e da Família Vicentina.
O Centro oferece a oportunidade de desfrutar dum excelente ambiente circundante com floresta e zona verde, onde a água corrente é abundante e, no interior, dispõe de espaços para a oração e quartos para se acomodar durante uns dias de repouso. Também tem camaratas para grupos de jovens, diversas salas e um salão para eventos e grandes reuniões.


5 – (tradicional-) Skatepark de Felgueiras  by filipemarinho8

Continuamos e aproveitamos para praticar um pouco de desporto radical…
Este parque foi inaugurado em agosto de 2013 e permite a prática de skate e bicicletas, bem como, a realização de provas do campeonato nacional. A sua construção foi mais um contributo para o desenvolvimento do concelho e para a fixação dos jovens.
É constituído por 8 rampas de variadíssimas formas e obstáculos desde as mais simples para principiantes, às mais complexas, para os veteranos mais exigentes.


6 – (tradicional-) Do melhor que se faz por cá (Parte 3) by fmarinho

Aqui podemos adoçar a boca com o magnifico pão-de-ló de Margaride.
Mesmo no centro da cidade, deslumbramos a Fábrica de Pão-de-Ló de Margaride, onde ainda funcionam os antigos fornos. Uma das mais antigas empresas de doçaria tradicional em Portugal.
Foi no início do século XVIII que uma mulher, de nome Clara Maria, principiou a fabrico deste Pão-de-Ló. Esta Fábrica de Pão-de-Ló de Margaride passou por dois outros espaços até, em 1900, se ter estabelecido nesta casa onde permanece até aos dias de hoje e onde ainda funciona em pleno a produção, tanto do Pão-de-Ló como das cavacas.
O Pão-de-ló é confecionado tal como há 100 anos atrás, mas por força do aumento de produção do doce, os velhos fornos já deixaram há muito de ser alimentados com lenha, e, gigantescas batedeiras já não são movidas pelos braços das empregadas. Do resto tudo se mantém. Na sala onde o Pão-de-Ló é fabricado chegam a estar duas dezenas de atarefados empregados a fazer um doce que pode chegar a atingir os 15 quilos. No entanto, a confeção do Pão-de-ló de Margaride é um segredo guardado a sete chaves sendo o ar tradicional e conservador da fábrica os seus maiores trunfos.
Na entrada do edifício verde destaca-se a informação “Fornecedora da Casa Real e Ducal Casa de Bragança”.
São-no efetivamente, desde 1888, mais precisamente desde o dia 5 de dezembro, data em que chegou uma carta timbrada “com as armas de Suas Altezas reais os Duques de Bragança” informando que tinham sido “concedidas as honras de fornecedora da Real e Ducal Casa de Bragança, podendo usar as armas ducais”. E é o que fazem, ainda hoje, nos embrulhos e caixas com os doces.


7 – (tradicional-) Solar de Sergude by fmarinho

Rumamos até Sendim para conhecer este solar. Foi restaurado há poucos anos pelo arquiteto Marques da Silva, mantendo muito da sua traça original. Trata-se de um solar invulgar e terá sido a mais importante e sumptuosa construção civil de Felgueiras, na transição da Idade Média para a Renascença. Conserva ainda restos do Gótico dos séculos. XIII e XIV, um escudo da monarquia e mostra claramente que foi remodelado nos séculos. XVII e XVIII, sendo evidente na fachada Norte, destacando-se nesta, uns fogões ressaltados para fora da face da parede.
O seu último proprietário, Dr. Luís Gonzaga, deixou-o para fins públicos e comunitários e, atualmente, está sob a tutela da Câmara Municipal.


8 – (unknown-) VILLA ROMANA DE SENDIM  by eterlusitano

Chegou a hora de desvendar o mistério! Ao chegar deparamo-nos com  um cenário muito interessante, uma villa romana.
Em 1992, na abertura dos alicerces para a construção de uma moradia, apareceram em Sendim, no Concelho de Felgueiras, restos de muros e abundantes vestígios de cerâmicas de tipologia romana, levando a Câmara Municipal a adquirir o terreno. A escavação arqueológica de emergência aí realizada veio revelar a existência de uma Villa Romana.
A Villa Romana, cuja escavação ainda não está terminada, revela uma planta estruturada em torno de um espaço central a céu aberto (peristilo) ladeado por dois corredores. Frente a este espaço abrir-se-ia originalmente o triclinium, pavimentado a mosaicos geométricos policromos e que constituía a divisão solene da casa, onde se tomariam as refeições e onde o "dominus" recebia os seus convidados.
Para além disso, a casa dispunha ainda de umas "termas", onde se desenvolviam os rituais do banho e massagem que os romanos tanto apreciavam e de que ainda subsiste o hipocausto de uma grande piscina.
O espólio exumado nas escavações arqueológicas é muito variado, sendo constituído por milhares de fragmentos de cerâmicas de utilização comum na cozinha e na mesa, cerâmicas de luxo, vidros, metais, moedas e bronze. Alguns potes, pratos, vasos e taças, após cuidadoso restauro, farão parte do acervo museológico que será exposto no centro da interpretação que dá apoio às ruínas.
Os dados recolhidos nas escavações arqueológicas permitem apontar para a ocupação da casa a partir da segunda metade do séc. III e durante o séc. IV. Com a chegada dos Suevos e Vândalos em 409 a casa entra em declínio, sendo abandonada e acabando destruída por um violento incêndio, provavelmente em meados do séc. V.
A continuação das escavações arqueológicas e a recuperação da Villa Romana de Sendim permitirá a toda a zona norte dispor de uma estação arqueológica de grande importância. É um imóvel de interesse público.


9 – (tradicional-) O FAMOSO CANAL...  by eterlusitano

Seguimos para um dos pontos de água mais interessantes de Felgueiras. Uma levada bastante grande que conduz a água até uma central hidroelétrica e também até ao rio bugio.
Trata-se de uma central hidroelétrica completamente operacional, a produzir energia para a rede elétrica. Tem um canal de cerca de 2,5 km, dos quais cerca de 0,5 km são em percurso subterrâneo.
Durante este percurso junto à levada podemos apreciar casas antigas em ruínas, várias comportas, desvio de águas, o túnel do rochedo, parte de uma pista de down-hill, a fonte da telha, e por fim a represa (formato piscina) onde junto a ela os visitantes deste local se banham nas suas límpidas águas, especialmente no Verão, claro.
Junto a esta represa encontra-se um tubo gigante que transporta alguma água até à central, onde depois de entrar numas turbinas, é produzida energia.
Este local tem o nome de Corvete, onde, antigamente, era conhecido pelos seus vários moinhos e moleiros ao lado das margens do rio.


10 – (tradicional-) Casa de Cabeça de Porca by fmarinho

Chegamos a mais um bonito exemplar de casa do séc. XVIII, com artístico chafariz a adornar o átrio, capela integrada no corpo do edifício, solene escadaria para a porta de entrada, coberta por um belo alpendre, sobre o qual se crava o brasão da família Mendes de Vasconcelos e quatro elegantes janelas laterais.


11 – (tradicional-) QUE VISTA BEM APARECIDA !! by eterlusitano

Começamos a subir para chegar ao miradouro no alto do Monte da Senhora Aparecida, junto à capela com o mesmo nome, que permite vista de 360 graus, sobre todo o concelho. Podemos parar e apreciar uma magnífica paisagem.


12 – (tradicional-) Porto Challenge - Felgueiras by CozinheiroT

Caminhamos para mais uma imponente construção. A Casa de Simães, na antiga Quinta da Coelha, iniciou a sua construção em 1423. Era propriedade de Gonçalo Coelho, senhor de Felgueiras e Vieira. Inicialmente, a casa não deveria apresentar elementos arquitetónicos de destaque, servindo apenas de residência aos juízes dos órfãos do concelho.
Os melhoramentos no edifício deverão ter sido introduzidos pelo primeiro donatário de Felgueiras, cargo exercido por Francisco Pinto da Cunha, alcaide de Celorico de Basto e senhor de Felgueiras, que, em 1607, adquiriu a Casa de Simães. Mais tarde, em 1613, o seu irmão, João Pinto da Cunha, então arcediago da sé de Lisboa, juntou outras propriedades e criou um vínculo de morgadio, que instituía a obrigação de os herdeiros usarem o apelido Pinto Coelho.
Na casa merecem destaque o portal principal, que exibe o brasão dos Pintos, Pereiras, Silvas e Coelhos, e o pátio com as cinco fontes, das quais quatro representam os quatro continentes conhecidos à época, mas também os quatro ramos da família: África (Pintos), Ásia (Pereiras), América (Silvas) e Europa (Coelhos). A quinta fonte tem representado um cupido. Ao longo do tempo, a casa ficou várias vezes desabitada, tendo o seu apogeu nos séculos XVII e XVIII. No século XX, a casa foi herdada de um tio pelo atual proprietário, que tinha apenas três anos.


13 – (multi-)  ENCONTRO EM CARAMOS by eterlusitano

Seguimos para visitar mais alguns monumentos religiosos e de grande beleza.
Aqui podemos apreciar a igreja conventual de Caramos. Igreja barroca de uma só nave, salientando-se nela o retábulo da capela-mor que tem belas peças de estatuária (S. Martinho e Santo Agostinho) e de talha, bem como os retábulos colaterais (um do Santo Cristo e outro de Nossa Senhora), o arco triunfal, os caixotins decorados do teto e a sua sumptuosa sacristia, em que se conservam ainda peças e pedras da igreja anterior.
Seguimos para um belo conjunto monumental de quatro cruzes que restam de um antigo calvário, ao lado duma das sete capelas dos Passos (Via Sacra), designada por Capela do Encontro, erguido logo à saída do largo da igreja conventual de Caramos.
As três cruzes da frente, com a de Cristo esculpido na do centro, representam a cena da crucifixão e a de trás é um raro Pietá de pedra, que pretende representar o inconsolável sofrimento da Mãe de Cristo, ao ver o seu filho morto, conhecida por Senhora das Angústias.


14 – (tradicional-) Quem tem boca vai a Roma by fmarinho

A presença de vias e pontes romanas é o testemunho de que esta terra se inseria numa região estratégica para os Romanos, por onde passava uma importante via Romana de Braga e Caladuno, sendo de grande importância económica para este povo. Na Idade Média, as vias e pontes romanas foram reutilizadas, e construíram-se outras, pois eram importantes para a circulação do comércio e dos povos.


15 – (unknown-) Soldado da Paz by scout99

Depois de viajarmos até aos nossos antepassados, agora é a vez de conhecermos alguns heróis da nossa atualidade.
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Lixa foi criada em 1889. Em 1890 são aprovados os seus primeiros estatutos. Como centenária, a Associação ao longo da sua existência teve um objetivo: servir as populações no combate a incêndios, inundações, socorro e transporte de sinistrados e doentes.
A Associação ao longo dos seus 112 anos de existência prestou relevantes serviços à comunidade sendo considerado de utilidade pública em 1928.
Foi condecorada com a medalha de ouro, duas estrelas pela Liga de Bombeiros de Portugal no ano 1944.
Também é de salientar que este corpo de Bombeiros tem posto do INEM há já 25 anos, sendo também apoiado pelo C.O.D.U. (Centro de Orientação de Doentes Urgentes) há já dois anos.


16 – (tradicional-) TÃO PERTO E TÃO LONGE by CozinheiroT

Partimos em busca de descanso e deparamo-nos com este magnifica parque de merendas, muito bem tratado e com frescura suficiente para podermos descansar e reforçar energias. Ótimo local para um piquenique.
Aproveitamos o descanso para ouvir a música que ilustra este parque e a qual partilhamos.
A MUSICA DO PARQUE https://www.youtube.com/watch?v=KkSiE95Ndjg


17 – (tradicional-) SÃO MAMEDE DE VILA VERDE by eterlusitano

Depois do descanso e do reforço, voltamos à rota do Românico para mais uma visita.
A Igreja de São Mamede já existia em 1220, na altura integrando o padroado do Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro. No entanto, o atual edifício corresponde a uma reforma mais tardia, já em plena época de influência gótica, apesar de recorrer ainda à construção românica.
As Inquirições de 1258 indicam que D. Mendo de Sousa instala-se no lugar de Vila Verde em 1258. A capela terá, muito provavelmente, sido erigida no século XIII.
Martim Anes e a irmã Maria Anes efetuam a doação da Quintã de Vila Verde ao Mosteiro de Pombeiro, em 20 de fevereiro de 1301.
Alguns apontamentos de frescos que ainda hoje são passíveis de serem admirados na capela-mor foram pintados, pelo Mestre Arnaus, no século XVI. Na nave é ainda visível o revestimento a reboco decorado com pinturas. O santo padroeiro era S. Mamede.
Durante muito tempo em estado de ruína, sem possuir cobertura, a Igreja sofreu as vicissitudes do abandono e das condições climatéricas. Este desleixo terá principiado após 1866, altura em que é construída uma nova igreja paroquial em Vila Verde. Em 1959 já não possuía telhado.

Diz a lendas: São Mamede tem fama de protetor do gado, daí a localização desta Igreja, numa área dedicada à pastorícia. O santo terá sido pastor e mártir da Cesareia, na Capadócia. No deserto terá construído um espaço de oração onde pregava o Evangelho aos animais selvagens. Um anjo ordenou-lhe que utilizasse o leite dos animais para fazer queijo e oferecer aos pobres.
O Imperador Aureliano perseguiu São Mamede, acabando por o condenar a ser devorado por um leopardo, um leão e um urso. Estes, contudo, recusaram atacar São Mamede e, pelo contrário, ajoelharam-se aos seus pés. Após ter sofrido martírios incontáveis, as relíquias de São Mamede foram transportadas para Itália, Alemanha e França.


18 – (tradicional-) SANTA MARIA DE AIRÃES by eterlusitano

Seguimos para mais um monumento da Rota do Românico.
O atual edifício não corresponde à data de fundação da Igreja, a qual está documentada desde 1091. Nas Inquirições de 1221 a Igreja surge como ecclesia de Araes, no Julgado de Felgueiras.
Há registos, efetuados por Francisco Craesbeeck, em 1726, da existência de uma inscrição junto ao púlpito, entretanto desaparecida, referente ao ano de 1184.
O padroado da Igreja conheceu sucessivas transferências, pertencendo à Coroa em 1394, vinculado à Ordem de Aviz. Em 1517 constituiu-se como comenda da Ordem de Cristo. No entanto, o aspeto tardio de alguns dos elementos da sua construção aponta para um edifício do final do século XIII ou mesmo do início do século XIV.
As sucessivas alterações que a Igreja foi sofrendo modificaram-lhe o caráter inicial. As remodelações sofridas entre os séculos XIII e XIV introduziram-lhe elementos arquitetónicos e gramática decorativa inspirados no gótico.
É nesta campanha que o interior da Igreja é alargado, passando para três naves. Posteriormente, o movimento barroco acrescenta à capela-mor o revestimento com painéis azulejares, o altar central e o sacrário de talha dourada.
A perceção plena da história do edifício e dos aspetos artísticos passa pela compreensão de dados relevantes, como o facto de ter sido uma importante comenda das Ordens Militares de Malta, na Época Moderna, transformando-se em igreja paroquial apenas em 1834, após a extinção das ordens religiosas em Portugal.


19 – (tradicional-) UNHÃO ROMÂNICO by eterlusitano

Continuando pela Rota do Românico. Salvador de Unhão é um importante templo religioso, refletindo a importância e o alcance do processo de povoamento da região ao longo do século XIII.
Apesar das transformações que foi recebendo ao longo do tempo, e que alteraram a construção românica, conserva-se a epígrafe que regista a Dedicação da Igreja, em 28 de janeiro de 1165. Esta inscrição constitui o mais antigo testemunho da sua história, já que as referências documentais conhecidas não são anteriores a 1220.
A inscrição comemorativa da Dedicação da Igreja é gravada depois de a parede sul estar erguida, o que permite datar essa fase da construção ou a conclusão do templo.
De modestas proporções, Unhão possui uma única nave e capela-mor retangular, cujo maior motivo de interesse reside no seu portal principal, inscrito em gablete e composto por quatro arquivoltas de arco de volta perfeita, decoradas com motivos geométricos e vegetalistas, enquadrando um tímpano preenchido com a típica cruz vazada de tradição bracarense.
Os séculos XVIII e XIX trouxeram maior riqueza ao seu interior, nomeadamente os retábulos que ladeiam o arco triunfal e o retábulo-mor, de talha dourada, denunciando a sua origem em Oitocentos.
O restauro do conjunto ocorreu nos anos 60 do século XX que, por ser tão tardio, não impôs unidade de estilo.
A Igreja possui uma imagem esculpida de Nossa Senhora do Leite, representação muito rara e, provavelmente, muito valiosa. Personagem do hagiológico, Nossa Senhora do Leite encontra-se a amamentar o Menino que transporta nos braços. Provavelmente esculpida nos séculos XIII ou XVI, esta peça tem 55 centímetros de altura, 17 de largura e 16 de profundidade.
A representação da Virgem Maria com o Menino é central na arte cristã e a imagem da Senhora do Leite encontra-se entre os mais antigos exemplos da iconografia cristã, segundo especialistas, embora menos vulgar. Assim, a importância da imagem de Nossa Senhora do Leite que se encontra nesta Igreja ganha outra relevância, em virtude da sua raridade.
As imagens da Virgem a amamentar o Menino multiplicam-se na Europa a partir do século XIII, mas já no século VI alguns artistas do Oriente a tinham representado desta forma. Mesmo depois do século XV o estilo de representação da Virgem não sofreu grandes alterações, com o Menino a surgir seminu.


20 – (tradicional-) Cruzeiro do Bom Jesus by J.C.R TEAM

Continuamos envoltos em monumentos e implantado junto ao Santuário do Bom Jesus de Barrosas, podemos observar o cruzeiro, parte integrante das cerimónias religiosas que se realizavam no santuário, nomeadamente das procissões que envolviam o cruzeiro no seu percurso.
Artística Peça de Arte, assente no largo do seu nome, implantado junto ao Santuário do Bom Jesus de Barrosas, o cruzeiro com a mesma invocação constituía não apenas um sinal de fé, mas é também parte integrante das cerimónias religiosas que se realizavam no santuário, nomeadamente das procissões que envolvem o cruzeiro no seu percurso. Por exemplo, a romaria do Espírito Santo, realizada em Maio é uma das festas mais concorridas da região.
 Ao contrário de muitos outros cruzeiros que se caracterizam pela depuração das suas linhas, o do Bom Jesus de Barrosas pauta-se por uma enorme carga decorativa e pelo grande valor escultórico de todos os seus elementos. Sobre a plataforma de quatro degraus, ergue-se o plinto de secção quadrada, em cujas faces são exibidas cartelas. Sobre uma delas, a data de 1724 indica, muito possivelmente, o ano da edificação do cruzeiro. A coluna, de fuste estriado, apresenta o terço inferior com motivos de pontas de diamante e é rematada por um capitel coríntio. Sobre este, uma esfera com decoração vegetalista e a cruz exibe, numa das faces, a imagem de Cristo crucificado.


21 – (tradicional-) SÃO VICENTE DE SOUSA by eterlusitano

Voltamos à Rota do Românico e encontramos mais uma igreja.
Duas inscrições na Igreja de S. Vicente de Sousa, da época românica, permitem conhecer a sua história. A inscrição comemorativa da Dedicação da Igreja encontra-se gravada na face externa da parede da nave, à direita do portal lateral norte do templo, revelando que a Igreja foi sagrada em 14 de agosto de 1214.
Como garante a inscrição, a cerimónia de Dedicação foi presidida pelo Arcebispo de Braga, D. Estêvão Soares da Silva, que ocupou o cargo entre 1212 e 1228. A dedicação foi promovida pelo prelado da Igreja, D. Fernando Raimundo. O dia 31 de agosto de 1214 coincidiu com um domingo, como era canonicamente recomendado para a realização deste tipo de cerimónia.
Já a segunda inscrição é mais antiga, de 1162, correspondendo a uma inscrição fúnebre ou comemorativa da construção de um arcossólio. A ser, de facto, uma inscrição funerária, trata-se do exemplar mais antigo registado.
Duas inscrições nas paredes da igreja patenteiam a sua antiguidade, sendo ambas do período românico e de valiosa importância para o conhecimento da história deste edifício.
A primeira é comemorativa da Dedicação da Igreja e encontra-se gravada na face externa da parede da nave, à direita do portal lateral norte do templo, indicando o ano de 1214. A cerimónia da Dedicação foi presidida por D. Estêvão Soares da Silva, Arcebispo de Braga entre 1212 e 1228.
A segunda, ainda mais antiga, é uma inscrição funerária ou comemorativa da construção de um arcossólio, datada de 1162. Esta inscrição, que culmina com uma cruz, tanto pode ser uma referência ao seu conteúdo funerário, como significar uma sigla de pedreiro. No caso de representar a primeira situação, este será o exemplar registado mais antigo de um arcossólio de função funerária.


22 – (tradicional-) Igreja de Sernande by RaquelPinto

Terminamos esta rota junto à Igreja de Sernande, pequeno templo composto por nave e capela-mor, tendo ainda incorporada a torre sineira. A torre sineira é quadrangular sem cobertura a fazer lembra uma fortificação da idade media, apenas rematada por pináculos. Sernande foi uma freguesia do concelho de Felgueiras, com 1,35km² e 941 habitantes (2011).Em tempos conhecida por São João Baptista de Sernande, fez parte do antigo concelho de Unhão. Em 1840 estava integrada no concelho de Barrosas, extinto em 30 de Junho de 1852 passando a fazer parte do concelho de Felgueiras. Foi sede de uma freguesia extinta em 2013, no âmbito da reforma administrativa nacional, passando, juntamente com Pedreira e Rande, a formar uma nova freguesia denominada União das Freguesias de Pedreira, Rande e Sernande com a sede em Pedreira.


- DISTRITO DE BRAGA -

Rota: Terras do Bouro - Lado a Lado com a Natureza

 

Bem-vindos ao concelho de Terras de Bouro.

As caches que vos propomos para o período da manhã promovem um agradável percurso pedestre, primeiro para a visita à Aldeia de Vilarinho da Furna e depois pelo Trilho da Cidade da Calcedónia que se desenvolve na freguesia de Covide.

Este trilho pedestre de pequena rota (PR) apresenta um traçado circular com uma distância de 7 Km, com previsão média de 4 horas, alertamos no entanto, para alguns traçados declivosos que elevam a sua dificuldade.

Porém o contacto ambiental e a reflexão sobre este mundo de estruturas culturais e vivências milenares, garantem que todos os visitantes gostarão.

Para o período da tarde, propomos um agradável passeio, maioritariamente, de cachemobil percorrendo alguns locais de grande atração para os visitantes, este percurso prevê cerca de 38Km rodoviário e cerca de 2 Km a pé.

 

Iremos iniciar esta fabulosa aventura junto à Barragem de Vilarinho das Furnas.

1 – (tradicional-) Uma cache na Barragem de Vilarinho das Furnas by galinhadosovosdeoiro

A barragem Vilarinho das Furnas é alimentada pelo rio Homem. Foi inaugurada em 21 de Maio de 1972, com uma altura de 94 m, situa-se na bacia hidrográfica do rio Cávado.Foi, principalmente, com a CPE/EDP que se vulgarizou a designação Vilarinho das Furnas, quando deve ser Vilarinho da Furna. É uma barragem com 385 m de coroamento e é do tipo arco.

 

Aproveitamos a visita à barragem para vos sugerir, hoje, ou numa outra possibilidade, a visita à Aldeia de Vilarinho da Furna, uma breve caminhada de 45min de ida e volta.

 2 – (tradicional-) Aldeia Subaquática [Vilarinho das Furnas - Gerês] by jcr

Vilarinho das Furnas (ou Vilarinho da Furna) foi uma aldeia comunitária, situada no sopé da Serra Amarela. Em 1971, esta aldeia da margem direita do Rio Homem, viu subir as águas deste e o silêncio abraçou-a de vez.
Mas as suas memórias não se afogaram e vivem hoje nos antigos moradores e seus descendentes que a recordam com muita saudade.
Quando em períodos de seca ou quando a barragem é limpa, o nível das águas desce e aí podem ver-se perfeitamente as antigas casas, muros e caminhos
Tudo agora se resume a um conjunto de ruínas submersas que o rio, pouco a pouco, tende a camuflar.

 

De seguida, partimos rumo ao tão procurado Trilho da Cidade da Calcedónia.

Para iniciar esta caminhada pelos cantos e recantos desta fantástica cidade, sugerimos que deixem o vosso cachemobil nas coordenadas N 41 44,051 W 8 12,666.

O Trilho Cidade da Calcedónia permite uma visita ao povoado fortificado da Idade do Ferro, designado Calcedónia. Presumivelmente de ocupação romana, este local emblemático, cujo topónimo foi criado pela efabulação erudita de alguns sábios do séc. XVI, indica uma origem clássica fundada pelos Argonautas.

Este percurso, de âmbito Histórico e Paisagístico, desenvolve-se no território da freguesia de Covide e apresenta um repertório histórico-cultural distinto, pelas suas tradições comunitárias e vestígios arqueológicos.

 

 

Ao longo deste percurso são algumas as geocaches que iremos encontrar, sugerimos começar pela cache:

3 – (tradicional-) Tonel, o irmão mais alto da Calcedónia by Pedro Mac

Esta cache encontra-se muito próxima do topo da montanha de nome Tonel, esta  elevação atinge uma altitude máxima de 919 metros.

 

4 –  (earth-) Grey “t” Moby Dick by K!nder

Uma das importantes características do Gerês é a variedade de Granito existente neste Parque Natural. Esta cache é dedicada a uma rocha granítica existente no local com um formato peculiar, a forma de uma baleia.

 

5 – (tradicional-) Fenda da Calcedónia by Silvana

Um dos principais pontos de interesse deste trilho é o penedo da Calcedónia, muito conhecido pela grande fenda que o atravessa, de um lado ao outro, levando-nos ao seu topo.  

 

 Poucos sabem, contudo, que junto dele se abrigava uma povoação da Idade do Ferro, mais tarde ocupada pelos romanos.

Quando atingirem o topo da fenda eis que poderão contemplar o que de mais belo a natureza tem para nos oferecer, a paisagem é de cortar a respiração tanto quanto a subida para lá chegar.

De seguida, apenas a uma breve caminhada de distância poderão também visitar as caches 6 – (tradicional-) A Cache da Bia e do Titi by Bia e Titi e 7 – (earth-) Quartzo no PNPG / Quartz in PNPG by joom

De seguida deverão rumar de novo ao trilho e até a uma nova paragem na cache que se segue:

8 - (tradicional-) #05 Reino Fungi by edukaminho1 e reciclapc

Esta uma cache dedicada aos cogumelos que a freguesia de Convide, e não só, nos tem para presentear.

Já de regresso ao cachemobil. Sugerimos a passagem pela cache 9 – (tradicional-) Coreto Covide by Barquenses

Finalizada a caminhada que sugerimos para o período da manhã, estará já em tempo para um belo repasto, sugerimos que metam as rodas do vosso cachemobil a caminho para um local de grande referência, o Santuário de S. Bento da Porta Aberta, onde encontrarão um belo espaço para a vossa merenda.

10 - (tradicional-) [Siglas Poveiras] S. Bento da Porta Aberta by eniel & emlino

S. Bento da Porta Aberta é um importante centro religioso situado na freguesia de Rio Caldo, originou-se com a construção de uma pequena Ermida no ano de 1614. Como era normal naquela época, esta capela tinha um pequeno alpendre e as portas sempre abertas, pelo que servia de abrigo a todos os que passavam.

Com o crescimento do culto, houve a necessidade de ampliar essa construção, sendo erguido então o templo a S. Bento, numa obra que durou 15 anos, de 1880 a 1895.

Importantes alterações foram feitas, tais como a colocação de um retábulo de talha doirada a ouro brunido, bem como a colocação de painéis de azulejos, pintados que retratam passagens da vida do santo.

Com o crescente que o culto continuou a ter, em 1998 foi inaugurada uma nova cripta muito mais ampla, construída ao lado do templo do séc. XIX, obra do arquiteto Luís Cunha.

No mês de Abril, de 2015, foi concedido o título de Basílica, pela Santa sé, ao Santuário do S. Bento.

Este santuário é considerado o segundo mais visitado a título nacional.

 

Finda a visita a esta Santuário, é hora de rumar à Vila do Gerês, passando pela cache 11 – (tradicional-) Bridges of Rio Caldo by 20 ver

 

 

12 – (multi-) Vila do Gerês by Team Ferreira

Com referências históricas que remontam à época dos Romanos, conforme atestam moedas encontradas em escavações junto às nascentes termais, é no reinado de D. João V que se constroem os primeiros edifícios para banhos, constituídos por tanques de granito abrigados em guaridas em pedra - Os Poços.

Em 1888 é esta estância visitada por suas majestades D. Luiz I e D. Maria Pia, D. Carlos I, então Príncipe real e sua esposa D. Maria Amélia. Só em 1897 é iniciada a construção do primeiro Estabelecimento Termal do Gerês.

A eficácia das Águas Medicinais do Gerês aliadas à constante preocupação na modernização das suas infra-estruturas e na qualificação dos seus técnicos de balneoterapia e fisioterapia, na criação do novo Centro de Nutrição, bem como a existência de acompanhamento clínico permanente fazem do Gerês uma das Estâncias Termais mais frequentadas em Portugal.

 

Visitada a Vila do Gerês agora vamos na direção ao muito conhecido Miradouro da Pedra Bela, mas não antes sem uma breve paragem nas caches 13 – (tradicional-) Trilho – Casa Florestal da Bela Vista by LinceTrabalhador e na cache 14 – (tradicional-) Capela de Santa Eufémia | Gerês by AK team & Lucho8.

Quando seguimos em direção ao Miradouro da Pedra Bela, poderemos e devemos fazer algumas paragens, como exemplo teremos algumas das caches que fazem parte de um conjunto que levam desde a Mata de Albergaria até ao Miradouro da Pedra Bela, pelo nosso trajeto teremos então oportunidade de visitar as caches:

15 – (tradicional-) Da Albergaria à Pedra Bela VIII-Vidoeiro by Team Ferreira;

16 - (tradicional-) Da Albergaria à Pedra Bela IX-Fonte da Forja by Team Ferreira;

17 - (tradicional-) Da Albergaria à Pedra Bela XI-Fonte do Azeral by Team Ferreira;

18 - (tradicional-) Da Albergaria à Pedra Bela XII-Campo da Bola by Team Ferreira;

19 - (tradicional-) Da Albergaria à Pedra Bela XIII-F. Curral do Gaio by Team Ferreira;

20 - (tradicional-) Da Albergaria à Pedra Bela XIV-Floresta Encantada by Team Ferreira;

21 - (tradicional-) Da Albergaria à Pedra Bela XV-Natureza pura by Team Ferreira e

22 - (tradicional-) Da Albergaria à Pedra Bela XVI-Casa da Pedra Bela by Team Ferreira.

 

23 – (tradicional-) Have a Pen? [Pedra Bela – Gerês] by razalas

O Miradouro da Pedra Bela, situa-se a 800 mts de altitude e é um espelho da beleza fantástica do Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Este é um dos locais mais conhecidos do Gerês, e uma vez avistando a paisagem, percebe-se instintivamente o porquê. As montanhas, a albufeira da Caniçada, os rios que serpenteiam a serra, a confluência do Rio Cávado com o rio Caldo, a vegetação própria desta serra, ou a estonteante portela do Homem. A Pedra Bela desde sempre encantou, dizendo os antigos que foi a mão Divina que ali a colocou, como que uma peça num presépio, perfeita e imponente.

 

De seguida e para terminar a nossa aventura por alguns dos locais mais fantásticos do concelho de Terras de Bouro, sugerimos que visitem o Miradouro da Fraga Negra.

Devem estacionar o vosso cachemobil nas coordenadas N 41 43,460 W 8 10,212 e fazer uma breve caminhada de 500mts até ao miradouro.

 

24 – (tradicional-) Miradouro da Fraga Negra by razalas

Mais um belo miradouro desta serra, desta vez onde poderemos ter uma vista privilegiada. Este miradouro foi instituído em 1962 e permite-nos uma abrangência do vale do Rio Gerês a uma altitude de 575mts.

 

Visita concretizada é hora de subir um pouco mais e terminar esta nossa aventura com a visita ao Miradouro da Boneca.

Aconselhamos a estacionar o cachemobil nas coordenadas N 41 43,676 W 8 11,069 para terminar com uma caminhada de 2 Km, que compensará certamente.

 

25 – (tradicional-) Miradouro da Boneca by Teotonio

Este é um miradouro a não perder e situa-se a 750mts de altitude, um local onde poderemos vislumbrar as belas paisagens do PNPG. Alguns metros antes do miradouro, encontrámos a Fonte da Boneca onde poderemos obter água fresca. Do miradouro temos uma paisagem linda sobre a Vila do Gerês, bem como sobre a encosta vizinha onde a floresta cobre toda a montanha.

 

Assim terminamos a nossa sugestão para esta Edição de Rota “Por Ruas e Ruelas” explorando o concelho de Terras de Bouro, esperemos que desfrutem. Com o sabor a Verão, na próxima rubrica iremos propor-vos uma rota estival pelos concelhos de Esposende e Maia.

 


 

...::: BOUA PA CARAGO! :::...

Caches em Destaque

 

(tradicional-) Cascatas do Tahiti [Gerês] by hfap

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Esta geocache leva-nos a visitar uma das cascatas naturais do Gerês mais procuradas pelos turistas e visitantes da região, Cascata do Tahiti é o nome popular para a Cascata fecha de Barjas. Para chegar até esta geocache e visitar a respetiva cascata prepare-se para uma alucinante descida a pé, onde poderá encontrar uns moinhos abandonados e algumas pequenas quedas de água que formam espetaculares lagoas onde poderá refrescar-se. Muito próximo da geocache encontrará uma lagoa rodeada de areia e poderá observar uma das mais belas e maiores cascatas do Gerês. É um local a visitar e que não deverá esquecer a máquina fotográfica, pois sem dúvida poderá tirar belas e maravilhosas fotografias junto desta beleza natural. Assim consideramos uma geocache a fazer, esta nomeada dos Prémios GPS 2008, ainda hoje atrai visitantes pelo fantástico spot que acolhe.

 

(multi-) O Santo Graal by 2par

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O Santo Graal, uma geocache do tipo multi, que apela à curiosidade, nomeada para os Prémios GPS 2008, é ainda hoje um marco do geocaching na região onde se encontra. A curiosidade é despertada logo na sua listing, a qual refere com certeza de que foi descoberto por estes owners o Santo Graal, que se encontrava perdido o tempo e na história, e que fora ali deixada por um cavaleiro templário. Pois bem, sem dúvida que nos leva a um percurso de paisagem maravilhosa, no seu primeiro ponto, onde podemos visitar a Cascata do Arado, que fascina quem contempla esta maravilha da natureza. Após encontrar o primeiro ponta teremos indicação do destino a seguir, no qual paisagens e natureza não nos faltará, daí até ao ponto final será uma caminhada deliciosa mas deveras cansativa. Esta multi cache termina no Curral da Teixeira, local com aspeto bucólico encravado no vale do Rio Teixeira, o que faz com que seja um dos preferidos de muitos dos visitantes desta área protegida.

 

(tradicional-) Trilho das Eiras #20 – Pedreira by GeoPumasTeam

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Esta geocache encontra-se integrada num trilho com outras caches no Monte das Eiras. O Trilho das Eiras percorre um vasto território daquela que é a segunda maior área florestal do Município de Vila Nova de Famalicão. Ao longo do percurso conseguimos encontrar várias manchas florestais de espécies autóctones, como é o caso do carvalho e do sobreiro, que vão conferindo um carácter especial ao trilho, recordando as paisagens ancestrais do verde Minho. Se tiverem sorte, poderão ainda encontrar algumas das muitas espécies animais que por ali habitam, nomeadamente a salamandra e outros anfíbios, o esquilo e outros pequenos roedores, a raposa, o coelho bravo e uma grande variedade de répteis.

Há que destacar ainda os miradouros naturais que nos proporcionam belíssimas vistas em várias direções, já que o trilho percorre grande parte da cabeceira do monte. Em dias de céu limpo é possível avistar-se a Serra do Alvão, localizada a 60 Km de distância!

A cache, propriamente dita, trata-se de um container de carácter muito especial, sem dúvida que criatividade não faltou a estes owners, um mecanismo que quando bem idealizado nos leva a um patamar superior desta atividade. Uma geocache que aconselhamos a qualquer praticante, pois certo é que todos irão gostar.

 

(earth-) Labyrinth of Rocks by razalas

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Esta geocache convida a não esquecer a máquina fotográfica. Um GZ, com vista privilegiada sobre a cidade berço, Guimarães, um local perdido entre um verdadeiro labirinto de rochas. Além da instrutiva lição de geologia, proporciona uma aventura entre rochas e termina num fantástico miradouro improvisado mas, sem dúvida alguma, com uma paisagem de cortar a respiração. Um local que aconselhamos a visitar e onde podem apreciar o pôr-do-sol e, claro está, tirar belas fotografias. Nas redondezas poderão ainda partir à aventura na descoberta de inúmeras grutas e desfrutar das magníficas paisagens que os miradouros naturais lhe proporcionam.

 

(tradicional-) Tesouro na Ilha by InvisibleCatchers

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Uma geocache que não nos leva a paisagens fantásticas, como a anterior, no entanto prima pelo seu descaramento. Visível aos olhos de todos mas integrada no seu meio, é habitualmente um desafio dar pela sua presença. É de formato simples mas curiosa, e agrada a quem a visita. Encontra-se situada numa pequena freguesia, e junto a um “covil” de geocachers, permitindo assim presentear os que se juntam para os habituais convívios.

 

(tradicional-) Aldeias de Portugal I - Quintandona by acvs

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A aldeia de Quintandona, integrada na freguesia de Lagares, concelho de Penafiel, apresenta grandes potencialidades de desenvolvimento turístico, já que se trata de uma aldeia típica preservada, com uma beleza e arquitetura singulares, situada próximo dos grandes centros urbanos. Na verdade, a aldeia, com as suas construções em pedra de lousa e de xisto, e a paisagem agrícola e florestal que a envolve, quando “descobertas” pelas gentes urbanas das proximidades, conduziram a uma grande procura turística.

O local é deveras digno de uma visita mais demorada para podermos apreciar a tão bem arranjada beleza!

 

(tradicional-) VG - São Miguel-O-Anjo by CaXadores

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Esta cache, que foi uma das finalista de 2015 e brinda-nos com uma paisagem esplendida e um container grandioso.
O Monte de São Miguel-O-Anjo é o ponto mais alto do Concelho da Maia, situando-se numa elevação de geologia xistosa, atingindo 255 metros de altitude. O Monte encontra-se florestado com povoamentos onde domina o eucalipto. O topo do Monte é um espaço de clareira onde no ponto mais alto se encontra a Capela de São Miguel-O-Anjo, orientada a poente, com o respetivo adro que funciona como miradouro.
A romaria a São Miguel-O-Anjo no primeiro Domingo de Julho, dá nome a este monte, do qual se pode avistar os contornos do Porto, o Sameiro em Braga, a Santa Justa em Valongo, o Monte Crasto em Gondomar, e no horizonte o mar.
Diz-se que, antigamente, a festa era celebrada pelos pescadores da vila de Matosinhos para agradecer a proteção que o Anjo lhes concedia; além disso o Monte servia-lhes de ponto de referência, de farol, quando regressavam das fainas piscatórias.
Quanto ao container, o que dizer dele?! Vê-lo a abrir é um momento de magia! Cache com toque personalizado e de qualidade de excelência.
Esta é uma daquelas caches merecedoras efetivamente de destaque, pois tem tudo: local e container!
O local é bastante agradável e bem cuidado e era desconhecido, container está muito bem conseguido e totalmente enquadrado com a temática!


(tradicional-) Gravuras rupestres?!!!... em Valongo?!!! by Pirat@

(found) 323 (favorite) 112

Afinal há gravuras rupestres em Valongo!!!
Esta cache proporciona-nos uma extraordinária aventura. Paisagens incríveis, obstáculos, subidas, descidas e um logbook muito original, enquadrado na temática da cache.
Esta cache é uma ótima surpresa, pois se já valia pelo sítio, que nos permite vislumbrar paisagens de beleza singular, o logbook ainda surpreende mais. E assim se fazem gravuras rupestres para a posteridade!!!


(tradicional-) Castro de São Paio [Labruge - Vila do Conde] by protoZoa

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Esta cache leva-nos até ao Castro de São Paio, um pequeno povoado da Idade do Ferro. Foi encontrado para a comunidade científica nos anos de 1959. O Castro foi desde então objeto de inúmeras ações de caça ao tesouro, tendo em 1991 sido finalmente protegido como local de interesse arqueológico. Aí decorreram de 1993 a 1996 três campanhas de escavação que permitiram perceber um povoado naturalmente piscatório. Tratava-se de uma aldeia fortificada do primeiro milénio a.C., correspondia a uma fixação de povos do Noroeste Peninsular a que os romanos chamaram Calaicos. Joia da arqueologia nacional, o Castro de S. Paio é o único exemplar, em território nacional, em que o mar toca as defesas. Povoado de pescadores e provavelmente de produtores de sal, S. Paio foi abandonado com a chegada dos romanos.
É um local magnífico com uma paisagem soberba sobre o Atlântico. Proporciona uma caminhada maravilhosa pelos corredores de madeira, por dentro do antigo Castro e à beira mar com o cheirinho da maresia.


(tradicional-) Limite Vertical by VallislongusTeam

(found) 128 (favorite) 46

Esta cache não é para todos!! Sobre ela não há muito a dizer mas muito para sentir… Uma cache com uma grande dose de adrenalina e coragem.
Já no topo sente-se um arrepiozito só ao olhar cá para baixo e, em simultâneo, uma sensação de conquista. Aqui, é chegada a hora de contemplar as belíssimas paisagens e saborear mais uma vitória.

 


...::: BAMOS PÓ CONBÍBIO :::...

EVENTOS

 

(evento-) Pontapé de saída... é hora de Verão! by CaXadores (attended) 16

No dia 25 de março reuniram-se os geocachers para mais um evento, desta vez, um evento original que elevou o desporto com um belíssimo jogo de futebol entre geocachers. Começou com um excelente ambiente de balneário e estendeu-se à quadra de jogo com um futebol de alta qualidade e uma "afición" entusiasmada a ajudar o espetáculo. Foi um divertimento total entre todos, jogadores e assistência, que terminou com a vitória de todos os presentes.
No final do jogo, ainda houve tempo para retemperar forças com umas belas cervejas fresquinhas e um bolo muito docinho e com um logbook em modo Champions League.

 

(evento-) I Geofrancesinha folhadinha by juzita (attended) 19

No dia 18 de março reuniram-se os geocacheres, à volta de uma mesa para saborear uma maravilhosa francesinha. Ao longo do jantar foi possível partilhar experiências, sugerir novos locais de descoberta e partilhar aventuras, emoções, alegrias, enfim tudo aquilo que faz mover os geocacheres.

 

(evento-) 19 Março Dia Do Pai by Os Covinhas (attended) 17

No dia 19 de março, dia de todos os pais, os geocacheres reuniram-se para a comemoração. O owner preparou uma série de divertidos jogos tradicionais onde os pais poderam relembrar e os filhos aprender jogos de outra “época”.
Foi uma tarde bem passado na companhia de malta bem divertida, onde reinou a boa disposição. No final ainda houve prémios para os melhor preparados.

 

(evento-) Dia do Geotrabalhador by Os Malheiros (attended) 18

No dia 1 de maio, dia do trabalhador, os geocacheres reuniram-se para falar do sei hobby favorito. Não foi fácil chegar ao local mas a adesão foi em grande massa.
Foi uma tarde divertida com muitas partilhas de experiências e locais descobertos, sempre com a mesma boa disposição que caracteriza este pessoal apaixonado por “caixinhas”!

 

(evento-) 8 by Malta da boa (attended) 27

Ao oitavo dia do mês de março, eis que um evento acontecia por terras minhotas. Um evento com a finalidade de comemorar o 8º aniversário dos eventos mensais “Geocachers Meeting Point Minho”. Um momento que juntou vários geocachers locais, para soprar as velas e fatiar o temático bolo que, pois claro, não faltou nesta comemoração. Um evento que além de aniversário contaram-se peripécias e aventuras, cruzadas e desafios, de tudo que o geocaching tem de melhor, contando com a avultada participação dos amantes desta atividade.


(evento-) GetTogether @ Guimarães – Meeting by FeeDHunTeR PT  (attended) 13

Um evento mensal que se realiza na última terça-feira de cada mês, que tem como principal objetivo a partilha de experiências, convívio e diversão. Este evento não foi diferente e boa conversa não faltou, entre partilhas de experiências geocachianas e gargalhadas, decorreu o evento sem que fosse percetível o tempo passar.  

(evento-) Braga Meeting Point – Abril 2017 by //Link\\  (attended) 13

Como já é habitual, mais um evento mensal por terras minhotas. Os geocachers locais já não se enganam na data e sabem que poderão sempre contar com evento mensal. Desta vez o desafio era comparecer, fosse para rever companheiros geocachianos, beber café, discutir temáticas variadas, entre outras interessantes conversas, nada faltou em mais um evento minhoto, que já nos acostumou ao garantido bem estar.  

(evento-) Dönerstag 2017 by Joca.Sara  (attended) 2

Um já muito esperado evento anual, que se iniciou em 2007, agora comemorou 10 anos de existência, evento que se realiza sempre a uma quinta-feira. Dizem que tudo começou com um grupo de alemães que decidiram encontrar-se para deliciar um Kebab, simultaneamente em toda a Alemanha. A moda pegou e eis que agora é realizado à escala da Europa e ainda com direito a um belo souvenir. O Minho não poderia faltar nesta participação, pelo que a organização foi devidamente eficaz e garantiu que todos os participantes pudessem saborear o fabuloso Kebab entre ouras especiarias. Entre vários dedos de conversa e boa disposição, todos os participantes se deliciaram e ainda levaram para casa o desejado souvenir.          

(evento-) A Galiza… convida BRAGA by InvisibleCatchers  (attended) 6

Mais um evento onde a boa conversa, diversão e bem-estar não faltou. Foram alguns os participantes para que as temáticas fossem variadas. Como meio de promoção de um dos eventos mais esperados da Galiza, o GeoMeiga Cambados 2017, neste evento não faltaram planos e convites para a participação neste MEGA. Até o logbook foi dedicado a este evento galego, com o transporte mais místico até aos dias de hoje, uma vassoura. Houve tempo para partilhar experiências e preferências geocachianas, sempre acompanhados pela boa disposição de todos os participantes.   

 


PRÓXIMOS CONBÍBIOS:

 

BRAGA

 (evento-) 14/06/2017 - Centésimo | Meeting Point Minho by Minhotos

 

PORTO

(evento-) 08/06/2017 – Meet the Brit-Germans by scharni13

(evento-) 10/06/2017 – Portugal Medieval by Os Malheiros

(evento-) 15/06/2017 – PR 1 ST – Histórico Pré-Industrial by _The_Travellers_

(evento-) 01/07/2017 – Meet the Canadians on Canada´s Birthday by ernie&bert&elmo&grover

(evento-) 12/08/2017 – Love Love… Porto by 100espinhos

 

Assim terminamos a 4ª Edição com propostas a serem aproveitadas nos dias mais soalheiros que se aproximam.

Encontramo-nos daqui a três meses para celebrar o primeiro ano da rubrica Clã-Destinos.

Até lá, prevê-se que os Ventos de Norte sejam bem-vindos para refrescar nos dias de calor!

 

 

Agradecemos a todos a disponibilização das fotos, devidamente identificadas com o respetivo autor ou página de onde foi retirada.

Nota: Alguns termos utilizados são expressões nortenhas e palavras escritas conforme a pronunciação.



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