08de Dezembro,2019

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Ventos de Norte

Ventos de Norte

Tuesday, 05 September 2017 17:00

Clã-Destinos - #5 Esposende | Maia

Clã-Destinos, a rubrica trimestral que vos sugere a descoberta de caches, locais, aventuras e eventos nos distritos do Braga e Porto.

Damos as boas vindas à 5ª edição!

Depois da 4ª edição, vencidos pelos encantos dos concelhos de Felgueiras e Terras de Bouro, festejamos agora o 1º Aniversário desta rubrica, contemplando os concelhos de Esposende e Maia.

Com o Verão já quase a terminar e que nos presenteou com o calor e sabor a férias, claro que não se deixaram escapar os fabulosos tesouros para os amantes desta atividade.

Como comemoração do 1º Aniversário e com esperança que todos tenham tido umas boas férias, voltamos a esta rubrica para relembrar o sabor do Verão, água salgada ou doce, pé no chinelo, calção de banho, tudo o que o Verão nos traz e onde as caches não ficam esquecidas.

Os Ventos de Norte sugerem que as cachadas não fiquem para trás e desejam a todos uma boa leitura!

 

 

...::: POR RUAS E RUELAS :::...

ROTAS

 

Nesta 5ª Edição e 1º Aniversário desta rubrica, sugerimos partir à descoberta dos concelhos de Esposende (Braga) e Maia (Porto).

 

Esposende  (published) 304 caches

Cache com mais visitas: (tradicional-) Senhora da Saude by Patrol Team ( (found) 948) 

Cache com mais favoritos: (tradicional-) * Estrada Nacional 13 * by Paulo618 ( (favorite) 110) 

Cache com mais fotos: (earth-) Medieval Salt Extraction by eniel ( (photo-) 313) 

 

Maia  (published) 212 caches

Cache com mais visitas: (tradicional-) Capela de Santo António da Guarda by HRteam ( (found) 689)

Cache com mais favoritos: (tradicional-) Fidelidade by caXadores & LuckyDog ( (favorite) 87) 

Cache com mais fotos: (tradicional-) Portas de S.Pedro by tapauere(photo-) 133) 

 

 

- DISTRITO DE BRAGA -

Rota: Um Privilégio da Natureza!

 

Em modo Verão, partimos à descoberta do concelho de Esposende, delimitado a Norte pelo Rio Neiva e dividido a meio pelo Rio Cávado, este concelho divide-se em 9 freguesias.

Longe da agitação urbana, Esposende, conjuga descanso com emoção, afirmando-se como um destino de excelência, quer para uma visita, para gozo de férias ou para a prática de Geocaching.

Ao longo de 18 Km de costa há todo um território para descobrir e usufruir, entre mar, rios e monte. Seja no litoral, de belas praias e mar azul, ou no interior, verde e intenso, as paisagens são encantadoras, ora convidando ao descanso, ora desafiando à descoberta.

 

 

Sugerimos o início desta Rota apreciando uma bela caminhada matinal, com paisagens fantásticas e com a mistura de cheiro a verde e a mar.

Antes de rumarem ao ponto inicial desta caminhada sugerimos uma breve paragem na cache com mais favoritos do concelho de Esposende.

1 - (tradicional-) * Estrada Nacional 13 * by paulo618

Uma geocache que merece visita pois a todos nós acontecem imprevistos quando conduzimos, esta geocache vai treinar-nos para a resolução de um imprevisto comum. Sem dúvida muito “bem esgalhada”.

 

Sugerimos agora a subida ao Monte Castro, munidos de roupa e calçado confortável, algumas barras energéticas e água. Aconselhamos a estacionar o vosso cachemobil nas coordenadas N 41 34,843 – W 8 47,029 e daí prosseguir para o início do trilho.

O Monte Castro, mais conhecido por picotinho está situado na freguesia de Belinho e é o ponto mais alto do concelho de Esposende, com 237 mts de altitude.

O percurso é de dificuldade média e tem uma extensão de cerca de 6 Km , durante o mesmo será recompensado com belas paisagens, ora sobre o verde, ora sobre o mar e ainda com containers bastante engraçados e bem integrados.

2 - (tradicional-) #1 Caminhada Pelo Monte Castro by paulo618

3 - (tradicional-) #2 Caminhada Pelo Monte Castro by paulo618

4 - (tradicional-) #3 Caminhada Pelo Monte Castro by paulo618

5 - (tradicional-) #4 Caminhada Pelo Monte Castro by paulo618

6 - (tradicional-) #5 Caminhada Pelo Monte Castro by paulo618

7 - (tradicional-) #6 Caminhada Pelo Monte Castro by paulo618

8 - (tradicional-) #8 Caminhada Pelo Monte Castro by paulo618

9 - (tradicional-) #9 Caminhada Pelo Monte Castro by paulo618

10 - (tradicional-) #10 Caminhada Pelo Monte Castro by paulo618

11 - (tradicional-) #11 Caminhada Pelo Monte Castro by paulo618 

Antes de prosseguirmos com o percurso o trilho, sugerimos que passem o túnel e visitem a cache 12 – (tradicional-) Mamoas do Rápido [Vila Chã - Esposende] by eniel 

As Mamoas do Rápido são um monumento megalítico pertencente a um conjunto de cerca de duas dezenas concentradas no planalto da freguesia de Vila Chã.

O dólmen III do Rápido encontra-se em bom estado de conservação e integra-se num grupo de três mamoas situadas na mesma zona. Destas, é a única intervencionada até ao presente momento e apresenta no seu interior uma série de gravuras e pinturas, representativas da arte funerária megalítica.
Após a visita e respetivo log da cache deverão regressar ao trilho pelo mesmo caminho, seguindo agora para a cache 13 - (tradicional-) #12 Caminhada Pelo Monte Castro by paulo618

14 - (tradicional-) #13 Caminhada Pelo Monte Castro by paulo618

15 - (tradicional-) #14 Caminhada Pelo Monte Castro by paulo618

16 - (tradicional-) #15 Caminhada Pelo Monte Castro by paulo618

17 - (multi-) #16 Caminhada Monte Castro Homenagem aos Pedreiros by paulo618, com esta cache iniciamos uma aventura com 6 pontos muito bem desenhados e onde se confirma uma verdadeira homenagem aos pedreiros que termina em grande estilo com um fabuloso container e respetivo logbook, uma cache a não perder.

No regresso à viatura propomos a passagem na cache 18 - (tradicional-) Monte Castro-Picotinho- by patrolteam onde sugerimos que dêem uso à vossa máquina fotográfica pois estarão no topo do monte e a paisagem é de cortar a respiração.

Ainda assim, se a coragem vos restar ainda poderão visitar a cache (tradicional-) Far, far away. by Crise_ .

Após regressarem ao vosso cachemobil, façam uma curta deslocação até ao Monte da Senhora da Guia, onde uma fabulosa paisagem vos espera. Já no destino, irão encontrar a Capela da Senhora da Guia e a cache 19 – (tradicional-) Senhora da Guia [Belinho – Esposende] by paulo618.

A Capela da Senhora da Guia está situada no Alto da Senhora da Guia, local privilegiado onde se pode admirar uma imensa extensão de costa atlântica, desde S. Bartolomeu do Mar até Viana do Castelo.

A atual capela Senhora da Guia, inaugurada a 19 de Maio de 1974, terá surgido de um pequeno nicho de outros tempos. A tradição oral atribui ao Monte da Senhora da Guia lendas curiosas. Diz a tradição oral que, no século XIX, um monge habitaria uma gruta, uma cavidade natural talhada, cuja entrada se encontra junto de um enorme penedo nas proximidades da Capela. A entrada é estreita e no interior podem-se observar três imagens de Nossa Senhora.

O local é também apropriado para um farnel, se assim o entenderem, bom proveito!

Nas proximidades da capela ainda poderão visitar as caches (tradicional-) ** A Coruja ** by tico83, (tradicional-) O Caçador de Belinho by patafurdio+r@faela, (tradicional-) Freguesia de Belinho by paulo618, (tradicional-) Caminhos da Fé – 2ª Versão by Padreku4, (tradicional-) * Marco da Casa de Bragança * by paulo618.

Finalizado o percurso pedestre previsto para o período da manhã e após a merecida refeição sugerimos que a tarde seja uma exploração em modo cachemobil, onde farão cerca de 39 Km, mas não sem antes fazerem uma breve caminhada de 2,5 Km e visitarem as caches 20 - (tradicional-) ** A Aranha ** by paulo618, 21 - (tradicional-) ** A Bolota ** by paulo618 e as caches 22 - (tradicional-) # Caixa Mágica # by paulo618, 23 - (tradicional-) # Triângulo Magico # by paulo618, 24 - (tradicional-) Coelho Bravo by paulo618, 25 - (tradicional-) O Desafio by paulo618, 26 - (tradicional-) Wilson by patafurdio+rafapata, 27 - (tradicional-) O Sobreiro by paulo618, 28 - (tradicional-) O Livro dos Desejos by paulo618.

Agora sim, deverão rumar à freguesia de Antas, onde começarão por visitar 29 – (tradicional-) Menir de São Paio de Antas by paulo618.

O Menir de S. Paio de Antas, trata-se de um monumento megalítico implantado no monte sobranceiro à Igreja Paroquial de São Paio de Antas, sugerindo-se a sua cronologia entre 2000 a.C. e 3000 a.C., é em granito e apresenta uma configuração fálica e uma ligeira inclinação para sul. Tem cerca da 1,65 mts de altura.

Muito próximo poderão também visitar a 30 – (tradicional-) A Anta by paulo618, também um monumento megalítico, funerário, formado por pedras colocadas na vertical, formando uma câmara circular, sobre a qual assenta uma laje.

De seguida sugerimos a visita ao Castro de São Lourenço, um espaço histórico, onde poderão encontrar mais um tesouro.

31 – (tradicional-) Castro de São Lourenço by patafurdio+rafapata.

O Castro de São Lourenço está localizado num dos cabeços existentes na zona de Vila Chã, este povoado fortificado foi construído durante o Bronze Final, tendo sido objeto de sucessivos períodos de ocupação, quer da Idade do Ferro, como do período de romanização do nosso território, culminando com o seu reaproveitamento já em plena época medieval. Este povoado era constituído por três linhas de muralhas defensivas, em cuja área intramuros foi possível registar diversas fases de construção. As habitações apresentam planta predominantemente circular, com ou sem vestíbulo. Numa fase posterior da ocupação do povoado, estas edificações aparecem agrupadas de forma, aparentemente, "supra-familiar", em conjuntos separados entre si através da presença de muros e do desenvolvimento das diferentes estruturas em torno de um pátio centralizado e lajeado. Quanto às edificações de planta subcircular e rectangular, elas pertencem já ao período de romanização deste castro.

Depois desta visita é hora de marcar presença num miradouro de vista fabulosa sobre a aldeia de Curvos.

32 – (tradicional-) Miradouro de Curvos by ExploreCachers.

O Miradouro de Curvos foi inaugurado em 2013, mais um belíssimo local turístico da Freguesia de Curvos, para enriquecer o concelho de Esposende e a sua oferta turística. Este Miradouro torna-se mais um elemento diferenciador, que vem enriquecer a Freguesia de Curvos e oferecer aos seus visitantes paisagens ímpares.

Aconselhamos também uma breve paragem na Capela da Rateira, onde encontrarão a cache 33 – (multi-) Capela da Rateira – Curvos by rafapata + patafurdio, de pendor neoclássico.

Continuamos assim a nossa viagem agora com destino à freguesia de Palmeira de Faro, onde poderemos encontrar o Castro do Senhor dos Desamparados, assim como a cache 34 – (tradicional-) Sr. dos Desamparados by Agostinho e Sandra.

O Castro do Senhor dos Desamparados deve este curioso nome à sua utilização militar mais recente: durante as invasões francesas, nos inícios do século XIX, os habitantes das redondezas terão subido ao castro para aí oferecerem resistência aos invasores... numa alegoria ao que os vetustos construtores deste povoado terão feito aquando das invasões romanas.

A capela foi erigida no topo do castro, entre os anos de 1825 e 1826, em resposta a uma promessa feita aquando das invasões francesas. O templo está voltado a nascente, é de planta rectangular e foi todo edificado em pedra, incluindo a cobertura. Em 1976 sofreu obras de restauro.

Para finalizar a vossa aventura sugerimos terminar de forma refrescante, à beira mar, visitando assim a Apúlia através da cache 35 – (tradicional-) Observatório by patafurdio&Rafaela onde poderão contemplar o mar e tudo que vos rodeia.

Para os mais resistentes, poderão terminar com a cache 36 – (tradicional-) O Bombardeiro by Bioengineer, pois depois de um passeio de Privilégio na Natureza, eis que nada melhor de terminar de pé na areia e quem sabe ainda assistir a um maravilhoso pôr do sol!

  

- DISTRITO DO PORTO -

Rota: Desenvolvimento com história

Para esta rota, escolhemos a Maia, cidade que pertence ao distrito do Porto e que comporta uma dualidade resultante da interseção de um passado histórico com uma nova era de desenvolvimento. Por um lado, existem fortes identidades individuais de cada parte do município, derivadas de raízes culturais, históricas e religiosas milenares, principalmente nas zonas rurais, onde predomina a agricultura; Por outro, a Maia é atualmente um dos municípios mais avançados do país, com um papel importante na indústria, inovação e novas tecnologias, constituindo um exemplar de desenvolvimento económico e ambiental.
Com este percurso vamos poder apreciar essa dualidade e usufruir e ótimos espaços de lazer.

1 - (tradicional-) Welcome to Big Porto - by kidloco

Para quem chega de avião, é por aqui que deve começar!!!  Quem utilizar outro meio de transporte, também deverá começar por esta cache…
Esta cache mostra-nos o Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Este foi inaugurado a 3 de Dezembro de 1945 com um voo proveniente de Lisboa de um aparelho da Companhia de Transportes Aéreos. Nessa altura chamava-se Aeroporto de Pedras Rubras. O primeiro voo internacional teve lugar em 1956 e quatro anos mais tarde foi dado início ao serviço de voos regulares com destino a Londres.
Em 1975, dado o crescimento da procura do aeroporto, a pista foi aumentada para 3480 metros. Já em meados da década de 1980 foi inaugurado um terminal de carga. Em 1990 deu-se a inauguração da nova aerogare e na altura a designação das instalações passou de Aeroporto de Pedras Rubras para Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Foi assim homenageado o primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro, falecido a 4 de Dezembro de 1980 numa queda de avião em Lisboa quando viajava precisamente para Pedras Rubras.
Atualmente é o melhor aeroporto de Portugal em termos de espaço na aerogare. Em termos de movimentos aéreos de carga e de passageiros, é o segundo maior de Portugal. Este moderno aeroporto tem testemunhado um grande aumento de passageiros e voos, estando também os seus destinos a aumentar cada vez mais.

2 - (tradicional-) A Ponte - by Lucky?Dog

      
Aqui podemos observar uma ponte ferroviária sobre o rio Leça e a Nacional 13. Construída nos anos 30 do séc. XX. É em granito e apresenta arcos de volta perfeita. Destaca-se da envolvente, pelas suas dimensões generosas. Esta linha ia dar à antiga estação da Maia.
Quanto ao container, este é original e encontra-se bem enquadrado.


3 - (wig-) Mistério na Maia [Versão 2.1] - by AK team

Esta Wherigo pertende dar a conhecer o centro da cidade da Maia.
“Vestindo” a pele de detetive e seguindo as pistas, além de uma grande aventura, podemos desfrutar de um passeio pela cidade da Maia e conhecer alguns pontos de interesse
Encontramos a Torre Municipal de Serviços da Maia, Torre Lidador, que é uma obra emblemática deste concelho e do dinamismo das suas gentes representando o abrir de um novo ciclo de progresso e de desenvolvimento.
Tendo como objetivo primordial a instalação dos serviços municipais, a Torre é um marco determinante num processo de desenvolvimento sustentável, que não tem par no nosso país. A Torre Lidador é uma referência da cidade, com 92 metros de altura, sendo o 5º edifício mais alto do país e o mais alto fora da cidade de Lisboa.
A Torre Lidador é visível a partir de qualquer uma das dez freguesias do concelho. A Torre representa uma referência, não apenas geográfica, mas ilustrativa do desenvolvimento, de capacidade de trabalho e de espírito empreendedor. Representa a transparência e a abertura do Poder Local, a acessibilidade da Câmara Municipal da Maia perante os cidadãos. Trata-se de um espaço de trabalho aberto e transparente.


4 - (multi-) Capela Senhor dos Amarrados (Maia) - by Shugos

Esta multicache é fácil de fazer e leva-nos a conhecer uma das muitas capelas existentes neste concelho. Construída no século XX, encontra-se num jardim nas imediações da Igreja Paroquial da Maia.
Apresenta uma arquitetura religiosa de alvenaria de pedra, de planta retangular e telhado de duas águas. A sua fachada é orientada a Norte, com porta principal de moldura de pedra e frontão curvo, volutas na base e rematada por flor de Liz. A porta é ladeada por duas janelas. Apresenta uma janela em cada parede lateral. Cunhais rematados por pináculos. Interior é revestido com azulejo azul e branco e dois nichos. Teto revestido a madeira e retábulo-mor de talha neoclássica.


5 - (multi-) Viaduto - Maia Norte - by batessolas (PREMIUM)

O viaduto norte da Maia é um lugar vazio entre dois espaços ou uma ponte entre dois lugares do território do concelho: O urbano e o industrial, é uma porta da cidade que assinala um limite na organização do território.  
Este viaduto faz parte da Linha C (verde), Campanhã - ISMA. Inaugurada em 30 de Julho de 2005 até ao Fórum da Maia, em Julho de 2006 abre uma extensão até ao ISMAI com um total de 20,5 km e um tempo de viagem de 43'. Hoje em dia liga Campanhã ao ISMAI com 25 estações.
Após a sua construção tornou-se numa zona de passeio. Principalmente nas noites de verão são muitas as pessoas que por ali fazem as suas caminhadas, ao longo dos 700m de comprimento.

6 - (multi-)  TRANSFORMADOR - by Os covinhas

Esta cache é um tributo a todos os eletricistas e Engenheiros eletrotécnicos.
Os transformadores são equipamentos utilizados na transformação de valores de tensão e corrente, além de serem usados na modificação de impedâncias em circuitos elétricos. O princípio de funcionamento de um transformador é baseado nas leis de Faraday e Lenz, as leis do eletromagnetismo e da indução eletromagnética, respetivamente. Estes equipamentos possuem mais de um enrolamento, sendo que estas partes são chamadas de primário e secundário em casos de transformadores com dois enrolamentos, e em transformadores que possuem três enrolamentos, além dos dois nomes já citados, o terceiro enrolamento é denominado terciário. Existem diversos tipos de transformadores: os monofásicos, que operam no máximo em duas fases (127V-220V); os trifásicos (ou de potência), que funcionam em três fases (220V-380V-440V) e são aplicados na transformação de tensão e corrente, em que eleva-se a tensão e diminui-se a corrente, assim diminuindo a perda por Efeito Joule (perdas por sobreaquecimento nos enrolamentos); os autotransformadores, que tem o seu enrolamento secundário ligado eletricamente ao enrolamento primário e os de baixa potência, que são utilizados unicamente para diminuir impedâncias de circuitos eletrônicos e para casar impedâncias, a utilização deste tipo de transformador se dá a partir da acoplagem deste à entrada do primário de outro transformador. Além de serem classificados de acordo com o fim a ser usado, ainda existe a classificação de acordo com o núcleo. Os tipos de transformadores de acordo com o núcleo são: os de núcleo de ar, cujos enrolamentos ficam em contato com a própria atmosfera e os de núcleo ferromagnético, onde são usadas chapas de aço laminadas (no geral usam-se chapas de aço-silício, por diminuírem a perda por Corrente de Foucault ou correntes parasitas). Alguns transformadores são sensíveis a acoplamento estático nos enrolamentos, por isso eles recebem uma proteção chamada de Blindagem Eletrostática. Exemplos práticos de transformadores: Aquele transformador que você vê na rua é um típico transformador de potência trifásico, este recebe a tensão que vem da estação de distribuição, que está no nível de 13,8 KV (13800 Volts) e transforma em 127V e 220V. O transformador que você usa em casa, é um transformador monofásico, ele transforma tanto 127V em 220V como 220V em 127V. E ainda existem os transformadores usados em circuitos eletrônicos, que transformam a tensão da sua rede em tensões significativamente menores.

7 - (tradicional-) Santa Maria do Avioso - by Shugos  

Aqui podemos observar mais uma bela igreja deste concelho.
A construção desta igreja remonta ao século XVII, XVIII, tendo sido em meados de 1980 alvo de uma intervenção de alargamento. Apresenta uma fachada orientada a oeste e está organizada em dois registos separados por cornija em granito aparente e rematada por campanário composto por duas ventanas. Apresenta um revestimento a azulejo padronizado azul e branco integrando registo que flanqueiam o portal. Portal de verga curva, rematado pelo frontão interrompido sobrepujado por óculo quadrilobado. Frontão de lanços com remates de volutas ao nível da cornija. Campanário em granito aparente com dois vãos preenchidos por sinos, rematados por frontão interrompido ao centro, no qual se inscreve cruz latina.


8 - (wig-) O'World - Avioso - by Ortsac Ordnas;
9 - (multi-) Parque de Avioso - S. Pedro - by Mafarricos 
10 - (tradicional-) PORTAS DE S.PEDRO - by tapauere

Estas caches dão-nos a conhecer um lindo parque deste concelho.
Este desenvolve-se num terreno com cerca de 30 hectares, no qual se articulam diversos espaços e edifícios e encerra no seu interior a nascente da Ribeira de Avioso que, juntamente com outras linhas de água, forma a Ribeira do Arquinho, o maior afluente do Rio Leça.
Ao chegar ao Parque de Avioso - S. Pedro, os visitantes são convidados a descontrair a partir do momento em que deixam o seu veículo no parque de estacionamento, tendo este uma capacidade para 500 carros ligeiros e 5 autocarros. Apenas a alguns metros da entrada do Parque somos recebidos no Edifício de Acolhimento, discretamente inserido na paisagem. Contíguo àquele impõe-se um parque infantil moderno e original que faz a delícia dos mais novos. Por detrás do parque infantil encontramos uma zona de restaurante e cafetaria com esplanada. A partir da esplanada, somos convidados a imaginar e sentir a harmonia que povoa o parque, seja pelos arvoredos informais, típicos de uma floresta espontânea, seja pela paisagem que se adivinha avistar do cimo de uma das torres de vigia.
Os percursos estão ladeados por árvores e arbustos de variadas espécies vegetais como o carvalho, o sobreiro, o pinheiro ou o eucalipto.
Poderá ainda apreciar a paisagem desta zona, subindo a uma das torres de vigia.

11 - (multi-) Igreja de Silva Escura - V2 - by Os Infantes

A Igreja de Santa Maria de Silva Escura foi construída em 1721. É uma imponente igreja barroca que apresenta um contraste curioso, pela sobriedade decorativa do exterior em oposição à riqueza do interior.
Possui fachada de estilo Joanino e, no seu interior, destaca-se o trabalho de talha dourada, o teto pintado, o revestimento das paredes da capela-mor com azulejos revivalistas, o órgão barroco, a estatuária e a sacristia com "fonte" em pedra.
O altar-mor, em predominante estilo Rococó, ofusca com a sua belíssima talha dourada. Ladeiam-no, a imagem de Nossa Senhora da Conceição e a imagem de S. João de Deus, com o pão na mão, ambas dos finais do Séc. XVII.
O teto da nave central é ilustrado com cenas bíblicas e nos dois altares que antecedem a capela-mor, encontram-se do lado direito Nossa Senhora de Fátima, e do lado esquerdo Nossa Senhora da Conceição. Logo à entrada da Igreja, num pequeno púlpito está um pequeno órgão tubular.
À frente da Igreja existe um jardim onde se encontram dois Cruzeiros em granito. Este conjunto foi recentemente alvo de uma intervenção de recuperação.

12 - (tradicional-) Fidelidade - by caXadores

Esta cache é uma homenagem ao maior amigo do Homem, os cães.
Os cães ou cachorros (nome científico Canis lupus familiaris) são um dos animais de estimação mais populares em todo o mundo e considerados como o melhor amigo do homem. Parentes dos lobos, os cães começaram a ser domesticados há mais de 30 mil anos e está cientificamente provado que são o animal com maior capacidade de empatia para connosco, ou seja, são capazes de entender os nossos sentimentos e emoções melhor que qualquer outro animal.
Os cães são animais sociais, dotados de grande capacidade de olfato e audição, o que lhes permite desempenhar tarefas que vão muito além do animal de companhia: o cão pode ser treinado para busca e salvamento, guias de invisuais e pessoas com outros problemas de saúde ou agentes policiais. São ainda, uma ótima companhia para fazer geocaching!
O container está muito adequado ao tema e uma bonita homenagem a estes “nossos” amigos.

13 - (tradicional-) Monte de Santo António (Silva Escura) - by Shugos

Esta cache leva-nos até ao Monte de Santo António (outrora chamado monte do Calvário), miradouro em antigo local de cultos pagãos, povoado de lendas pelas populações em redor. É certamente herdeiro de práticas religiosas anteriores ao cristianismo.
É também herdeiro de uma lenda, que levou à construção de uma capela em honra de Santo António, construída pelo povo, mais ou menos a rondar o ano de 1770, no cimo do Monte do Calvário.
A Capela de Santo António, envolvida por um adro pavimentado e delimitado por muro de pedra, tem como acesso principal a escadaria virada para a Rua de Santo António, tendo no âmbito da obra de requalificação, surgido novos acessos pela Rua de João Paulo II.
Aqui, nas festas os lavradores, feirantes e criadores de gado levavam o gado ao monte de Santo António, onde este circulava a capela no sentido oposto aos ponteiros do relógio, lembrando o culto a Diana, protetora dos rebanhos e animais jovens.
Na proximidade da Capela existe um sobreiro, que pelas suas características particulares quanto ao porte, estrutura, idade e enquadramento cultural e histórico, se pretende classificar como exemplar de “Interesse Público”.
A LENDA: Era de madrugada. Um homem, lavrador, tocava os bois que puxavam um carro que transportava uma pipa de vinho. O caminho era mau, inclinado, de chão muito irregular e difícil. A certa altura o carro empinou e os mansos animais, apoiados apenas pelas patas traseiras, corriam o risco de morrer esganados. Aflito, sem nada poder fazer, o pobre homem, de imediato, lembra-se de Santo António e pede-lhe ajuda. Este, descendo calmamente a encosta, aproxima-se da iminente tragédia e, de vara na mão, dá sinal aos animais para retomarem a marcha, e o milagre acontece!
Segundo a lenda, o milagre ocorreu em meados do século XVIII. E foi em louvor de Santo António que alguém mandou erigir um nichinho no local do acontecimento, no sopé do Monte do Calvário, um caminho medieval que ligava o Porto a Braga.


14 - (tradicional-) VG - Monte São Miguel-O-Anjo – by caXadores

O Monte de São Miguel-O-Anjo é o ponto mais alto do Concelho da Maia, situando-se numa elevação de geologia xistosa, atingindo 255 metros de altitude. O Monte encontra-se florestado com povoamentos onde domina o eucalipto. O topo do Monte é um espaço de clareira onde no ponto mais alto se encontra a Capela de São Miguel-O-Anjo, orientada a poente, formada  por uma nave principal, com torre sineira do lado direito e com o respetivo adro que funciona como miradouro. A romaria a São Miguel-O-Anjo no primeiro Domingo de Julho, dá nome a este monte, do qual se pode avistar os contornos do Porto, o Sameiro em Braga, a Santa Justa em Valongo, o Monte Crasto em Gondomar, e no horizonte o mar. Diz-se que, antigamente, a festa era celebrada pelos pescadores da vila de Matosinhos para agradecer a proteção que o Anjo lhes concedia. Além disso o Monte servia-lhes de ponto de referência, de farol, quando regressavam das fainas piscatórias.

15 - (tradicional-) Igreja de Nogueira-MAIA - by JoaquimSilva e anaip

Esta Igreja Matriz é uma das mais importantes das terras maiatas. A imponência criada por um artifício arquitetónico: a frontaria de um biombo, grandioso e requintado, maior do que o interior. Na torre sineira, a data em azulejo (1929) é a da sua reconstrução, pois o templo é setecentista. No interior, bem conservado, o altar-mor possui talha extraordinária. Os tetos de caixote são bem pintados. À esquerda do altar, atenção à imagem da Senhora do Rosário, do século XVIII, e, do lado direito do arco triunfal, à expressiva Senhora das Dores. Na Igreja e no jardim lateral festeja-se em Agosto a Nossa Senhora de Fátima.

16 - (tradicional-) Porto Challenge - Maia - by Rk&Suh 

Aqui temos uma vista privilegiada sobre a cidade da Maia.
O Monte de Nossa Senhora da Hora, também conhecido pelo Monte do Calvário, é um belo miradouro que possui uma escadaria que dá acesso à Capela do Senhor dos Passos, que data de 1869. Por ter O Senhor Amarrado também se designa a Capela dos Amarrados. No interior desta capela existem curiosas imagens de cariz popular, feitas por santeiros maiatos.


17 - (tradicional-) VG - Monte de Vilar - by caXadores 

Mais um local, onde podemos deslumbrar-nos com a paisagem.
Além da magnífica paisagem, também podemos desfrutar de um belíssimo container, muito adequado ao tema.


18 - (tradicional-) Igreja de São Tiago Milheiros - by Os covinhas 

Mais uma igreja deste concelho. Igreja de planta longitudinal, nave retangular e capela-mor poligonal. Tem portal de linha reta, sobrepujado por frontão interrompido. Ao lado, encontra-se a Casa dos Milagres de Santa Luzia e a casa do pároco. Pela rua, seguem-se uma série de cruzeiros em pedra, assim como um pórtico de antiga construção.
a Igreja Paroquial - Igreja de S. Tiago - cuja construção foi iniciada em Maio de 1697 estando concluída em Novembro do mesmo ano.
A sua frontaria revestida a azulejo, é dividida em três tramos verticais demarcados por pilastras lisas de cantaria. No tramo central abre-se um amplo portal debruado a cantaria e encimado por frontão interrompido. Sobrepujando-o, um janelão mistilíneo quadrilobado e no tímpano da empena um pequeno nicho pétreo com a imagem de S. Tiago.
A empena é rematada com frontão em forma de acento circunflexo, ostentado ao centro, singela cruz pétrea. Na fachada da Igreja, nos respetivos lados, estão em azulejo pintadas, as imagens de Santa Luzia e S. Tiago. Tal como nos conta o Padre Luís Queirós, as portas da Igreja, apresentam os símbolos de S.Tiago - a espada, o livro (evangelho), o cantil de água e o bordão (peregrino); e os de Santa Luzia - a Palma (símbolo do martírio) e a Assucena (símbolo da virgindade).
A construção da torre localizada ao lado direito da Igreja, segundo o Padre Neves Cruz, foi iniciada em 1859 e acabada em 1860.
O Altar-mor é em talha (renascença pobre) lacada e dourada, com as imagens de Nossa Senhora e S. Tiago.
Localizados na Nave deparamo-nos com dois altares lateral mente colocados. São estes dedicados a Nossa Senhora do Rosário e a Santa Luzia cuja imagem, pétrea, é seiscentista, datando da mesma altura da fundação da Igreja.

19 - (tradicional-) Mosteiro de Aguas Santas -  by Os covinhas 

Localizada na bela freguesia de Águas Santas, no concelho do Maia, a Igreja de Nossa Senhora do Ó ou Mosteiro de Águas Santas, classificada como Monumento Nacional desde 1910, é um importante monumento Românico, importante por apresentar duas naves.
A Igreja faria parte de um primitivo Mosteiro paleocristão ou mesmo pré-românico, hoje em dia já desaparecido.
O edifício inicial seria de pequenas proporções, tendo sido aumentado ao longo dos séculos, reutilizando-se diversas partes, como é o caso dos capitéis tardo-romanos reutilizados no arco triunfal da capela-mor no século XII.
De facto, o templo é um dos poucos exemplos em que são adicionadas novas áreas, mantendo as anteriores, numa justaposição de estilos e influências construtivas.
No adro da Igreja encontram-se cinco sarcófagos monolíticos datados de inícios da Idade Média, tendo um deles esculpidos um brasão e uma cruz circular.


20 - (tradicional-) Parque dos Moutidos - by Coruja (PREMIUM)

O Parque Urbano de Moutidos, situado num território marcado por fortes tensões entre a malha construída recente, pequenas áreas arborizadas e outras de uso agrícola.
Os limites que configuram este grande recinto definem-se através do emprego de dois materiais distintos, respetivas técnicas construtivas e consequentes perceções sensoriais, e organizam-se em duas categorias correspondentes às duas realidades que coexistem no território: aquela que se pode caracterizar como sendo de vocação mais urbana, a que correspondem as escolas, o núcleo habitacional e toda a faixa construída adjacente à rua para a qual o parque tem frente; e uma outra que progressivamente tem vindo a perder a sua ruralidade, constituída por pequenos núcleos da de exploração agrícola e pela grande quinta que se localiza a nascente.
O recinto define-se então a partir de dois "caixilhos" articulados: a poente, ao longo da rua, assume um carácter mais urbano, como se de uma fachada se tratasse, expressando-se de um modo sólido, estático, pesado e rico em texturas e pode designar-se por "muro mineral"; a nascente, um elemento de fronteiro que se manifesta de um modo mais suave, igualmente uniforme, mas orgânico na extensão e na continuidade da paisagem e que se designa por "muro vegetal".

21 - (tradicional-) Capela de Nossa Senhora de Guadalupe - by Os covinhas

Esta capela foi construída no século XVI (1580) em honra de Nossa Senhora de Guadalupe. Em 1633 e no ano 1722 fizeram-se obras de ampliação e conservação. Em 1747, procedeu-se à elevação da torre sineira e em 1752 à construção do adro.
Em maio de 2006, todo este conjunto foi alvo de obras de conservação e restauro, preservando os frescos da vida de cristo na cúpula e nas paredes.
A história deste templo assenta num facto que teria acontecido a um natural de Paço, que foi acusa­do de um crime de morte, que, de todo em todo, não havia cometido. Temeroso pela sua vida, resolveu abandonar a sua terra e refugiar-se em Espanha, mais concretamente junto de um santuário, de nome Guadalupe, numa das margens do rio do mesmo nome. A vida em Portugal continuava. Nas terras da Maia, o crime ainda não havia sido esquecido, mas já se sabia que o seu autor não tinha sido quem fora forçado a fugir.
Em Espanha, junto ao Guadalupe, vivia um maiato que, certo dia, fez a promessa a Nossa Senhora de Guadalupe de que, se pudesse voltar à sua terra e tivesse sido ilibado do crime de que fora acu­sado, ali mandaria levantar uma ermida em honra da Senhora de Guadalupe. E assim aconteceu e, hoje, a ermida lá está, “menina dos olhos” das gentes de Paço, digna de uma atenta e demorada visita. As paredes da capela mor, bem como o teto, são pintadas representando vários emblemas alusivos a Nossa Senhora (1746). As paredes interiores da ermida apresentavam, de onde a onde, vislumbres dos frescos originais, representando vários passos da Paixão de Jesus Cristo, com toda a certeza da escola italiana (1754). Graças à boa vontade das gentes deste lugar as obras de restauro das pinturas murais que cobrem todas as paredes interiores da Ermida, começaram a ser realizadas em 2002 e terminaram em 2005.
No interior da capela não pode deixar de ser admirado um órgão de tubos, que ostenta a data de 1827, a da sua construção e insta­lação. Este órgão de tubos traba­lhava com um fole, sendo necessário “dar” a uma manivela para que o ar chegasse aos tubos.
Para além do altar-mor, a capela possui dois outros, em talha dourada, localizados abaixo do arco do cruzeiro (1746). Dado o seu interesse patrimonial e beleza foram sujeitos a restauro durante o ano de 1985. No do lado do Evangelho encontra-se uma imagem de S. Domingos de Gusmão e no do lado da Epístola a imagem de S. João de Deus.
Na abóbada sobre o altar-mor, em toda a sua volta, encontramos pinturas representando vários passos alusivos à Senhora, tirados da ladainha.

22 - (multi-) Halloween o ano inteiro - by Os covinhas

Para sentir o Halloween, esta cache deve ser feita de noite. Proporciona uma grande aventura, num local abandonado e aterrador onde todos os pontos são uma agradável surpresa e bem enquadrados no tema. Termina com um excelente container.
Trata-se de uma antiga fábrica abandonada em que o owner soube aproveitar muito bem o espaço e a própria arquitetura da fábrica para colocar este belo desafio.

Fica assim terminada a sugestão de Rota “Por Ruas e Ruelas”desta 5ª Edição, esperamos que disfrutem da aventura.

Na próxima edição, prometemos novidades com os concelhos de Vizela (Braga) e Penafiel (Porto).

 


...::: BOUA PA CARAGO! :::...

Caches em Destaque


(unknown-) Caverna dos Druídas - by Vallislongusteam (PREMIUM)

(found) 258 (favorite) 70

Esta cache proporciona uma boa aventura. Situa-se na serra de Valongo e leva-nos a uma bonita caverna. Toda a envolvente deste local transporta-nos completamente para outros tempos e outras vidas. Entrar na caverna e descobrir os seus recantos é o melhor da aventura!

(letter-) O´World - Parque da Cidade - by GD4C

(found) 304 (favorite)57

Uma boa forma de passar um dia magnífico em família é fazer esta letter que se desenrola num local fantástico.
O Parque da Cidade do Porto é o maior parque urbano do país, ocupando um total de 83 hectares e cerca de 10 km de caminhos. O parque é uma paisagem sofisticadamente arquitetada, com lagos, flora e fauna variada, integrada no tecido da cidade.
A modelação do terreno, os elementos de pedra e o arvoredo criam interioridades particularmente aprazíveis onde o visitante não percebe que está numa área densamente povoada.

(tradicional-) Não percas a Cabeça... - by Bonnie&ClydePT  

(found) 1067 (favorite) 171

Esta cache leva-nos a um local onde podemos deslumbrar-nos com a paisagem sobre o Douro.
O Douro, mais do que um rio foi desde tempos remotos uma artéria central da vida da região, sendo um canal de transporte essencial no transporte do vinho do Douro e de pessoas. Mas o Douro antigamente era um rio perigoso e indomável onde apenas os barcos Rabelo conseguiam navegar. Cheio de correntes e baixios exigiam grande perícia e experiência para o navegar. Eram outros tempos, mas os tempos mudaram. Hoje em dia o Douro, com a construção de diversas barragens ao longo do seu curso é um rio completamente navegável e seguro o que tem permitido o seu aproveitamento turístico através de inúmeros cruzeiros que o percorrem diariamente.

(unknown-) #Bonús Caminhar pela Cividade - Será uma lenda? - by Love_3


(found) 324 (favorite) 98

Esta cache é o final de um trilho fantástico! Além da variedade e qualidade dos containers, é um percurso agradável que passa por pinhal, campos, local rural e termina na bela Cividade. Um percurso que pode ser feito em família, acessível a pequenos e graúdos. Pode ser feito de bicicleta ou a pé.
A Cividade de Bagunte localiza-se no concelho de Vila do Conde, distrito do Porto.
Era um dos grandes povoados da Cultura Castreja do noroeste da Península Ibérica. Como núcleo arqueológico, é um dos mais importantes vestígios históricos do concelho de Vila do Conde.
Encontra-se reclassificada como Monumento Nacional pelo IPPAR desde 2004.
Possuía cerca de oitocentas casas, onde habitaram de duas a quatro mil pessoas, distribuídas por uma área com cerca de 325 metros de comprimento por 150 metros de largura.
Possuía, pelo menos, cinco linhas de muralhas, no interior das quais foram identificadas estruturas habitacionais de planta predominantemente circular e retangular, agrupadas em aparentes "quarteirões".

(tradicional-) TB ROCK - by dpainem


(found) 112 (favorite) 47

Esta cache situa-se numa das vertentes do Monte de S. Gens na Trofa.
É possível observar a imensidão da zona florestal do Sanguinhal e no lado contrário do vale o Monte da Santa Eufémia.
Podemos disfrutar das vistas fantásticas e da natureza envolvente. O container é uma verdadeira surpresa, principalmente, pela audácia na colocação de um container daquelas proporções.

 (tradicional-) Alameda do Pórtico by rroxio

(found) 574 (favorite)79

Uma cache bem enquadrada e criativa que ainda dá que fazer a quem a procura e cuja revelação só acontece com um olhar bem atento. Escondida na Alameda que dá acesso ao Pórtico do escadório do Bom Jesus de Braga, convida à exploração do local e testa a paciência dos que procuram a cache, mas que depois de encontrada, deixa um sorriso rasgado.

 

(tradicional-) Os lendários by patafurdio + rafapata

(found) 545 (favorite) 78

Escondida num local que se destaca pela sua beleza natural, esta cache convida os geocachers a conhecerem a lenda que se conta sobre este local. Os chamados “Cavalos de Fão” que deveriam ser uma oferenda mas acabaram petrificados e semisubmersos e que podem ser avistados em maré mais baixa, contam histórias antigas. Mais histórias são acrescentadas com a busca desta cache, que caraterizada pela sua boa dissimulação, pode dar alguma luta. Muitos percorrem estes passadiços em busca do tesouro… Quem sabe um dia possa junto da cache ser encontrado parte do ouro do grande Rei Salomão.

(tradicional-) Pé de Cabril [Gerês] by Os Cacheiros Viajantes

(found) 209 (favorite) 76

Para encontrar esta cache é necessário vontade e resistência para subir ao topo do Pé de Cabril, um dos mais belos picos da Serra do Gerês  (1237m). O percurso até à derradeira chegada é, só por si, uma aventura que proporciona um conjunto de experiências e que justificam o bem merecido nível 4 de terreno. Após 2 a 3 horas de caminhada, ganha-se o melhor dos prémios! Uma paisagem de tirar a respiração que se estende ao pico da Nevosa e do vale do rio Homem, passando pela barragem de Vilarinho das Furnas até à barragem da Caniçada e enquadrada pela Junceda, por um lado, e pela Pedra Bela, por outro.

(tradicional-) Restinga by patafurdio+rafapata 

(found)  417 (favorite) 76

Esta cache encontra-se integrada num percurso entre o Cávado e o Atlântico, numa área protegida. Quem pretende visitar esta geocache poderá submeter-se inclusive a um percurso circular com uma extensão de 5,5 Km, neste percurso interessa observar as duas faces da restinga de Ofir, uma delas voltada para o estuário do rio Cávado a outra voltada para os lendários cavalos de Fão, no oceano Atlântico, que se espraia nas finas areias das praias e dunas de Ofir salpicadas por um mosaico de vegetação selvagem.

Como não poderia deixar de ser, a visita à cache é crucial, um belo tesouro disfarçado por um simples e engenhoso mecanismo e muito bem integrado na sua envolvente. Esta cache não só motiva a procura e satisfaz pelo found como pela paisagem envolvente, com cheiro a mar e a rio, um sabor doce e salgado, um smile que proporciona o relaxamento e se tivermos a felicidade de ver um pôr do sol neste recanto, garantidamente que a satisfação triplica.

Trilho das Eiras #20 – Anfiteatro by GeoPumasTeam

(found) 326 (favorite) 48

Esta cache encontra-se integrada num trilho com outras caches no Monte das Eiras. O Trilho das Eiras percorre um vasto território daquela que é a segunda maior área florestal do Município de Vila Nova de Famalicão. Ao longo do percurso conseguimos encontrar várias manchas florestais de espécies autóctones, como é o caso do carvalho e do sobreiro, que vão conferindo um carácter especial ao trilho, recordando as paisagens ancestrais do verde Minho. Se tiverem sorte, poderão ainda encontrar algumas das muitas espécies animais que por ali habitam, nomeadamente a salamandra e outros anfíbios, o esquilo e outros pequenos roedores, a raposa, o coelho bravo e uma grande variedade de répteis.

Há que destacar ainda os miradouros naturais que nos proporcionam belíssimas vistas em várias direções, já que o trilho percorre grande parte da cabeceira do monte. Em dias de céu limpo é possível avistar-se a Serra do Alvão, localizada a 60 Km de distância!

Esta cache, é sinónimo de empenho e de dedicação, a prova como é possível fazer omeleta sem ovos… Pois bem, num spot muito bonito e num buraco do tamanho dum dedo, sim é possível ter um tupperware, o segredo é como é que ele vai sair dali. Fantástico mecanismo, simples e artesanal, que adoça o apetite de qualquer cacher.

 


...::: BAMOS PÓ CONBÍBIO :::...

Eventos

 

(evento-) O Centésimo | Meeting Point Minho by Minhotos (attended) 16

É sabido que as quartas-feiras da 2ª semana do Mês contam com um Meeting Bracarense. Mas no dia 14 de junho juntou-se mais um motivo ao evento… a comemoração do Centésimo Meeting Point Minho. Um ponto de encontro para conhecer novas caras mas também para os geochachers que conhecem os cantos à casa falar sobre geocaching, partilhar experiências e planear novas cachadas, mas este acrescentou um momento doce que completou o número 100. Parabéns aos geocachers Minhotos por manter estes encontros ativos e cheios de boa disposição, sem interrupção desde 2009.

 

(evento-) GetTogether@Guimarães – 7.º Aniversário by Get Together (attended) 5

Os eventos mensais de Guimarães festejaram o primeiro aniversário no dia 28 de junho. Realizam-se a cada última terça-feira do mês e abre a oportunidade não apenas de partilhar experiências geocachianas mas também de jogar umas partidas de bowling! Num convívio agradável com geocachers Vimaranenses e não só, este evento contou ainda com a degustação de um bolo delicioso!

(evento-) O tesouro perdido de Mary Hyde by J.C.R Team + Gold River (attended) 10

O desafio para encontrar o Tesouro Perdido de Mary Hyde passou por Cabeceiras de Basto no dia 15 de julho como se fazia prometer. Muitos piratas decidiram participar e deixar-se levar pelo desafio de “leva o teu e come do meu” na partilha repastos e não se tendo avistado lágrimas, pode considerar-se que o rum e cerveja ficaram sãos e salvos… mas não nas garrafas!

Com muita boa disposição, mergulhos e música ao vivo, passou-se uma excelente tarde.

 

 (evento-) III Geocafé & Ice Cream no Park Natural de Vizela by J.C.R Team (attended) 8

O encontro ideal para as noites quentes de Verão com convite para café e/ou Ice Cream, boa conversa e, claro, partilha de episódios memoráveis na busca de tupperwares. Num ambiente agradável, o evento prolongou-se por mais tempo do que previsto.


(evento-) "Os Civitas" 3 Anos Depois - by Os Civitas (attended)  23

No dia 3 de junho, os CIVITAS convidaram os geocacheres a festejar o seu terceiro aniversário. O espaço escolhido foi outrora uma escola infantil que agora serve para ensaiar teatro.
O logbook foi um balão em forma de um número que, neste dia, simbolizava muito para este grupo. Não contente com este logbook, houve quem quisesse um FTF diferente, mais personalizado e a cores, no quadro de giz da sala de convívio.
Foi um agradabilíssimo convívio, onde houve muita conversa, muitos sorrisos e muita diversão.
Neste dia, não podia faltar o bolo e champanhe!

(evento-) Mary Hyde O Tesouro Perdido-  by Os covinhas (attended)  30

No dia 15 de julho, a malta do geocacher foi convidada a procurar mais um tesouro, este perdido, por aí… Para encontrar o local foi necessário resgatar uma mensagem. Mensagem resgatada e devidamente interpretada, levou-nos a mais um fantástico momento proporcionado por esta família bem divertida. Não faltou um logbook adequado ao tema e bem trabalhado.

(evento-) "Coffee Break" na Póvoa de Varzim - #1 - by Toxafafe&Tina (attended)  22

No dia 21 de julho, os geocachers reuniram-se, numa bela esplanada, na cidade de Póvoa de Varzim.
Mesmo ao lado decorria uma noite de touradas ...
Mais uma longa noite de confraternização entre geocacheres em que o tema de conversa é sempre o mesmo, caches… Malta sempre bem-disposta e pronta para mais encontros.

(evento-) L??ve L??ve... Porto - by 100espinhos  (attended)  467

Nos dias 11, 12 e 13 de agosto, decorreu o maior evento de geocaching do Norte. Neste evento participaram geocacheres de várias nacionalidades e várias idades.
Foram três dias de grande agitação, com muitas caixinhas descobertas e muitas aventuras vividas, na cidade invicta.
O Porto é um dos destinos turísticos mais antigos! A sua riqueza monumental e artística, o Vinho do Porto, os espaços de lazer e de cultura, o Mega Evento de Geocaching foram apenas alguns motivos para visitar esta bela cidade nestes três dias de partilha.
Durante estes dias, os geocacheres tiveram a oportunidade de visitar vários museus, conhecer as caves de vinho de porto, passear de barco pelo rio Douro e até escalar a arrabida.



PRÓXIMOS CONBÍBIOS:

PORTO

(evento-) 22/09/2017 - The last summer sunset and the autumnal equinox by O/velho + David

(evento-) 04/11/2017 - Geocaching Film Festival 2017 Porto by Os covinhas & O/velho + David

BRAGA

(evento-) 13/09/2017 – O regresso às caches by joom 

 

Assim terminamos a 5ª Edição com propostas a serem aproveitadas enquanto se fazem sentir dias quentes e convidativos à busca de tupperwares.

Com o primeiro ano da rubrica Clã-Destinos realizado desejamos que tenham feito um excelente proveito das nossas sugestões e outras virão!

Até lá, prevê-se que os Ventos de Norte sejam crescentes e por vezes inesperados!

 

Agradecemos a todos a disponibilização das fotos, devidamente identificadas com o respetivo autor ou página de onde foi retirada.

Nota: Alguns termos utilizados são expressões nortenhas e palavras escritas conforme a pronunciação.

Clã-Destinos, a rubrica trimestral que vos sugere a descoberta de caches, locais, aventuras e eventos nos distritos do Braga e Porto.

Damos as boas vindas à 4ª edição!

Depois da 3ª edição na qual nos rendemos aos encantos dos concelhos de Vila Nova de Gaia e Vila Nova de Famalicão, chegou a hora de embarcarmos numa nova viagem cheia de história, paisagem, arquitetura e claro está, muitas caches.

Relembramos que organizamos a rubrica em 3 tópicos principais: sugestão de rota ("Por ruas e ruelas"), caches de destaque ("Boua pa carago!") e eventos ("Bamos pó conbíbio"). Para os mais distraídos ou para os que pretendem recordar os objetivos destes tópicos: podem consultar a primeira edição aqui.

Às portas do Verão, com o bom tempo, já todos nós fazemos planos para usufruir de todas as atividades que esta estação nos proporcina. Vamos carregar as bicicletas, calçar os ténis, roupa confortável, as barbatanas e vamos procurar aqueles tesouros que tanto gostamos de encontrar.

Pois bem os Ventos de Norte trazem novas sugestões e desejam a todos uma boa leitura!

 

...::: POR RUAS E RUELAS :::...

ROTAS

 

Nesta 4ª Edição, sugerimos a descoberta dos concelhos de Felgueiras (Porto) e Terras e Bouro  (Braga).

 

Felgueiras (published) 158 caches

Cache com mais visitas: (tradicional-) ESTGF by QuestionMan ((found) 323)

Cache com mais favoritos: (unknown-) Antiga Pista do Rally by AT1964 ((favorite) 17)

Cache com mais fotos: (tradicional-) O Famoso Canal... by eterlusitano - GC493CT ((photo-) 40)

 

Terras de Bouro (published) 238 caches

Cache com mais visitas: (tradicional-)Lusitani: Cávado by plntrplntr ((found)1572)

Cache com mais favoritos: (tradicional-) Fenda da Calcedónia by Silvana ((favorite) 227)

Cache com mais fotos: (tradicional-) Fenda da Calcedónia by Silvana ((photo-) 1569)

 

 - DISTRITO DO PORTO -

Rota: Felgueiras com História...

 

Desta vez, fomos à descoberta de Felgueiras. Este município localiza-se na parte superior do Vale do Sousa e abrange cerca de 116 Km2, repartidos por 20 freguesias. É um dos concelhos com a população mais jovem do país e da Europa, com 58 065 habitantes (censos 2011).
É responsável por 50% da exportação nacional de calçado, por 1/3 do melhor Vinho Verde da Região e por um valioso património cultural. O património monumental do concelho é rico e diverso, sendo de realçar os que se integram na Rota do Românico do Vale do Sousa.
Os bordados são uma das mais ricas tradições do concelho, que emprega cerca de 2/3 das bordadeiras nacionais.
Os sabores autênticos da gastronomia, a frescura e intensidade dos aromas dos vinhos e o ambiente de grande animação proporcionam momentos inesquecíveis. Dando corpo a essa riqueza, foi já constituída a “Confraria do Vinho de Felgueiras”, destinada a divulgar e defender o vinho e a gastronomia felgueirenses.
Vamos mergulhar nesta aventura cheia de história!!!


1 – (multi-) MOSTEIRO DE POMBEIRO by eterlusitano

Iniciamos a nossa rota com um “pezinho” em Braga.
Esta multi tem início no distrito de Braga e leva-nos até ao majestoso Mosteiro de Pombeiro, na freguesia de Pombeiro de Ribavizela, que foi declarado Monumento Nacional a 23 de junho de 1910 e faz parte da Rota do Românico.
A mais antiga referência documental do Mosteiro é de 1099. Primeiro terá começado, durante a construção e como era habitual, a preparar o altar e depois construindo o resto da igreja e o mosteiro. Quando foram extintas as ordens religiosas em Portugal, o Mosteiro sofre uma grande devastação tendo sido pilhado e ficado sem alguns elementos, como por exemplo, pedras que foram usadas noutras construções.
A importância deste mosteiro é revelada pela sua localização, dado que ficava na interseção de duas vias primordiais da época, por isso, muitos monarcas ficavam aqui instalados durante as viagens.
O mosteiro é um exemplar da arquitetura românica, religiosa e setecentista. O portal principal é, também ele, um exemplo de escultura românica, com gravações de inspiração vegetalista, esculpidas em granito.
A frontaria do mosteiro teve um galilé onde foram sepultados nobres e alguns túmulos, em pedra, ainda permanecem no interior: são atribuídos, a um nobre da família dos Lima e o outro a D. João Afonso de Albuquerque. A capela-mor tem retábulo em talha dourada, onde se destaca a Imagem de Santa Maria Maior, e no topo do edifício está o coro-alto com cadeiral, uma rosácea, e muitos pormenores em madeira pintada, a imitar a mármore, assim como um órgão recuperado, com todos os seus pormenores de anjos e demónios.
No exterior do Mosteiro, junto do cruzeiro, está uma fonte e um curso de pedra que levava daqui a água para os campos e casas vizinhos do edifício.


2 – (tradicional-) #03 - PR1- "Caminhos Medievais" - Paço de Pombeiro by julioverne (adopted by anjomaco) 

3 – (tradicional-) #05 - PR1 - Cruzeiro de Pombeiro e Calçada Romana by julioverne (adopted by anjomaco)

Continuamos a nossa rota com passagem nestas caches, que nos dão a conhecer alguns dos pontos de interesse que fazem parte do PR1 - Caminhos Medievais.
Trata-se de um percurso relativamente curto (pouco mais de 6 km) que liga vários pontos de interesse, essencialmente monumentos religiosos e pontes históricas. No percurso encontramos monumentos, vegetação e paisagens interessantes. Passamos pelo solar da Casa das Portas, pelo Paço de Pombeiro, pelo imponente edifício do antigo seminário de Stª Teresinha, pela calçada romana e o seu cruzeiro, pelo espetacular Mosteiro de Pombeiro e o seu aqueduto, pela ponte de Vila Fria e pela ponte medieval do Arco e a sua calçada romana.
Podemos admirar o Paço de Pombeiro, cuja construção inicial data do século XVI – arquitetura residencial Manuelina rematada por ameias, o que identifica um “Paço” Senhorial. O corpo do seu alçado tem as mesmas linhas que tivera uma torre ali erguida e que fora demolida em 1610, pelo proprietário João de Melo Pereira, descendente do Comendatário de Pombeiro, D. António de Melo que ostenta na parede Sul o Brasão dos Melos.
O cruzeiro de Pombeiro é uma elegante coluna, situado na freguesia de Pombeiro e que o povo defendeu do camartelo demolidor. Destinada às procissões da Via Sacra e a comemorar  a independência, como se lê na base, assenta no largo que dá acesso à igreja e ao cemitério, sobre plataforma de quatro degraus, base quadrangular simples, fuste fino de superfície prismática, sobre a qual pousa uma esfera e desta sai uma belíssima cruz flordelizada de ferro, que teve um Cristo também de ferro. O fuste vale, sobretudo, por ser de antimonite. Este cruzeiro é Imóvel de Interesse Público.
Podemos ainda, deslumbrar-nos com o imponente Seminário de Santa Teresinha. Edifício em ruínas, de grande dimensão, onde funcionava o antigo seminário. O edifício tem uma capela integrada.


4 – (tradicional-) Casa de Oleiros - Seminário de S. José by julioverne

Agora, fazemos uma pequena paragem, neste seminário, muito bem cuidado, que é um Centro Vicentino de Evangelização (CVE).
Os Padres Vicentinos consagram-se à evangelização e à formação sobretudo através de Missões Populares e Formação de Lideres de Comunidades Cristãs - Padres e Leigos.
A redescoberta da sua vocação levou os Padres da Missão à reconstrução e requalificação do Seminário de S. José, transformando-o numa casa de pastoral e de espiritualidade ao serviço da Igreja Local e da Família Vicentina.
O Centro oferece a oportunidade de desfrutar dum excelente ambiente circundante com floresta e zona verde, onde a água corrente é abundante e, no interior, dispõe de espaços para a oração e quartos para se acomodar durante uns dias de repouso. Também tem camaratas para grupos de jovens, diversas salas e um salão para eventos e grandes reuniões.


5 – (tradicional-) Skatepark de Felgueiras  by filipemarinho8

Continuamos e aproveitamos para praticar um pouco de desporto radical…
Este parque foi inaugurado em agosto de 2013 e permite a prática de skate e bicicletas, bem como, a realização de provas do campeonato nacional. A sua construção foi mais um contributo para o desenvolvimento do concelho e para a fixação dos jovens.
É constituído por 8 rampas de variadíssimas formas e obstáculos desde as mais simples para principiantes, às mais complexas, para os veteranos mais exigentes.


6 – (tradicional-) Do melhor que se faz por cá (Parte 3) by fmarinho

Aqui podemos adoçar a boca com o magnifico pão-de-ló de Margaride.
Mesmo no centro da cidade, deslumbramos a Fábrica de Pão-de-Ló de Margaride, onde ainda funcionam os antigos fornos. Uma das mais antigas empresas de doçaria tradicional em Portugal.
Foi no início do século XVIII que uma mulher, de nome Clara Maria, principiou a fabrico deste Pão-de-Ló. Esta Fábrica de Pão-de-Ló de Margaride passou por dois outros espaços até, em 1900, se ter estabelecido nesta casa onde permanece até aos dias de hoje e onde ainda funciona em pleno a produção, tanto do Pão-de-Ló como das cavacas.
O Pão-de-ló é confecionado tal como há 100 anos atrás, mas por força do aumento de produção do doce, os velhos fornos já deixaram há muito de ser alimentados com lenha, e, gigantescas batedeiras já não são movidas pelos braços das empregadas. Do resto tudo se mantém. Na sala onde o Pão-de-Ló é fabricado chegam a estar duas dezenas de atarefados empregados a fazer um doce que pode chegar a atingir os 15 quilos. No entanto, a confeção do Pão-de-ló de Margaride é um segredo guardado a sete chaves sendo o ar tradicional e conservador da fábrica os seus maiores trunfos.
Na entrada do edifício verde destaca-se a informação “Fornecedora da Casa Real e Ducal Casa de Bragança”.
São-no efetivamente, desde 1888, mais precisamente desde o dia 5 de dezembro, data em que chegou uma carta timbrada “com as armas de Suas Altezas reais os Duques de Bragança” informando que tinham sido “concedidas as honras de fornecedora da Real e Ducal Casa de Bragança, podendo usar as armas ducais”. E é o que fazem, ainda hoje, nos embrulhos e caixas com os doces.


7 – (tradicional-) Solar de Sergude by fmarinho

Rumamos até Sendim para conhecer este solar. Foi restaurado há poucos anos pelo arquiteto Marques da Silva, mantendo muito da sua traça original. Trata-se de um solar invulgar e terá sido a mais importante e sumptuosa construção civil de Felgueiras, na transição da Idade Média para a Renascença. Conserva ainda restos do Gótico dos séculos. XIII e XIV, um escudo da monarquia e mostra claramente que foi remodelado nos séculos. XVII e XVIII, sendo evidente na fachada Norte, destacando-se nesta, uns fogões ressaltados para fora da face da parede.
O seu último proprietário, Dr. Luís Gonzaga, deixou-o para fins públicos e comunitários e, atualmente, está sob a tutela da Câmara Municipal.


8 – (unknown-) VILLA ROMANA DE SENDIM  by eterlusitano

Chegou a hora de desvendar o mistério! Ao chegar deparamo-nos com  um cenário muito interessante, uma villa romana.
Em 1992, na abertura dos alicerces para a construção de uma moradia, apareceram em Sendim, no Concelho de Felgueiras, restos de muros e abundantes vestígios de cerâmicas de tipologia romana, levando a Câmara Municipal a adquirir o terreno. A escavação arqueológica de emergência aí realizada veio revelar a existência de uma Villa Romana.
A Villa Romana, cuja escavação ainda não está terminada, revela uma planta estruturada em torno de um espaço central a céu aberto (peristilo) ladeado por dois corredores. Frente a este espaço abrir-se-ia originalmente o triclinium, pavimentado a mosaicos geométricos policromos e que constituía a divisão solene da casa, onde se tomariam as refeições e onde o "dominus" recebia os seus convidados.
Para além disso, a casa dispunha ainda de umas "termas", onde se desenvolviam os rituais do banho e massagem que os romanos tanto apreciavam e de que ainda subsiste o hipocausto de uma grande piscina.
O espólio exumado nas escavações arqueológicas é muito variado, sendo constituído por milhares de fragmentos de cerâmicas de utilização comum na cozinha e na mesa, cerâmicas de luxo, vidros, metais, moedas e bronze. Alguns potes, pratos, vasos e taças, após cuidadoso restauro, farão parte do acervo museológico que será exposto no centro da interpretação que dá apoio às ruínas.
Os dados recolhidos nas escavações arqueológicas permitem apontar para a ocupação da casa a partir da segunda metade do séc. III e durante o séc. IV. Com a chegada dos Suevos e Vândalos em 409 a casa entra em declínio, sendo abandonada e acabando destruída por um violento incêndio, provavelmente em meados do séc. V.
A continuação das escavações arqueológicas e a recuperação da Villa Romana de Sendim permitirá a toda a zona norte dispor de uma estação arqueológica de grande importância. É um imóvel de interesse público.


9 – (tradicional-) O FAMOSO CANAL...  by eterlusitano

Seguimos para um dos pontos de água mais interessantes de Felgueiras. Uma levada bastante grande que conduz a água até uma central hidroelétrica e também até ao rio bugio.
Trata-se de uma central hidroelétrica completamente operacional, a produzir energia para a rede elétrica. Tem um canal de cerca de 2,5 km, dos quais cerca de 0,5 km são em percurso subterrâneo.
Durante este percurso junto à levada podemos apreciar casas antigas em ruínas, várias comportas, desvio de águas, o túnel do rochedo, parte de uma pista de down-hill, a fonte da telha, e por fim a represa (formato piscina) onde junto a ela os visitantes deste local se banham nas suas límpidas águas, especialmente no Verão, claro.
Junto a esta represa encontra-se um tubo gigante que transporta alguma água até à central, onde depois de entrar numas turbinas, é produzida energia.
Este local tem o nome de Corvete, onde, antigamente, era conhecido pelos seus vários moinhos e moleiros ao lado das margens do rio.


10 – (tradicional-) Casa de Cabeça de Porca by fmarinho

Chegamos a mais um bonito exemplar de casa do séc. XVIII, com artístico chafariz a adornar o átrio, capela integrada no corpo do edifício, solene escadaria para a porta de entrada, coberta por um belo alpendre, sobre o qual se crava o brasão da família Mendes de Vasconcelos e quatro elegantes janelas laterais.


11 – (tradicional-) QUE VISTA BEM APARECIDA !! by eterlusitano

Começamos a subir para chegar ao miradouro no alto do Monte da Senhora Aparecida, junto à capela com o mesmo nome, que permite vista de 360 graus, sobre todo o concelho. Podemos parar e apreciar uma magnífica paisagem.


12 – (tradicional-) Porto Challenge - Felgueiras by CozinheiroT

Caminhamos para mais uma imponente construção. A Casa de Simães, na antiga Quinta da Coelha, iniciou a sua construção em 1423. Era propriedade de Gonçalo Coelho, senhor de Felgueiras e Vieira. Inicialmente, a casa não deveria apresentar elementos arquitetónicos de destaque, servindo apenas de residência aos juízes dos órfãos do concelho.
Os melhoramentos no edifício deverão ter sido introduzidos pelo primeiro donatário de Felgueiras, cargo exercido por Francisco Pinto da Cunha, alcaide de Celorico de Basto e senhor de Felgueiras, que, em 1607, adquiriu a Casa de Simães. Mais tarde, em 1613, o seu irmão, João Pinto da Cunha, então arcediago da sé de Lisboa, juntou outras propriedades e criou um vínculo de morgadio, que instituía a obrigação de os herdeiros usarem o apelido Pinto Coelho.
Na casa merecem destaque o portal principal, que exibe o brasão dos Pintos, Pereiras, Silvas e Coelhos, e o pátio com as cinco fontes, das quais quatro representam os quatro continentes conhecidos à época, mas também os quatro ramos da família: África (Pintos), Ásia (Pereiras), América (Silvas) e Europa (Coelhos). A quinta fonte tem representado um cupido. Ao longo do tempo, a casa ficou várias vezes desabitada, tendo o seu apogeu nos séculos XVII e XVIII. No século XX, a casa foi herdada de um tio pelo atual proprietário, que tinha apenas três anos.


13 – (multi-)  ENCONTRO EM CARAMOS by eterlusitano

Seguimos para visitar mais alguns monumentos religiosos e de grande beleza.
Aqui podemos apreciar a igreja conventual de Caramos. Igreja barroca de uma só nave, salientando-se nela o retábulo da capela-mor que tem belas peças de estatuária (S. Martinho e Santo Agostinho) e de talha, bem como os retábulos colaterais (um do Santo Cristo e outro de Nossa Senhora), o arco triunfal, os caixotins decorados do teto e a sua sumptuosa sacristia, em que se conservam ainda peças e pedras da igreja anterior.
Seguimos para um belo conjunto monumental de quatro cruzes que restam de um antigo calvário, ao lado duma das sete capelas dos Passos (Via Sacra), designada por Capela do Encontro, erguido logo à saída do largo da igreja conventual de Caramos.
As três cruzes da frente, com a de Cristo esculpido na do centro, representam a cena da crucifixão e a de trás é um raro Pietá de pedra, que pretende representar o inconsolável sofrimento da Mãe de Cristo, ao ver o seu filho morto, conhecida por Senhora das Angústias.


14 – (tradicional-) Quem tem boca vai a Roma by fmarinho

A presença de vias e pontes romanas é o testemunho de que esta terra se inseria numa região estratégica para os Romanos, por onde passava uma importante via Romana de Braga e Caladuno, sendo de grande importância económica para este povo. Na Idade Média, as vias e pontes romanas foram reutilizadas, e construíram-se outras, pois eram importantes para a circulação do comércio e dos povos.


15 – (unknown-) Soldado da Paz by scout99

Depois de viajarmos até aos nossos antepassados, agora é a vez de conhecermos alguns heróis da nossa atualidade.
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Lixa foi criada em 1889. Em 1890 são aprovados os seus primeiros estatutos. Como centenária, a Associação ao longo da sua existência teve um objetivo: servir as populações no combate a incêndios, inundações, socorro e transporte de sinistrados e doentes.
A Associação ao longo dos seus 112 anos de existência prestou relevantes serviços à comunidade sendo considerado de utilidade pública em 1928.
Foi condecorada com a medalha de ouro, duas estrelas pela Liga de Bombeiros de Portugal no ano 1944.
Também é de salientar que este corpo de Bombeiros tem posto do INEM há já 25 anos, sendo também apoiado pelo C.O.D.U. (Centro de Orientação de Doentes Urgentes) há já dois anos.


16 – (tradicional-) TÃO PERTO E TÃO LONGE by CozinheiroT

Partimos em busca de descanso e deparamo-nos com este magnifica parque de merendas, muito bem tratado e com frescura suficiente para podermos descansar e reforçar energias. Ótimo local para um piquenique.
Aproveitamos o descanso para ouvir a música que ilustra este parque e a qual partilhamos.
A MUSICA DO PARQUE https://www.youtube.com/watch?v=KkSiE95Ndjg


17 – (tradicional-) SÃO MAMEDE DE VILA VERDE by eterlusitano

Depois do descanso e do reforço, voltamos à rota do Românico para mais uma visita.
A Igreja de São Mamede já existia em 1220, na altura integrando o padroado do Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro. No entanto, o atual edifício corresponde a uma reforma mais tardia, já em plena época de influência gótica, apesar de recorrer ainda à construção românica.
As Inquirições de 1258 indicam que D. Mendo de Sousa instala-se no lugar de Vila Verde em 1258. A capela terá, muito provavelmente, sido erigida no século XIII.
Martim Anes e a irmã Maria Anes efetuam a doação da Quintã de Vila Verde ao Mosteiro de Pombeiro, em 20 de fevereiro de 1301.
Alguns apontamentos de frescos que ainda hoje são passíveis de serem admirados na capela-mor foram pintados, pelo Mestre Arnaus, no século XVI. Na nave é ainda visível o revestimento a reboco decorado com pinturas. O santo padroeiro era S. Mamede.
Durante muito tempo em estado de ruína, sem possuir cobertura, a Igreja sofreu as vicissitudes do abandono e das condições climatéricas. Este desleixo terá principiado após 1866, altura em que é construída uma nova igreja paroquial em Vila Verde. Em 1959 já não possuía telhado.

Diz a lendas: São Mamede tem fama de protetor do gado, daí a localização desta Igreja, numa área dedicada à pastorícia. O santo terá sido pastor e mártir da Cesareia, na Capadócia. No deserto terá construído um espaço de oração onde pregava o Evangelho aos animais selvagens. Um anjo ordenou-lhe que utilizasse o leite dos animais para fazer queijo e oferecer aos pobres.
O Imperador Aureliano perseguiu São Mamede, acabando por o condenar a ser devorado por um leopardo, um leão e um urso. Estes, contudo, recusaram atacar São Mamede e, pelo contrário, ajoelharam-se aos seus pés. Após ter sofrido martírios incontáveis, as relíquias de São Mamede foram transportadas para Itália, Alemanha e França.


18 – (tradicional-) SANTA MARIA DE AIRÃES by eterlusitano

Seguimos para mais um monumento da Rota do Românico.
O atual edifício não corresponde à data de fundação da Igreja, a qual está documentada desde 1091. Nas Inquirições de 1221 a Igreja surge como ecclesia de Araes, no Julgado de Felgueiras.
Há registos, efetuados por Francisco Craesbeeck, em 1726, da existência de uma inscrição junto ao púlpito, entretanto desaparecida, referente ao ano de 1184.
O padroado da Igreja conheceu sucessivas transferências, pertencendo à Coroa em 1394, vinculado à Ordem de Aviz. Em 1517 constituiu-se como comenda da Ordem de Cristo. No entanto, o aspeto tardio de alguns dos elementos da sua construção aponta para um edifício do final do século XIII ou mesmo do início do século XIV.
As sucessivas alterações que a Igreja foi sofrendo modificaram-lhe o caráter inicial. As remodelações sofridas entre os séculos XIII e XIV introduziram-lhe elementos arquitetónicos e gramática decorativa inspirados no gótico.
É nesta campanha que o interior da Igreja é alargado, passando para três naves. Posteriormente, o movimento barroco acrescenta à capela-mor o revestimento com painéis azulejares, o altar central e o sacrário de talha dourada.
A perceção plena da história do edifício e dos aspetos artísticos passa pela compreensão de dados relevantes, como o facto de ter sido uma importante comenda das Ordens Militares de Malta, na Época Moderna, transformando-se em igreja paroquial apenas em 1834, após a extinção das ordens religiosas em Portugal.


19 – (tradicional-) UNHÃO ROMÂNICO by eterlusitano

Continuando pela Rota do Românico. Salvador de Unhão é um importante templo religioso, refletindo a importância e o alcance do processo de povoamento da região ao longo do século XIII.
Apesar das transformações que foi recebendo ao longo do tempo, e que alteraram a construção românica, conserva-se a epígrafe que regista a Dedicação da Igreja, em 28 de janeiro de 1165. Esta inscrição constitui o mais antigo testemunho da sua história, já que as referências documentais conhecidas não são anteriores a 1220.
A inscrição comemorativa da Dedicação da Igreja é gravada depois de a parede sul estar erguida, o que permite datar essa fase da construção ou a conclusão do templo.
De modestas proporções, Unhão possui uma única nave e capela-mor retangular, cujo maior motivo de interesse reside no seu portal principal, inscrito em gablete e composto por quatro arquivoltas de arco de volta perfeita, decoradas com motivos geométricos e vegetalistas, enquadrando um tímpano preenchido com a típica cruz vazada de tradição bracarense.
Os séculos XVIII e XIX trouxeram maior riqueza ao seu interior, nomeadamente os retábulos que ladeiam o arco triunfal e o retábulo-mor, de talha dourada, denunciando a sua origem em Oitocentos.
O restauro do conjunto ocorreu nos anos 60 do século XX que, por ser tão tardio, não impôs unidade de estilo.
A Igreja possui uma imagem esculpida de Nossa Senhora do Leite, representação muito rara e, provavelmente, muito valiosa. Personagem do hagiológico, Nossa Senhora do Leite encontra-se a amamentar o Menino que transporta nos braços. Provavelmente esculpida nos séculos XIII ou XVI, esta peça tem 55 centímetros de altura, 17 de largura e 16 de profundidade.
A representação da Virgem Maria com o Menino é central na arte cristã e a imagem da Senhora do Leite encontra-se entre os mais antigos exemplos da iconografia cristã, segundo especialistas, embora menos vulgar. Assim, a importância da imagem de Nossa Senhora do Leite que se encontra nesta Igreja ganha outra relevância, em virtude da sua raridade.
As imagens da Virgem a amamentar o Menino multiplicam-se na Europa a partir do século XIII, mas já no século VI alguns artistas do Oriente a tinham representado desta forma. Mesmo depois do século XV o estilo de representação da Virgem não sofreu grandes alterações, com o Menino a surgir seminu.


20 – (tradicional-) Cruzeiro do Bom Jesus by J.C.R TEAM

Continuamos envoltos em monumentos e implantado junto ao Santuário do Bom Jesus de Barrosas, podemos observar o cruzeiro, parte integrante das cerimónias religiosas que se realizavam no santuário, nomeadamente das procissões que envolviam o cruzeiro no seu percurso.
Artística Peça de Arte, assente no largo do seu nome, implantado junto ao Santuário do Bom Jesus de Barrosas, o cruzeiro com a mesma invocação constituía não apenas um sinal de fé, mas é também parte integrante das cerimónias religiosas que se realizavam no santuário, nomeadamente das procissões que envolvem o cruzeiro no seu percurso. Por exemplo, a romaria do Espírito Santo, realizada em Maio é uma das festas mais concorridas da região.
 Ao contrário de muitos outros cruzeiros que se caracterizam pela depuração das suas linhas, o do Bom Jesus de Barrosas pauta-se por uma enorme carga decorativa e pelo grande valor escultórico de todos os seus elementos. Sobre a plataforma de quatro degraus, ergue-se o plinto de secção quadrada, em cujas faces são exibidas cartelas. Sobre uma delas, a data de 1724 indica, muito possivelmente, o ano da edificação do cruzeiro. A coluna, de fuste estriado, apresenta o terço inferior com motivos de pontas de diamante e é rematada por um capitel coríntio. Sobre este, uma esfera com decoração vegetalista e a cruz exibe, numa das faces, a imagem de Cristo crucificado.


21 – (tradicional-) SÃO VICENTE DE SOUSA by eterlusitano

Voltamos à Rota do Românico e encontramos mais uma igreja.
Duas inscrições na Igreja de S. Vicente de Sousa, da época românica, permitem conhecer a sua história. A inscrição comemorativa da Dedicação da Igreja encontra-se gravada na face externa da parede da nave, à direita do portal lateral norte do templo, revelando que a Igreja foi sagrada em 14 de agosto de 1214.
Como garante a inscrição, a cerimónia de Dedicação foi presidida pelo Arcebispo de Braga, D. Estêvão Soares da Silva, que ocupou o cargo entre 1212 e 1228. A dedicação foi promovida pelo prelado da Igreja, D. Fernando Raimundo. O dia 31 de agosto de 1214 coincidiu com um domingo, como era canonicamente recomendado para a realização deste tipo de cerimónia.
Já a segunda inscrição é mais antiga, de 1162, correspondendo a uma inscrição fúnebre ou comemorativa da construção de um arcossólio. A ser, de facto, uma inscrição funerária, trata-se do exemplar mais antigo registado.
Duas inscrições nas paredes da igreja patenteiam a sua antiguidade, sendo ambas do período românico e de valiosa importância para o conhecimento da história deste edifício.
A primeira é comemorativa da Dedicação da Igreja e encontra-se gravada na face externa da parede da nave, à direita do portal lateral norte do templo, indicando o ano de 1214. A cerimónia da Dedicação foi presidida por D. Estêvão Soares da Silva, Arcebispo de Braga entre 1212 e 1228.
A segunda, ainda mais antiga, é uma inscrição funerária ou comemorativa da construção de um arcossólio, datada de 1162. Esta inscrição, que culmina com uma cruz, tanto pode ser uma referência ao seu conteúdo funerário, como significar uma sigla de pedreiro. No caso de representar a primeira situação, este será o exemplar registado mais antigo de um arcossólio de função funerária.


22 – (tradicional-) Igreja de Sernande by RaquelPinto

Terminamos esta rota junto à Igreja de Sernande, pequeno templo composto por nave e capela-mor, tendo ainda incorporada a torre sineira. A torre sineira é quadrangular sem cobertura a fazer lembra uma fortificação da idade media, apenas rematada por pináculos. Sernande foi uma freguesia do concelho de Felgueiras, com 1,35km² e 941 habitantes (2011).Em tempos conhecida por São João Baptista de Sernande, fez parte do antigo concelho de Unhão. Em 1840 estava integrada no concelho de Barrosas, extinto em 30 de Junho de 1852 passando a fazer parte do concelho de Felgueiras. Foi sede de uma freguesia extinta em 2013, no âmbito da reforma administrativa nacional, passando, juntamente com Pedreira e Rande, a formar uma nova freguesia denominada União das Freguesias de Pedreira, Rande e Sernande com a sede em Pedreira.


- DISTRITO DE BRAGA -

Rota: Terras do Bouro - Lado a Lado com a Natureza

 

Bem-vindos ao concelho de Terras de Bouro.

As caches que vos propomos para o período da manhã promovem um agradável percurso pedestre, primeiro para a visita à Aldeia de Vilarinho da Furna e depois pelo Trilho da Cidade da Calcedónia que se desenvolve na freguesia de Covide.

Este trilho pedestre de pequena rota (PR) apresenta um traçado circular com uma distância de 7 Km, com previsão média de 4 horas, alertamos no entanto, para alguns traçados declivosos que elevam a sua dificuldade.

Porém o contacto ambiental e a reflexão sobre este mundo de estruturas culturais e vivências milenares, garantem que todos os visitantes gostarão.

Para o período da tarde, propomos um agradável passeio, maioritariamente, de cachemobil percorrendo alguns locais de grande atração para os visitantes, este percurso prevê cerca de 38Km rodoviário e cerca de 2 Km a pé.

 

Iremos iniciar esta fabulosa aventura junto à Barragem de Vilarinho das Furnas.

1 – (tradicional-) Uma cache na Barragem de Vilarinho das Furnas by galinhadosovosdeoiro

A barragem Vilarinho das Furnas é alimentada pelo rio Homem. Foi inaugurada em 21 de Maio de 1972, com uma altura de 94 m, situa-se na bacia hidrográfica do rio Cávado.Foi, principalmente, com a CPE/EDP que se vulgarizou a designação Vilarinho das Furnas, quando deve ser Vilarinho da Furna. É uma barragem com 385 m de coroamento e é do tipo arco.

 

Aproveitamos a visita à barragem para vos sugerir, hoje, ou numa outra possibilidade, a visita à Aldeia de Vilarinho da Furna, uma breve caminhada de 45min de ida e volta.

 2 – (tradicional-) Aldeia Subaquática [Vilarinho das Furnas - Gerês] by jcr

Vilarinho das Furnas (ou Vilarinho da Furna) foi uma aldeia comunitária, situada no sopé da Serra Amarela. Em 1971, esta aldeia da margem direita do Rio Homem, viu subir as águas deste e o silêncio abraçou-a de vez.
Mas as suas memórias não se afogaram e vivem hoje nos antigos moradores e seus descendentes que a recordam com muita saudade.
Quando em períodos de seca ou quando a barragem é limpa, o nível das águas desce e aí podem ver-se perfeitamente as antigas casas, muros e caminhos
Tudo agora se resume a um conjunto de ruínas submersas que o rio, pouco a pouco, tende a camuflar.

 

De seguida, partimos rumo ao tão procurado Trilho da Cidade da Calcedónia.

Para iniciar esta caminhada pelos cantos e recantos desta fantástica cidade, sugerimos que deixem o vosso cachemobil nas coordenadas N 41 44,051 W 8 12,666.

O Trilho Cidade da Calcedónia permite uma visita ao povoado fortificado da Idade do Ferro, designado Calcedónia. Presumivelmente de ocupação romana, este local emblemático, cujo topónimo foi criado pela efabulação erudita de alguns sábios do séc. XVI, indica uma origem clássica fundada pelos Argonautas.

Este percurso, de âmbito Histórico e Paisagístico, desenvolve-se no território da freguesia de Covide e apresenta um repertório histórico-cultural distinto, pelas suas tradições comunitárias e vestígios arqueológicos.

 

 

Ao longo deste percurso são algumas as geocaches que iremos encontrar, sugerimos começar pela cache:

3 – (tradicional-) Tonel, o irmão mais alto da Calcedónia by Pedro Mac

Esta cache encontra-se muito próxima do topo da montanha de nome Tonel, esta  elevação atinge uma altitude máxima de 919 metros.

 

4 –  (earth-) Grey “t” Moby Dick by K!nder

Uma das importantes características do Gerês é a variedade de Granito existente neste Parque Natural. Esta cache é dedicada a uma rocha granítica existente no local com um formato peculiar, a forma de uma baleia.

 

5 – (tradicional-) Fenda da Calcedónia by Silvana

Um dos principais pontos de interesse deste trilho é o penedo da Calcedónia, muito conhecido pela grande fenda que o atravessa, de um lado ao outro, levando-nos ao seu topo.  

 

 Poucos sabem, contudo, que junto dele se abrigava uma povoação da Idade do Ferro, mais tarde ocupada pelos romanos.

Quando atingirem o topo da fenda eis que poderão contemplar o que de mais belo a natureza tem para nos oferecer, a paisagem é de cortar a respiração tanto quanto a subida para lá chegar.

De seguida, apenas a uma breve caminhada de distância poderão também visitar as caches 6 – (tradicional-) A Cache da Bia e do Titi by Bia e Titi e 7 – (earth-) Quartzo no PNPG / Quartz in PNPG by joom

De seguida deverão rumar de novo ao trilho e até a uma nova paragem na cache que se segue:

8 - (tradicional-) #05 Reino Fungi by edukaminho1 e reciclapc

Esta uma cache dedicada aos cogumelos que a freguesia de Convide, e não só, nos tem para presentear.

Já de regresso ao cachemobil. Sugerimos a passagem pela cache 9 – (tradicional-) Coreto Covide by Barquenses

Finalizada a caminhada que sugerimos para o período da manhã, estará já em tempo para um belo repasto, sugerimos que metam as rodas do vosso cachemobil a caminho para um local de grande referência, o Santuário de S. Bento da Porta Aberta, onde encontrarão um belo espaço para a vossa merenda.

10 - (tradicional-) [Siglas Poveiras] S. Bento da Porta Aberta by eniel & emlino

S. Bento da Porta Aberta é um importante centro religioso situado na freguesia de Rio Caldo, originou-se com a construção de uma pequena Ermida no ano de 1614. Como era normal naquela época, esta capela tinha um pequeno alpendre e as portas sempre abertas, pelo que servia de abrigo a todos os que passavam.

Com o crescimento do culto, houve a necessidade de ampliar essa construção, sendo erguido então o templo a S. Bento, numa obra que durou 15 anos, de 1880 a 1895.

Importantes alterações foram feitas, tais como a colocação de um retábulo de talha doirada a ouro brunido, bem como a colocação de painéis de azulejos, pintados que retratam passagens da vida do santo.

Com o crescente que o culto continuou a ter, em 1998 foi inaugurada uma nova cripta muito mais ampla, construída ao lado do templo do séc. XIX, obra do arquiteto Luís Cunha.

No mês de Abril, de 2015, foi concedido o título de Basílica, pela Santa sé, ao Santuário do S. Bento.

Este santuário é considerado o segundo mais visitado a título nacional.

 

Finda a visita a esta Santuário, é hora de rumar à Vila do Gerês, passando pela cache 11 – (tradicional-) Bridges of Rio Caldo by 20 ver

 

 

12 – (multi-) Vila do Gerês by Team Ferreira

Com referências históricas que remontam à época dos Romanos, conforme atestam moedas encontradas em escavações junto às nascentes termais, é no reinado de D. João V que se constroem os primeiros edifícios para banhos, constituídos por tanques de granito abrigados em guaridas em pedra - Os Poços.

Em 1888 é esta estância visitada por suas majestades D. Luiz I e D. Maria Pia, D. Carlos I, então Príncipe real e sua esposa D. Maria Amélia. Só em 1897 é iniciada a construção do primeiro Estabelecimento Termal do Gerês.

A eficácia das Águas Medicinais do Gerês aliadas à constante preocupação na modernização das suas infra-estruturas e na qualificação dos seus técnicos de balneoterapia e fisioterapia, na criação do novo Centro de Nutrição, bem como a existência de acompanhamento clínico permanente fazem do Gerês uma das Estâncias Termais mais frequentadas em Portugal.

 

Visitada a Vila do Gerês agora vamos na direção ao muito conhecido Miradouro da Pedra Bela, mas não antes sem uma breve paragem nas caches 13 – (tradicional-) Trilho – Casa Florestal da Bela Vista by LinceTrabalhador e na cache 14 – (tradicional-) Capela de Santa Eufémia | Gerês by AK team & Lucho8.

Quando seguimos em direção ao Miradouro da Pedra Bela, poderemos e devemos fazer algumas paragens, como exemplo teremos algumas das caches que fazem parte de um conjunto que levam desde a Mata de Albergaria até ao Miradouro da Pedra Bela, pelo nosso trajeto teremos então oportunidade de visitar as caches:

15 – (tradicional-) Da Albergaria à Pedra Bela VIII-Vidoeiro by Team Ferreira;

16 - (tradicional-) Da Albergaria à Pedra Bela IX-Fonte da Forja by Team Ferreira;

17 - (tradicional-) Da Albergaria à Pedra Bela XI-Fonte do Azeral by Team Ferreira;

18 - (tradicional-) Da Albergaria à Pedra Bela XII-Campo da Bola by Team Ferreira;

19 - (tradicional-) Da Albergaria à Pedra Bela XIII-F. Curral do Gaio by Team Ferreira;

20 - (tradicional-) Da Albergaria à Pedra Bela XIV-Floresta Encantada by Team Ferreira;

21 - (tradicional-) Da Albergaria à Pedra Bela XV-Natureza pura by Team Ferreira e

22 - (tradicional-) Da Albergaria à Pedra Bela XVI-Casa da Pedra Bela by Team Ferreira.

 

23 – (tradicional-) Have a Pen? [Pedra Bela – Gerês] by razalas

O Miradouro da Pedra Bela, situa-se a 800 mts de altitude e é um espelho da beleza fantástica do Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Este é um dos locais mais conhecidos do Gerês, e uma vez avistando a paisagem, percebe-se instintivamente o porquê. As montanhas, a albufeira da Caniçada, os rios que serpenteiam a serra, a confluência do Rio Cávado com o rio Caldo, a vegetação própria desta serra, ou a estonteante portela do Homem. A Pedra Bela desde sempre encantou, dizendo os antigos que foi a mão Divina que ali a colocou, como que uma peça num presépio, perfeita e imponente.

 

De seguida e para terminar a nossa aventura por alguns dos locais mais fantásticos do concelho de Terras de Bouro, sugerimos que visitem o Miradouro da Fraga Negra.

Devem estacionar o vosso cachemobil nas coordenadas N 41 43,460 W 8 10,212 e fazer uma breve caminhada de 500mts até ao miradouro.

 

24 – (tradicional-) Miradouro da Fraga Negra by razalas

Mais um belo miradouro desta serra, desta vez onde poderemos ter uma vista privilegiada. Este miradouro foi instituído em 1962 e permite-nos uma abrangência do vale do Rio Gerês a uma altitude de 575mts.

 

Visita concretizada é hora de subir um pouco mais e terminar esta nossa aventura com a visita ao Miradouro da Boneca.

Aconselhamos a estacionar o cachemobil nas coordenadas N 41 43,676 W 8 11,069 para terminar com uma caminhada de 2 Km, que compensará certamente.

 

25 – (tradicional-) Miradouro da Boneca by Teotonio

Este é um miradouro a não perder e situa-se a 750mts de altitude, um local onde poderemos vislumbrar as belas paisagens do PNPG. Alguns metros antes do miradouro, encontrámos a Fonte da Boneca onde poderemos obter água fresca. Do miradouro temos uma paisagem linda sobre a Vila do Gerês, bem como sobre a encosta vizinha onde a floresta cobre toda a montanha.

 

Assim terminamos a nossa sugestão para esta Edição de Rota “Por Ruas e Ruelas” explorando o concelho de Terras de Bouro, esperemos que desfrutem. Com o sabor a Verão, na próxima rubrica iremos propor-vos uma rota estival pelos concelhos de Esposende e Maia.

 


 

...::: BOUA PA CARAGO! :::...

Caches em Destaque

 

(tradicional-) Cascatas do Tahiti [Gerês] by hfap

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Esta geocache leva-nos a visitar uma das cascatas naturais do Gerês mais procuradas pelos turistas e visitantes da região, Cascata do Tahiti é o nome popular para a Cascata fecha de Barjas. Para chegar até esta geocache e visitar a respetiva cascata prepare-se para uma alucinante descida a pé, onde poderá encontrar uns moinhos abandonados e algumas pequenas quedas de água que formam espetaculares lagoas onde poderá refrescar-se. Muito próximo da geocache encontrará uma lagoa rodeada de areia e poderá observar uma das mais belas e maiores cascatas do Gerês. É um local a visitar e que não deverá esquecer a máquina fotográfica, pois sem dúvida poderá tirar belas e maravilhosas fotografias junto desta beleza natural. Assim consideramos uma geocache a fazer, esta nomeada dos Prémios GPS 2008, ainda hoje atrai visitantes pelo fantástico spot que acolhe.

 

(multi-) O Santo Graal by 2par

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O Santo Graal, uma geocache do tipo multi, que apela à curiosidade, nomeada para os Prémios GPS 2008, é ainda hoje um marco do geocaching na região onde se encontra. A curiosidade é despertada logo na sua listing, a qual refere com certeza de que foi descoberto por estes owners o Santo Graal, que se encontrava perdido o tempo e na história, e que fora ali deixada por um cavaleiro templário. Pois bem, sem dúvida que nos leva a um percurso de paisagem maravilhosa, no seu primeiro ponto, onde podemos visitar a Cascata do Arado, que fascina quem contempla esta maravilha da natureza. Após encontrar o primeiro ponta teremos indicação do destino a seguir, no qual paisagens e natureza não nos faltará, daí até ao ponto final será uma caminhada deliciosa mas deveras cansativa. Esta multi cache termina no Curral da Teixeira, local com aspeto bucólico encravado no vale do Rio Teixeira, o que faz com que seja um dos preferidos de muitos dos visitantes desta área protegida.

 

(tradicional-) Trilho das Eiras #20 – Pedreira by GeoPumasTeam

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Esta geocache encontra-se integrada num trilho com outras caches no Monte das Eiras. O Trilho das Eiras percorre um vasto território daquela que é a segunda maior área florestal do Município de Vila Nova de Famalicão. Ao longo do percurso conseguimos encontrar várias manchas florestais de espécies autóctones, como é o caso do carvalho e do sobreiro, que vão conferindo um carácter especial ao trilho, recordando as paisagens ancestrais do verde Minho. Se tiverem sorte, poderão ainda encontrar algumas das muitas espécies animais que por ali habitam, nomeadamente a salamandra e outros anfíbios, o esquilo e outros pequenos roedores, a raposa, o coelho bravo e uma grande variedade de répteis.

Há que destacar ainda os miradouros naturais que nos proporcionam belíssimas vistas em várias direções, já que o trilho percorre grande parte da cabeceira do monte. Em dias de céu limpo é possível avistar-se a Serra do Alvão, localizada a 60 Km de distância!

A cache, propriamente dita, trata-se de um container de carácter muito especial, sem dúvida que criatividade não faltou a estes owners, um mecanismo que quando bem idealizado nos leva a um patamar superior desta atividade. Uma geocache que aconselhamos a qualquer praticante, pois certo é que todos irão gostar.

 

(earth-) Labyrinth of Rocks by razalas

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Esta geocache convida a não esquecer a máquina fotográfica. Um GZ, com vista privilegiada sobre a cidade berço, Guimarães, um local perdido entre um verdadeiro labirinto de rochas. Além da instrutiva lição de geologia, proporciona uma aventura entre rochas e termina num fantástico miradouro improvisado mas, sem dúvida alguma, com uma paisagem de cortar a respiração. Um local que aconselhamos a visitar e onde podem apreciar o pôr-do-sol e, claro está, tirar belas fotografias. Nas redondezas poderão ainda partir à aventura na descoberta de inúmeras grutas e desfrutar das magníficas paisagens que os miradouros naturais lhe proporcionam.

 

(tradicional-) Tesouro na Ilha by InvisibleCatchers

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Uma geocache que não nos leva a paisagens fantásticas, como a anterior, no entanto prima pelo seu descaramento. Visível aos olhos de todos mas integrada no seu meio, é habitualmente um desafio dar pela sua presença. É de formato simples mas curiosa, e agrada a quem a visita. Encontra-se situada numa pequena freguesia, e junto a um “covil” de geocachers, permitindo assim presentear os que se juntam para os habituais convívios.

 

(tradicional-) Aldeias de Portugal I - Quintandona by acvs

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A aldeia de Quintandona, integrada na freguesia de Lagares, concelho de Penafiel, apresenta grandes potencialidades de desenvolvimento turístico, já que se trata de uma aldeia típica preservada, com uma beleza e arquitetura singulares, situada próximo dos grandes centros urbanos. Na verdade, a aldeia, com as suas construções em pedra de lousa e de xisto, e a paisagem agrícola e florestal que a envolve, quando “descobertas” pelas gentes urbanas das proximidades, conduziram a uma grande procura turística.

O local é deveras digno de uma visita mais demorada para podermos apreciar a tão bem arranjada beleza!

 

(tradicional-) VG - São Miguel-O-Anjo by CaXadores

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Esta cache, que foi uma das finalista de 2015 e brinda-nos com uma paisagem esplendida e um container grandioso.
O Monte de São Miguel-O-Anjo é o ponto mais alto do Concelho da Maia, situando-se numa elevação de geologia xistosa, atingindo 255 metros de altitude. O Monte encontra-se florestado com povoamentos onde domina o eucalipto. O topo do Monte é um espaço de clareira onde no ponto mais alto se encontra a Capela de São Miguel-O-Anjo, orientada a poente, com o respetivo adro que funciona como miradouro.
A romaria a São Miguel-O-Anjo no primeiro Domingo de Julho, dá nome a este monte, do qual se pode avistar os contornos do Porto, o Sameiro em Braga, a Santa Justa em Valongo, o Monte Crasto em Gondomar, e no horizonte o mar.
Diz-se que, antigamente, a festa era celebrada pelos pescadores da vila de Matosinhos para agradecer a proteção que o Anjo lhes concedia; além disso o Monte servia-lhes de ponto de referência, de farol, quando regressavam das fainas piscatórias.
Quanto ao container, o que dizer dele?! Vê-lo a abrir é um momento de magia! Cache com toque personalizado e de qualidade de excelência.
Esta é uma daquelas caches merecedoras efetivamente de destaque, pois tem tudo: local e container!
O local é bastante agradável e bem cuidado e era desconhecido, container está muito bem conseguido e totalmente enquadrado com a temática!


(tradicional-) Gravuras rupestres?!!!... em Valongo?!!! by Pirat@

(found) 323 (favorite) 112

Afinal há gravuras rupestres em Valongo!!!
Esta cache proporciona-nos uma extraordinária aventura. Paisagens incríveis, obstáculos, subidas, descidas e um logbook muito original, enquadrado na temática da cache.
Esta cache é uma ótima surpresa, pois se já valia pelo sítio, que nos permite vislumbrar paisagens de beleza singular, o logbook ainda surpreende mais. E assim se fazem gravuras rupestres para a posteridade!!!


(tradicional-) Castro de São Paio [Labruge - Vila do Conde] by protoZoa

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Esta cache leva-nos até ao Castro de São Paio, um pequeno povoado da Idade do Ferro. Foi encontrado para a comunidade científica nos anos de 1959. O Castro foi desde então objeto de inúmeras ações de caça ao tesouro, tendo em 1991 sido finalmente protegido como local de interesse arqueológico. Aí decorreram de 1993 a 1996 três campanhas de escavação que permitiram perceber um povoado naturalmente piscatório. Tratava-se de uma aldeia fortificada do primeiro milénio a.C., correspondia a uma fixação de povos do Noroeste Peninsular a que os romanos chamaram Calaicos. Joia da arqueologia nacional, o Castro de S. Paio é o único exemplar, em território nacional, em que o mar toca as defesas. Povoado de pescadores e provavelmente de produtores de sal, S. Paio foi abandonado com a chegada dos romanos.
É um local magnífico com uma paisagem soberba sobre o Atlântico. Proporciona uma caminhada maravilhosa pelos corredores de madeira, por dentro do antigo Castro e à beira mar com o cheirinho da maresia.


(tradicional-) Limite Vertical by VallislongusTeam

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Esta cache não é para todos!! Sobre ela não há muito a dizer mas muito para sentir… Uma cache com uma grande dose de adrenalina e coragem.
Já no topo sente-se um arrepiozito só ao olhar cá para baixo e, em simultâneo, uma sensação de conquista. Aqui, é chegada a hora de contemplar as belíssimas paisagens e saborear mais uma vitória.

 


...::: BAMOS PÓ CONBÍBIO :::...

EVENTOS

 

(evento-) Pontapé de saída... é hora de Verão! by CaXadores (attended) 16

No dia 25 de março reuniram-se os geocachers para mais um evento, desta vez, um evento original que elevou o desporto com um belíssimo jogo de futebol entre geocachers. Começou com um excelente ambiente de balneário e estendeu-se à quadra de jogo com um futebol de alta qualidade e uma "afición" entusiasmada a ajudar o espetáculo. Foi um divertimento total entre todos, jogadores e assistência, que terminou com a vitória de todos os presentes.
No final do jogo, ainda houve tempo para retemperar forças com umas belas cervejas fresquinhas e um bolo muito docinho e com um logbook em modo Champions League.

 

(evento-) I Geofrancesinha folhadinha by juzita (attended) 19

No dia 18 de março reuniram-se os geocacheres, à volta de uma mesa para saborear uma maravilhosa francesinha. Ao longo do jantar foi possível partilhar experiências, sugerir novos locais de descoberta e partilhar aventuras, emoções, alegrias, enfim tudo aquilo que faz mover os geocacheres.

 

(evento-) 19 Março Dia Do Pai by Os Covinhas (attended) 17

No dia 19 de março, dia de todos os pais, os geocacheres reuniram-se para a comemoração. O owner preparou uma série de divertidos jogos tradicionais onde os pais poderam relembrar e os filhos aprender jogos de outra “época”.
Foi uma tarde bem passado na companhia de malta bem divertida, onde reinou a boa disposição. No final ainda houve prémios para os melhor preparados.

 

(evento-) Dia do Geotrabalhador by Os Malheiros (attended) 18

No dia 1 de maio, dia do trabalhador, os geocacheres reuniram-se para falar do sei hobby favorito. Não foi fácil chegar ao local mas a adesão foi em grande massa.
Foi uma tarde divertida com muitas partilhas de experiências e locais descobertos, sempre com a mesma boa disposição que caracteriza este pessoal apaixonado por “caixinhas”!

 

(evento-) 8 by Malta da boa (attended) 27

Ao oitavo dia do mês de março, eis que um evento acontecia por terras minhotas. Um evento com a finalidade de comemorar o 8º aniversário dos eventos mensais “Geocachers Meeting Point Minho”. Um momento que juntou vários geocachers locais, para soprar as velas e fatiar o temático bolo que, pois claro, não faltou nesta comemoração. Um evento que além de aniversário contaram-se peripécias e aventuras, cruzadas e desafios, de tudo que o geocaching tem de melhor, contando com a avultada participação dos amantes desta atividade.


(evento-) GetTogether @ Guimarães – Meeting by FeeDHunTeR PT  (attended) 13

Um evento mensal que se realiza na última terça-feira de cada mês, que tem como principal objetivo a partilha de experiências, convívio e diversão. Este evento não foi diferente e boa conversa não faltou, entre partilhas de experiências geocachianas e gargalhadas, decorreu o evento sem que fosse percetível o tempo passar.  

(evento-) Braga Meeting Point – Abril 2017 by //Link\\  (attended) 13

Como já é habitual, mais um evento mensal por terras minhotas. Os geocachers locais já não se enganam na data e sabem que poderão sempre contar com evento mensal. Desta vez o desafio era comparecer, fosse para rever companheiros geocachianos, beber café, discutir temáticas variadas, entre outras interessantes conversas, nada faltou em mais um evento minhoto, que já nos acostumou ao garantido bem estar.  

(evento-) Dönerstag 2017 by Joca.Sara  (attended) 2

Um já muito esperado evento anual, que se iniciou em 2007, agora comemorou 10 anos de existência, evento que se realiza sempre a uma quinta-feira. Dizem que tudo começou com um grupo de alemães que decidiram encontrar-se para deliciar um Kebab, simultaneamente em toda a Alemanha. A moda pegou e eis que agora é realizado à escala da Europa e ainda com direito a um belo souvenir. O Minho não poderia faltar nesta participação, pelo que a organização foi devidamente eficaz e garantiu que todos os participantes pudessem saborear o fabuloso Kebab entre ouras especiarias. Entre vários dedos de conversa e boa disposição, todos os participantes se deliciaram e ainda levaram para casa o desejado souvenir.          

(evento-) A Galiza… convida BRAGA by InvisibleCatchers  (attended) 6

Mais um evento onde a boa conversa, diversão e bem-estar não faltou. Foram alguns os participantes para que as temáticas fossem variadas. Como meio de promoção de um dos eventos mais esperados da Galiza, o GeoMeiga Cambados 2017, neste evento não faltaram planos e convites para a participação neste MEGA. Até o logbook foi dedicado a este evento galego, com o transporte mais místico até aos dias de hoje, uma vassoura. Houve tempo para partilhar experiências e preferências geocachianas, sempre acompanhados pela boa disposição de todos os participantes.   

 


PRÓXIMOS CONBÍBIOS:

 

BRAGA

 (evento-) 14/06/2017 - Centésimo | Meeting Point Minho by Minhotos

 

PORTO

(evento-) 08/06/2017 – Meet the Brit-Germans by scharni13

(evento-) 10/06/2017 – Portugal Medieval by Os Malheiros

(evento-) 15/06/2017 – PR 1 ST – Histórico Pré-Industrial by _The_Travellers_

(evento-) 01/07/2017 – Meet the Canadians on Canada´s Birthday by ernie&bert&elmo&grover

(evento-) 12/08/2017 – Love Love… Porto by 100espinhos

 

Assim terminamos a 4ª Edição com propostas a serem aproveitadas nos dias mais soalheiros que se aproximam.

Encontramo-nos daqui a três meses para celebrar o primeiro ano da rubrica Clã-Destinos.

Até lá, prevê-se que os Ventos de Norte sejam bem-vindos para refrescar nos dias de calor!

 

 

Agradecemos a todos a disponibilização das fotos, devidamente identificadas com o respetivo autor ou página de onde foi retirada.

Nota: Alguns termos utilizados são expressões nortenhas e palavras escritas conforme a pronunciação.

Clã-Destinos, a rubrica trimestral que vos sugere a descoberta de caches, locais, aventuras e eventos nos distritos do Braga e Porto.

Sejam bem-vindos à 3ª edição!

Depois da 2ª edição na qual nos rendemos aos encantos dos concelhos de Amarante e Guimarães, chegou a hora de embarcarmos numa nova viagem cheia de história, paisagem, arquitetura e claro está, muitas caches.

Relembramos que organizamos a rubrica em 3 tópicos principais: sugestão de rota ("Por ruas e ruelas"), caches de destaque ("Boua pa carago!") e eventos ("Bamos pó conbíbio"). Para os mais distraídos ou para os que pretendem recordar os objetivos destes tópicos: podem consultar a primeira edição aqui.

Já com a primavera à vista todos nós estamos a guardar os impermeáveis e os chapéus-de-chuva, a encher os pneus das bicicletas, a tirar o mofo dos ténis e a preparar as máquinas fotográficas para partir em busca daqueles tesouros que gostamos de encontrar com dias soalheiros.

Pois bem os Ventos de Norte trazem novas sugestões e desejam a todos uma boa leitura!


 

...::: POR RUAS E RUELAS:::...

ROTAS

Nesta 3ª Edição, sugerimos a descoberta dos concelhos de Vila Nova de Famalicão (Braga) e Vila Nova de Gaia (Porto). Como não podia deixar de ser, vamos espreitar as estatísticas gerais destes dois concelhos:

 

Vila Nova de Famalicão (published)- 435 caches

Cache com mais visitas - (tradicional-) Parque da Devesa - Exotic Garden by Sa Jones ( (found) 617)

Cache com mais favoritos – (tradicional-)  Home, sweet home by FamaTeam ( (favorite) 77)

Cache com mais fotos - (multi-) Lenda da Imagem da Nossa Senhora do Carmo by ar-my ( (photo-) 139)

 

Vila Nova de Gaia (published)- 479 caches

Cache com mais visitas – (tradicional-) Serra do Pilar by daraopedal ( (found) 2218)

Cache com mais favoritos – (tradicional-) Não percas a cabeça… by Bonnie&ClydePT ((favorite) 142)

Cache com mais fotos – (tradicional-) Serra do Pilar by daraopedal ( (photo-) 351)

 

- DISTRITO DE BRAGA -

Rota: Vila Nova de Famalicão - Espaços verdes e Cultura


Bem-vindos ao concelho de Vila Nova de Famalicão.

Para iniciar esta aventura por cantos e recantos desta cidade, sugerimos que deixem o cachemobil no Parque de Estacionamento do Parque da Devesa (N 41 24.661 – W 008 30.474).

As caches que vos propomos para o período da manhã promovem um agradável passeio, em modo caminhada, pelos jardins, praças, ruas e ruelas desta cidade povoada desde a Idade do Ferro (Cache 1 a 16), percurso com aproximadamente 6,2 Km circular.

Sugerimos que quando terminarem, continuem a vossa viagem de cachemobil, pois prevê-se a realização de cerca de 69 Km (Cache 17 a 34). Sugerimos paragem para almoço no Santuário da Nossa Senhora do Carmo, pelo que não esqueçam o vosso farnel.

1 - (multi-) Parque da Devesa by Sa Jones

Sugerimos esta como vossa primeira cache, que vos levará a um agradável passeio pelo Parque da Devesa, este que era uma aspiração dos famalicenses desde a década de 60.

Situado em terrenos das antigas quintas agrícolas, envolventes à cidade, este Parque foi inaugurado em setembro de 2012.

A sua construção surge enquadrada numa operação de regeneração urbana da zona nascente da cidade. É um espaço natural atravessado pelo rio Pelhe, 2 - (tradicional-) Rio Pelhe by Miguel_arq, que integra as vertentes lúdicas, ambiental, pedagógica e cultural, destacando-se, no que se refere aos principais equipamentos, o Anfiteatro ao ar livre, a Casa do Território e os Serviços Educativos. Na localização da cache 3 - (tradicional-) Parque da Devesa - Miradouro by Miguel_arq, terão vista privilegiada sobre a área de cerca de 27 hectares deste parque exótico, 4 - (tradicional-) Parque da Devesa - Exotic Garden by Sa Jones, reflorestada com espécies autóctones e não só. Este parque conta também com um lago artificial, criado durante a intervenção de construção, a sua existência ajuda a controlar o caudal do rio e a melhorar a biodiversidade do parque (5 - (tradicional-) Devesa Selvagem by Miguel_arq).

Terminada a visita ao Parque da Devesa, sugerimos um novo destino com passagem pela cache 6 - (tradicional-) Praça Dom Jorge Ortiga by Miguel_arq até ao Parque de Sinçães.

7 - (tradicional-) Parque de Sinçães by Voraz

Construído em 1992, assumiu-se na altura como o maior espaço verde da cidade. Um parque com um estilo contemporâneo onde se localizam os principais equipamentos culturais públicos da cidade: a Biblioteca Municipal e a Casa das Artes. Encontramos aqui diversos exemplares muito interessantes da flora autóctone que, no seu conjunto, formam uma mancha verde que confere a este Parque um inestimável valor ecológico e ambiental. (8 - (tradicional-) Parque de Sinçães #2 - O Lago by Voraz).

De seguida passando pela cache 9 - (tradicional-) Praça Madalena Fonseca by Miguel_arq sugerimos a visita aos Jardins dos Paços do Concelho, também conhecida por Praça Álvaro Marques. 

10 - (tradicional-) Praça Álvaro Marques by Miguel_arq

Esta Praça era originalmente denominada Praça do Príncipe Real e foi o primeiro jardim público de Vila Nova de Famalicão, em 1886 e onde surgiu o primeiro edifício da Câmara Municipal e Tribunal, envolvido por um jardim romântico. O atual edifício e jardim foram inaugurados em 1961, num espaço com influências modernistas, com belos espaços de estadia e contemplação, junto ao busto de Camilo Castelo Branco e do espelho de água e também se destacam as magníficas árvores exóticas e os canteiros coloridos de flores da época.

Aqui também se verificam as coordenadas virtuais da cache (unknown-) FamalicãoChallenge - Cache Bónus TB Hotel by FamaTeam, no entanto esta obriga a descobrir as restantes 49 caches espalhadas pelo concelho para por fim conseguirem encontrar esta cache bónus.

Continuando pelas agradáveis paisagens de praças e jardins, sugerimos a visita ao Parque do Vinhal.

 

11 - (multi-) Parque do Vinhal by Miguel_arq

Localizado no vale, entre a linha de caminho-de-ferro e o Hospital, o Parque do Vinhal situa-se nas margens de um afluente do rio Pelhe (12 - (tradicional-) Parque do Vinhal - Montado by Miguel_arq).

A renaturalização do ribeiro e das suas margens foi conciliada com a criação de percursos que permitem a fruição plena deste espaço. Os percursos que aqui encontramos são pontuados por pontes de madeira e bancos que convidam ao repouso e à contemplação da natureza. Aqui predominam a flora e a fauna autóctones, podendo ser observados interessantes exemplares. Os utilizadores do Parque também podem disfrutar de um parque infantil e de um campo de jogos. A tranquilidade associada ao Parque, quer pela presença de uma mancha verde espessa, quer pela presença do ribeiro, confere-lhe um ambiente muito propício para a fruição em atividades de leitura, passeios ao longo do curso de água, e puro descanso.

Como espaços verdes são um dos pontos fortes desta cidade, sugerimos a direção ao Jardim D. Maria II, passando pela cache 13 - Praça 9 de Abril by Miguel_arq.

14 - (tradicional-) Praça D. Maria II by Miguel_arq

O Jardim D. Maria II situa-se no coração da cidade, no antigo campo da feira. Em 1968 que foi inaugurada a estátua da rainha D. Maria II a foi concluída a primeira fase deste jardim.

Já em 1972 o edifício da Fundação Cupertino de Miranda implanta-se no seu topo norte, dando origem a uma praça pública, envolvida pelas principais ruas comerciais da cidade e palco dos mais importantes eventos e atividades de natureza cultural, lúdica e de lazer. Deste conjunto destaca-se o revestimento azulejar da torre. A sul, desenvolve-se o jardim, que convida ao repouso e lazer. Esta praça central e o Jardim D. Maria II constituem um conjunto muito marcante no espaço urbano da cidade, que lhe conferem identidade.

Antes de regressarem ao cachemobile, não poderíamos deixar de os levar até ao Santo Padroeiro da cidade, o Santo António e a sua igreja.

 

15 - (tradicional-) FamalicãoChallenge - Festas Antoninas by Miguel_arq & jakakanta

A Capela de Santo António está situada no centro de Vila Nova de Famalicão, mas pertence à freguesia de Antas. O edifício assume uma forma retangular cujo aparelho é constituído por alvenaria à vista. A fachada apresenta um janelão, um cornijamento em granito sobre o qual assentam duas urnas. É no coração do Minho, em Vila Nova de Famalicão, que, todos os anos em Junho, se cumpre uma das maiores e mais animadas romarias do país, as Festas Antoninas, em honra do Santo Casamenteiro, mobilizam todo o concelho e chamam à cidade milhares de turistas.
Vivem-se as tradições populares mais profundas, com a descoberta e o reencontro de costumes, sentimentos e sabores ancestrais. Pelas ruas, os aromas dos manjericos confundem-se com os da sardinha assada na brasa e das fêveras de porco. Come-se o Caldo Verde e bebe-se o vinho tinto do pipo. A festa dura toda a noite e, um pouco por toda a cidade, há música, bailaricos e arraiais populares.

Agora sim deixamos a sugestão de regresso ao vosso cachemobil passando ainda na cache 16 - (tradicional-) Alameda Dr. Francisco Sá Carneiro by Miguel_arq.

Sugerimos agora que se desloquem ao Santuário da Nossa Senhora do Carmo onde terão todo o conforto de um agradável espaço verde para o vosso piquenique, incluindo alguns Grills disponíveis para uso público. 

17 - (tradicional-) FamalicãoChallenge - Senhora do Carmo by Miguel_arq & jakakanta

O Santuário de Nossa Senhora do Carmo, um espaço Mariano localizado em Lemenhe, Vila Nova de Famalicão, representa um dos locais de referência do concelho quer pela sua importância religiosa quer pela sua beleza natural e paisagística, figurando assim nos roteiros turísticos religiosos como um local de passagem obrigatória.

Neste local é também de visita, quase obrigatória, a Quinta do Caracol onde poderemos encontrar a cache 18 - (multi-) Lenda da Imagem da Nossa Senhora do Carmo by ar-my, que, como já referido anteriormente, se trata da cache com mais fotos do concelho de Vila Nova de Famalicão e que se encontra num fabuloso jardim privado mas aberto ao público.

Terminada a visita ao local de romaria, sugerimos a passagem na cache 19 - (tradicional-) Romaria à Nossa Srª do Carmo by VilleCouer a caminho de um local muito procurado pelo lazer proporcionado e por ser uma das representações do Românico no concelho, o Mosteiro de Arnoso e a sua Praia Fluvial.

20 - (tradicional-) Mosteiro de Arnoso de Stª Eulália [Famalicão] by musa

Este templo primitivo foi fundado no séc. VII durante a época visigótica, tendo sido parcialmente destruído pelos mouros em 1067 e novamente reconstruído entre 1042 e 1090, ainda que a data inscrita no tímpano do portal sul seja de 1156.

Erguida de forma destacada num pequeno adro delimitado por muros graníticos e envolvendo sepulturas medievais talhadas no mesmo material, a igreja, de planta longitudinal formada por nave com arcos cegos adossados às paredes laterais e capela-mor de dois tramos e coberta por abóbada cilíndrica, exibe uma fachada principal com portal de tímpano vazado em cruz com arquivoltas de arco redondo e capitéis. Elementos arquitetónicos estes que foram profusamente decorados com elementos geométricos, com predomínio de quadrúpedes e aves, os mesmos que reencontramos nos portais laterais, e de igual modo presentes nos capitéis que sustentam a falsa arcaria do interior do templo. E é deste mesmo interior que se destaca a presença de pinturas a fresco quinhentistas com episódios da vida de Nossa Senhora localizadas nos flancos do arco triunfal.

Numa visita a este mosteiro poderá também desfrutar da encantadora praia fluvial do rio Guisande, a escassos metros do mosteiro, onde poderá inclusive usufruir do espaço para um belo piquenique.

21 - (tradicional-) FamalicãoChallenge - Ponte da Gravateira by MoRsE234

Trata-se de uma ponte medieval, de arquitetura civil românica, cuja época de construção remonta a séc. XII e está classificado como monumento de interesse público. É uma ponte de tabuleiro em cavalete assente sobre três arcos de volta perfeita, em cantaria, de dimensões desiguais, sendo o central de maior amplitude, com pegões cegos e dois talha-mares de forma triangular a montante, reforçados a jusante com dois talhantes retangulares, em escada.

Temos o objetivo de vos mostrar outro símbolo medieval do concelho, mas não sem antes passarem pelas caches seguintes:

22 - (tradicional-) FamalicãoChallenge - Museu da Indústria Têxtil by Adramalech

O Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave foi fundado em 1987 como um projeto de investigação em arqueologia industrial, com o objetivo de estudar o processo de industrialização desta região e contribuir para a preservação do seu património industrial.
O Museu desenvolve diversas atividades, tais como visitas guiadas, edição regular de publicações, exposições, conservação e restauro de equipamentos e maquinaria de interesse arqueológico-industrial, entre outros.
O Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave é um museu arqueológico-industrial que, para além de apresentar uma síntese da evolução histórica da industrialização desta região, expõe uma fascinante coleção de máquinas têxteis históricas em funcionamento.

O Museu pode ser visitado de terça a sexta-feira das 10h00 às 17h30 e aos sábados e domingos das 14h30 às 17h30. A entrada é livre.

 

23 - (tradicional-)MUSEU FERROVIÁRIO DE LOUSADO by eterlusitano

Trata-se de um projeto alternativo à antiga Secção Museológica, aberta ao público em 1979.

A implementação do Museu desenvolveu-se com base nas boas práticas da museologia contemporânea, sujeita a um programa que contempla áreas públicas e privadas, com espaços condignos de acolhimento de público, loja, visitas guiadas e garantia da mobilidade de todos os visitantes e funcionamento regular, que permite a fruição de um espólio ímpar no país.
A exposição do material circulante, organizada cronologicamente, tem por objetivo mostrar comboios de diversos tipos.
O material construído entre 1875 e 1965 é oriundo de oito companhias e foi adquirido em seis países a quinze construtores.
O Museu de Lousado pode ser visitado de Domingo a Sexta-feira, das 14h00 às 17h00.

24 - (tradicional-) PONTE DA LAGONCINHA by eterlusitano

A Ponte da Lagoncinha foi construída no séc. XII, provavelmente sobre as ruínas de uma antiga ponte romana na via que ligava Bracara Augusta a Cale.

A ponte de Lagoncinha, sobre o Rio Ave, remonta, muito possivelmente, ao período medieval, época em que substituiu a antiga ponte romana que estabelecia a ligação entre o Porto e Braga e, principalmente, a ligação entre o Porto e Santarém, naquela que era considerada uma das mais importantes vias do Império Romano (Scalabis Praesidium Julium).

Numa das extremidades situa-se a capela de São Lourenço e do outro uma série de alminhas.
Inteiramente construída em cantaria, a ponte apresenta o tabuleiro ligeiramente rampante, com guarda inteira e pavimento lajeado. É suportada por três arcos plenos e três em ogiva, e reforçada por contrafortes com quebra-rios de secção quadrada e triangular, a jusante e a montante, respetivamente.

Continuando com um percurso histórico sobre o concelho sugerimos agora a visita a um outro Mosteiro, no entanto, sugerimos que passem primeiro pela cache 25 - (tradicional-) Home, sweet home by FamaTeam, como referido anteriormente, a cache com mais favoritos em todo o concelho e que obriga mesmo que puxem pela cabeça.

26 - (tradicional-) As Igrejas de S.Tiago by Geo4Fun_Frutuoso & Geo4Fun_Pinheiro

A igreja de S. Tiago de Antas foi erguida no séc. XII, em estilo românico com elementos de transição para o gótico, associada um mosteiro que pertenceu à Ordem dos Templários e que entretanto desapareceu, resistindo apenas a igreja.

Apresenta uma planta simples de uma só nave e capela-mor quadrangular. O portal principal, apoiado em quatro finas colunas, tem modinatura, imposta e capitéis de expressão nitidamente gótica. Na empena da fachada principal há uma rosácea poliocular de vitrais lisos.

A porta lateral sul é de grande interesse pelos seus capitéis, dois dos quais, os da parte interna, representam figuras humanas.

Sugerimos agora que se desloquem à Casa-Museu de Camilo Castelo Branco e que aproveitem para visitar a cache 27 - (tradicional-)  FamalicãoChallenge - Solar de Pouve by miguelfontes, que surgirá pelo caminho.

28 - (tradicional-) Casa de Camilo [S. Miguel Seide - V.N. Famalicão] by coisos

A casa foi mandada construir em 1830 por Pinheiro Alves, primeiro marido de Ana Plácido. Camilo viveu com Ana Plácido nesta casa cerca de 26 anos, desde 1863 até ao suicídio em 1890. A primitiva casa foi destruída por um incêndio em 1915, e reconstruída em 1922 quando transformada num museu camiliano. No final da década de 1940 foi alvo de extensa intervenção de restauro e desde então muito semelhante à que fora habitada pelo romancista.

Sugerimos passagem na cache 29 - (tradicional-) FamalicãoChallenge - Festival Doçaria Conventual by jota23, a caminho do destino seguinte.

30 - (tradicional-) Mosteiro de Santa Maria de Landim by jakakanta

Além de contraditórias e escassas as informações sobre a fundação deste mosteiro, esta é atribuída ao séc. XII. À data da sua fundação o mosteiro era românico e ainda permanecem alguns vestígios, como os capitéis e as arcadas cegas na capela da igreja e alguns capitéis geminados com motivos da época, talvez já de transição para a centúria de duzentos, como assinalam as bases de bolbo, todos eles fragmentos possivelmente oriundos dum claustro românico destruído na reconstrução do séc. XVI. A igreja era de uma só nave, mais baixa do que a atual, e a capela de paredes retas e quadrangular. No séc. XIII, uma reforma, instalou a atual abóbada da capela e fez levantar a altura da nave, sendo dessa época alguns dos ornamentos românicos que resistiram às alterações posteriores, como os arcos-sob-cornija e o friso enxaquetado que rodeia a capela.

Dirigimo-nos agora para Riba de Ave, uma das 3 vilas do concelho de Vila Nova de Famalicão, onde podem descobrir mais um desafio: (tradicional-) Lusitani: Ave by anjomaco.

31 - (tradicional-) FamalicãoChallenge - Narciso Ferreira by InvisibleCatchers

Narciso Ferreira, com apenas 22 anos, adquiriu um terreno junto ao rio em Riba de Ave e instalou o seu primeiro edifício fabril (onde se encontram hoje as instalações da fábrica Sampaio Ferreira). O sucesso desta fábrica levou à criação de outras como a Têxtil Elétrica Lda e a Oliveira, Ferreira & Cª Lda. Em pouco tempo Narciso Ferreira criou um grande património industrial, chegando a ser o maior do país, com cerca de 12 000 trabalhadores. Foi ainda pioneira da indústria hidroelétrica (1905) e da indústria florestal de eucaliptos (1909). Ainda em vida, Narciso Ferreira deu o seu contributo para que se começasse a fazer a cidade de Riba d’Ave com a construção da Escola Narciso Ferreira, do Hospital Narciso Ferreira e do Posto da GNR, corria então o ano de 1915. Após a sua morte, foi um de seus filhos que deu continuidade à sua obra, com o desenvolvimento da Fundação Narciso Ferreira (1945), a urbanização da Avenida da Ponte (1948), o Mercado, o Teatro e os Bombeiros (1950), o novo edifício das escolas primárias (1952), a estação telegráfica e telefónica (1955) e a Igreja Paroquial (1959). A maioria destes desenvolvimentos perpetuam-se até aos dias de hoje, embora alguns deles, infelizmente, estejam ao abandono.

De seguida, com passagem na cache 32 - (tradicional-) É uma subestação e não uma central elétrica!!!! by Maçarico, seguimos rumo a mais uma ponte medieval.

33 - (tradicional-) FamalicãoChallenge - Ponte de Serves by InvisibleCatchers

Esta ponte remete à época medieval, e liga o concelho de Vila Nova de Famalicão ao concelho de Guimarães. É uma ponte de quatro arcos de granito e foi, no séc. XVIII, um meio de grande importância nas comunicações rodoviárias. Desde o séc. XX, a Ponte de Serves encontra-se classificada como monumento nacional.

34 - (tradicional-) FamalicãoChallenge - Mosteiro d'Oliveira by InvisibleCatchers

Este Mosteiro está instalado neste local desde 1168, não sendo o seu local original e tratava-se de um Mosteiro masculino. O seu interior é constituído por quatro altares laterais em talha dourada assim como a capela-mor. Na parte exterior do Mosteiro ainda se podem ver alguns sarcófagos que eternizam a história da terra. A importância do Mosteiro para a freguesia é de tal ordem que vem representado no Brasão de Armas da mesma (uma Torre coberta e com um sino).

 

Assim termina a nossa proposta de viagem por Vila Nova de Famalicão. Um local cheio de história, paisagens deslumbrantes e outros recantos para descobrir.

 

 

 - DISTRITO DO PORTO -

Rota: Vila Nova de Gaia - Entre o Mar e o Rio


Vila Nova de Gaia foi o destino escolhido para a nossa terceira proposta de Rota. É uma cidade do distrito do Porto com cerca de 302.324 habitantes no seu perímetro urbano. Esta cidade está localizada na margem sul da foz do rio Douro. As caves do famoso vinho do Porto ficam localizadas neste concelho. Formada, originalmente, a partir de duas povoações distintas, Gaia e Vila Nova, foi elevada a cidade, no dia 28 de Junho de 1984.
Durante esta rota poderemos deslumbrar-nos com a imensa riqueza que este concelho nos oferece: rio, mar, monte, monumentos e paisagens indescritíveis!



1 – (tradicional-) Serra do Pilar by daraopedal

Iniciamos esta rota no alto da serra do Pilar. Lugar magnífico, onde podemo-nos deslumbrar com a paisagem sobre o Douro e em simultâneo visitar o seu imponente Mosteiro.
O Mosteiro da Serra do Pilar foi criado após a reforma da Ordem dos Agostinianos, quando os monges do mosteiro de Grijó foram transferidos para a nova localização.
Inicia-se em 1537 a construção deste novo mosteiro, que apresenta planta composta pela igreja, de planta circular, da capela-mor, de planta retangular, e do claustro, também de planta circular, todos dispostos sequencialmente. É considerado um dos mais notáveis edifícios da arquitetura clássica europeia devido à igreja e claustro circulares.
Durante a Guerra Civil Portuguesa (1828-1834), quando do Cerco do Porto (Julho de 1832 - Agosto de 1833), as tropas liberais instalaram-se nas dependências do mosteiro, proporcionando suporte às forças liberais sitiadas do outro lado do rio Douro. No final do conflito, fruto dos constantes ataques que sofreu, encontrava-se em deplorável estado de ruína, caindo em abandono.
Durante o século XX, o Mosteiro foi objeto de diversas campanhas de obras de conservação e restauro e está abrangido pelo Centro Histórico do Porto, inscrito pela Unesco na Lista do Património Mundial. Aqui funciona atualmente o espaço de divulgação "Património a Norte" e é um dos melhores miradouros para o rio Douro e zonas históricas do Porto e Vila Nova de Gaia.
Parte deste edifício é ocupado pelo Exército português.


2 – (tradicional-) Jardim do Morro [V.N. Gaia] by daraopedal
Descendo do Mosteiro da Serra do Pilar vamos até ao jardim do Morro.
Este jardim localiza-se no sopé da Serra do Pilar, junto ao tabuleiro superior da Ponte D. Luís e constitui mais um magnífico miradouro para a zona histórica do Porto. Tem um lago, um coreto e uma vasta variedade de espécies vegetais, entre as quais se encontram 22 tílias alinhadas ao longo do tramo final da Avenida da República.
O Jardim do Morro foi construído em 1927 em Gaia. Desde então, o desenho pouco mudou mas, em 2016 teve um novo vizinho, o metro, passando a ser passagem de milhares de turistas.
Aqui, também podemos desfrutar do teleférico que liga Jardim do Morro à Praça de Super Bock no Cais de Gaia. Foi inaugurado em 1 de Abril de 2011 e percorre uma distância de 560 metros.
Neste momento, o Jardim do Morro está a ser requalificado. Este espaço verde, que atrai muitos turistas, terá um anfiteatro ao ar livre, um parque geriátrico e uma cafetaria. A gruta e o lago serão preservados.


3 – (tradicional-) Parque da Ponte Maria Pia [V. N. de Gaia] by daraopedal
Seguindo viagem, podemos observar o Quartel do Regimento de Artilharia Nº 5, na Serra do Pilar e rapidamente encontramos mais um parque magnífico.
Este parque foi construído, após o encerramento da linha de caminho-de-ferro (Porto-Lisboa) que passava pela ponte D. Maria Pia. A linha de caminho-de-ferro, vinda do Sul, após o apeadeiro de General Torres, passava num túnel sob a Av. da República e seguia por uma profunda trincheira, encravada entre os terrenos do Quartel da Serra do Pilar e da antiga fábrica da CUF, até à Ponte Maria Pia. Foi essa trincheira que se aterrou, permitindo criar, à superfície, um espaço de muito maiores dimensões (cerca de 8.000 m2) onde, agora, está instalado o Parque da Ponte Maria Pia. O túnel foi preservado, sendo selado a Norte, de modo a não sofrer infiltrações e a não inviabilizar um eventual uso futuro.
Atualmente, podemos usufruir neste magnifico parque para além de mesas para merendeiro, parque infantil…de uma linda paisagem sobre o Douro!



4 – (tradicional-) Ponte D. Maria Pia by My Greenway Tours & Coruja (Cache Premium)
Seguimos para a Ponte D. Maria Pia.
A Ponte Maria Pia é uma infraestrutura ferroviária, que transportava a Linha do Norte sobre o Rio Douro, entre as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia, no Norte de Portugal. Foi inaugurada em 4 de Novembro de 1877.
Em 1982 foi classificada Monumento Nacional pelo IGESPAR. Em 1990 foi classificada pela American Society of Engineering (ASCE) como Internacional Historic Civil Engineering Landmark.
As restrições de velocidade de tráfego que não permitiam ultrapassar a velocidade de 20 km/h e o facto de apenas possuir via única ditaram o seu fim como infraestrutura ferroviária e foi encerrada em 24 de Junho de 1991, tendo sido substituída pela Ponte de São João.
Esta ponte, assim chamada em honra de Maria Pia de Saboia, é uma obra de grande beleza arquitetónica, projetada pelo Eng.º Théophile Seyrig e edificada pela empresa Eiffel Constructions Métalliques. Foi a primeira ponte ferroviária a unir as duas margens do rio Douro.
Estiveram em permanência 150 operários a trabalhar, tendo-se utilizado 1.600.000 quilos de ferro. Tendo em consideração as dimensões da largura do rio e das escarpas envolventes foi o maior vão construído até essa data, aplicando-se métodos revolucionários para a época.
A ponte esteve em serviço durante 114 anos, como parte da Linha do Norte, até à entrada em serviço da Ponte de S. João em 1991.


5 – (tradicional-) Miradouro do Infante by Carlytos
Depois de apreciado o monumento tão conhecido, Ponte D. Maria Pia, partimos para este pequeno e desconhecido miradouro que oferece uma vista privilegiada sobre o Porto, o rio Douro e a Ponte de D. Luiz I.
Aqui podemos desfrutar da paisagem e do sossego, aproveitando para tirar belas fotos.


6 – (tradicional-) Luiz I Bridge by My Greenway Tours & Coruja (Cache Premium)
Depois de apreciar a bela ponte D. Luiz I à distância, é hora de chegar até ela e apreciar todos os seus pormenores, além da bela paisagem que ela nos proporciona.
A ponte D. Luiz I é uma ponte em estrutura metálica com dois tabuleiros, construída entre os anos 1881 e 1888, ligando as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia separadas pelo rio Douro, em Portugal.
Esta construção veio substituir a antiga ponte pênsil que existia no mesmo local e foi realizada mediante o projeto do engenheiro belga Théophile Seyrig, que já tinha colaborado anteriormente com Gustave Eiffel na construção da ponte Maria Pia, ferroviária.
Na segunda metade do século XIX, o comércio progredia na cidade do Porto. As fábricas espalhavam-se por todo o bairro oriental da cidade, dito brasileiro. O trânsito entre Gaia e o Porto crescia a olhos vistos, e a bela Ponte Pênsil não chegava para uma circulação eficaz.
A ponte foi inaugurada em 1886 (tabuleiro superior) e 1888 (tabuleiro inferior e entrada em total funcionamento).
A estrutura da nova ponte, verdadeira filigrana de ferro, que passou a ser, juntamente com a Torre dos Clérigos, o ex libris por excelência do Porto, pesava no seu conjunto 3 045 toneladas. A ponte ficou iluminada por meio de artísticos candeeiros de gás, 24 no tabuleiro superior, 8 no inferior e 8 nos encontros.
Desde 2005 o seu tabuleiro superior serve a Linha D do Metro do Porto e no tabuleiro inferior peões e veículos automóveis.
Feito o log e apreciada toda a beleza desta magnifica ponte, continuamos o nosso percurso em direção ao atlântico, passando pela foz do rio Douro.
Durante este percurso podemos observar várias Caves do famoso Vinho do Porto.
A produção do Vinho do Porto é bastante rigorosa. É somente na região demarcada do Alto Douro Vinhateiro (cerca de 120km do Porto) que esse vinho pode ser produzido. Em virtude das características do solo e do clima, não há outro lugar em Portugal e no mundo em que as castas possam ser cultivadas da mesma forma.
Tal região foi demarcada pelo Marquês de Pombal em 1756, tendo completado 216 anos em 2016.
As caves abertas a visita em Vila Nova de Gaia, fazem parte de um processo posterior da fabricação, ou seja, de descanso ou envelhecimento, além do armazenamento na temperatura naturalmente fria e ideal para o seu padrão de qualidade.
Junto a beira do Douro ainda é possível ver alguns barcos rabelos, hoje com função somente turística, que faziam o transporte do vinho desde as quintas produtoras até as caves.


7 – (earth-) Granito de Lavadores by anjomaco
Mais uma paragem, agora junto ao Atlântico.
Fazemos uma pequena paragem para conhecer um dos locais onde é possível observar algumas das principais características e particularidades do Granito de Lavadores.
O granito de Lavadores pode ser descrito, quanto à sua textura, como sendo uma rocha rósea, porfiróide, holocristalina, fanerítica de grão médio a grosseiro, essencialmente metaluminosa, sub-alcalina de origem dominantemente mantélica; cristalizou sob pressões que atingiram os 3,1 kbares e temperatura de 750 º C (Silva, 2001). É caracterizado pela ocorrência de numerosos encraves de rochas com cor mais escura (mais ricas em biotite e mais pobres em quartzo). Este facto pode ser explicado pela cristalização mais ou menos simultânea de dois magmas imiscíveis e com diferentes viscosidades. Podemos ainda encontrar, no granito de Lavadores, aspetos típicos de estruturas de fluxo magmático definindo alinhamentos caracterizados ou pela alternância de bandas escuras de biotite com bandas mais claras ou ainda por corredores de encraves.
Aqui podemos apreciar todos esses fenómenos e encontrar as respostas para a concretização desta cache.
Podemos ainda disfrutar de mais uma belíssima paisagem e tirar belas fotos.


8 – (tradicional-) Canidelo - O rio e o mar by daraopedal
Chegamos à foz do rio Douro, na margem sul.
O Douro é o segundo maior rio da península Ibérica. Nasce no Norte de Espanha a 2080 metros de altitude na província de Sória, nos picos da Serra de Urbião (Sierra de Urbión) e percorre 850 quilómetros até à sua Foz em Portugal junto às cidades do Porto e de Vila Nova de Gaia.
Aqui, podemos fazer a cache, apreciar a beleza em redor e aproveitar para fazer uma pequena caminhada, sentindo a maresia que o atlântico nos oferece e apreciar a paisagem.

9 – (tradicional-) Porto Challenge - Vila Nova de Gaia by Geocachers de Gaia
Se continuarmos a caminhar pelo passeio destinado a cicloturistas e peões em direção ao estuário, podemos encontrar esta cache e tudo o que ela nos proporciona.
O Estuário do Douro situa-se na margem sul da Foz do Rio Douro entre as margens das cidades do Porto e de Vila Nova de Gaia tem uma extensão de cerca de 20 hectares, englobando a Baia de São Paio (frente do estuário) e a zona arenosa do Cabedelo (parte final do estuário).
Dada a sua localização, é um dos melhores locais existentes nesta região para a observação de aves designadamente as espécies migratórias e limícolas.
As gaivotas como o guincho-comum, a gaivota-d’asa-escura e a gaivota-argêntea, bem assim como algumas limícolas das quais se destaca o maçarico-das-rochas, são as espécies mais abundantes e que aqui podem ser vistas durante todo o ano.
Além destas, muitas outras espécies de aves também aqui podem ser vistas, todavia, em determinadas alturas do ano. Assim as aves migratórias, como a garça-real e a garça-branca-pequena são duas das espécies que podem, no Inverno, aqui ser facilmente observadas. Estas duas espécies concentram-se sobretudo em pequenos charcos que existem na zona periférica que dá acesso ao interior arenoso do Cabedelo, próximas do passeio destinado a cicloturistas e peões, donde, aliás, podem ser facilmente avistadas.
Outra das espécies migratórias que pode ser observada é o corvo-marinho-de-faces-brancas. Aqui também já foram observadas a rola-do-mar, o guarda-rios, o maçarico-de-bico-direito e o pilrito-das-praias.
Continuamos viagem pela zona costeira onde podemos observar belíssimas praias.


10 – (tradicional-) Senhor da Pedra by john_the_oak (adopted by daraopedal)
Chegamos à Capela do Senhor da Pedra localiza-se na Praia de Miramar, freguesia de Gulpilhares, pertencente a este concelho.
Foi erguida sobre um rochedo junto ao mar em 1686. Apresenta planta hexagonal. Internamente possuiu um altar-mor e dois retábulos laterais de talha dourada em estilo barroco. Conta ainda com diversas estátuas religiosas, com destaque para a imagem de Cristo crucificado.
De cada lado da entrada da Capela, encontra-se um painel de azulejos monocromático de cor azul, com as seguintes inscrições:
⦁    Painel do lado esquerdo: "O LOCAL ONDE SE LEVANTA ESTA CAPELA DO SENHOR DA PEDRA É CERTAMENTE O MAIS ANTIGO LUGAR DE CULTO DA FREGUESIA ANTES DE NELE SE CELEBRAR A CRISTO SERIA ALTAR PAGÃO"
⦁    Painel do lado direito: "A ORIGEM DO GRUPO POPULACIONAL DE GULPILHARES REMONTA A MAIOR ANTIGUIDADE COMO BEM SE DEMONSTRA COM O NOTÁVEL ESPÓLIO ARQUEOLÓGICO QUE NESTA REGIÃO TEM SIDO ACHADO"
Acredita-se que a origem do culto na Capela do Senhor da Pedra possa ter origem em um antigo culto pagão, de carácter naturalista, dos povos pré-cristãos, cujas divindades eram veneradas em plena natureza, tendo posteriormente sido convertido ao Cristianismo.
A romaria ao Senhor da Pedra é uma das mais tradicionais tanto de Vila Nova de Gaia como da freguesia de Gulpilhares. Realiza-se anualmente nas praias do Senhor da Pedra, no domingo da Santíssima Trindade, e prolonga-se até à terça-feira seguinte.



11 – (tradicional-) Parque de Dunas da Aguda by tmrm95
Continuando o percurso pela bela costa marítima, chegamos ao parque de Duna da Aguda. É preciso um pequeno passeio por estas magnificas Dunas para encontrar esta caixinha.
As dunas integram um mosaico natural que apoia a biodiversidade e uma das faces mais visíveis para quem passa perto são as plantas e as aves que ali fazem ninho.
O Parque das Dunas da Aguda foi criado em 1997, através do Parque Biológico de Gaia e com o apoio financeiro do programa LIFE, da União Europeia. A criação deste parque tem como objetivos principais a sensibilização e informação dos cidadãos sobre a importância da proteção do ecossistema dunar. Até há 17 anos, o acesso às praias era feito de uma forma não controlada e os estragos das dunas eram visíveis aos olhos de todos. Sabia-se que era necessário intervir para preservar este ecossistema dunar. Assim, a colocação de vedações, paliçadas e a limpeza ajudam a conservar o ecossistema dunar.



12 – (tradicional-) Mosteiro de Grijó by anjomaco
Continuamos o nosso percurso e chegamos a mais um belo mosteiro, o Mosteiro de São Salvador de Grijó, popularmente referido como Mosteiro de Grijó.
De acordo com a tradição, o primitivo mosteiro foi fundado em 922, no lugar de Muraceses por dois clérigos, Guterre e Ausindo Soares, vindo a adotar a regra e o hábito da Ordem de Santo Agostinho em 938.
No ano de 1112 foi transferido para a atual localização. A igreja do novo mosteiro foi sagrada em 1235 pelo então bispo da Diocese do Porto, D. Pedro (IV) Salvadores (1235-1247).
No início do século XVI o convento encontrava-se em ruínas e, em 1535, João III de Portugal autorizou sua transferência para a serra de São Nicolau, em Gaia (Mosteiro da Serra do Pilar). No entanto, nem todos os clérigos concordaram com a transferência e, desse modo, em 1566 o Papa Pio V separou os dois mosteiros.
Com o retorno dos monges a Grijó, diante da necessidade de reformas no edifício, a comunidade contratou, em 1572, o arquiteto Francisco Velasquez, então mestre-de-obras da Sé de Miranda do Douro, para desenhar o novo projeto. Dois anos depois, a 28 de junho de 1574, era lançada a primeira pedra do dormitório. Até 1600 estavam concluídas duas alas do claustro, o refeitório e a sala do capítulo. No entanto a construção da igreja arrastou-se por mais cerca de trinta anos, uma vez que a capela-mor só foi fechada em 1629.
No ano de 1770 o convento foi extinto, passando os seus bens para o Convento de Mafra.
Este mosteiro é constituído pela igreja, de planta longitudinal de nave única, e pelas dependências conventuais, situadas à direita, com claustro de planta quadrada. A fachada principal da igreja divide-se em três registos, possuindo no primeiro galilé, à qual se tem acesso por arcada. Sobre esta, um entablamento divide este espaço do segundo registo, que possui ao centro janelão rasgado a toda a altura, ladeado por dois nichos com as imagens de São Pedro e São Paulo, encimados por janelas quadradas. As pilastras que ladeiam os nichos são estriadas, com terço inferior decorado por motivos florais. O registo é rematado por entablamento. A fachada é coroada por frontão triangular interrompido, antecedido por varandim, com duplos pináculos sobre acrotério e relógio ao centro, emoldurado e encimado por pináculos e cruz.
A fachada de São Salvador de Grijó apresenta um modelo retabular, que destaca a verticalidade e a sobreposição de ordens arquitetónicas, numa ambiguidade tipicamente maneirista. São evidentes as semelhanças entre esta fachada e a do templo do Mosteiro de São Salvador de Moreira da Maia, para a qual Grijó deve ter servido de modelo).
Interiormente, o templo possui nave única coberta por abóbada de caixotões, possuindo seis capelas colaterais comunicantes com retábulos de talha maneiristas. O arco triunfal é ladeado por pilastras coríntias e rematado por entablamento decorado. A capela-mor, coberta por abóbada de caixotões decorada por motivos geométricos, possui painéis de azulejos enxaquetados, tendo um cadeiral de madeira e retábulo-mor de talha, elaborado em 1737 pelo mestre António Vidal, com painel representando a Transfiguração de Cristo pintado em 1795 por Pedro Alexandrino.
No espaço adjacente à igreja foi construído o claustro, de planta quadrada, com dois registos, tendo no primeiro a ordem jónica e no segundo a ordem coríntia. O registo superior é coberto por teto de madeira. No espaço do claustro existem diversos painéis de azulejos policromos com figurações de apóstolos e doutores da igreja. Ao centro do espaço claustral foi edificado um chafariz de modelo flamengo, decorado por carrancas. Na ala norte do claustro foi colocado o túmulo de D. Rodrigo Sancho, filho ilegítimo de D. Sancho I.


13 – (tradicional-) Moinhos do Uíma - Ribeira by john_the_oak
Chegamos à freguesia de Sandim onde podemos observar os cinco moinhos restantes (Gassamar, Chão de Moinho, Santa Marinha, Retorta e Arroteias), de rodízio, em funcionamento.
Esta freguesia é atravessada pelo Rio Uíma, afluente do Douro, que em tempos deu origem a uma laboriosa atividade de moagem de cereais, essencialmente milho. Os moinhos foram um fator económico muito importante no desenvolvimento económico e social de Sandim.
O Mosteiro de Vila Cova das Donas manteve arrendados inúmeros moinhos e pisões a gerações sucessivas, privilégio bastante desejado. Infelizmente, o modernismo levou a que as pessoas abandonassem as artes tradicionais mas não se deixar cair no esquecimento algo que faz parte da nossa história coletiva. Podemos, a partir desta cache, a rota dos moinhos.


14 – (tradicional-) Jardim Igreja Matriz Sandim by cristovao13
Ainda em Sandim, uma vila e antiga freguesia portuguesa do concelho de Vila Nova de Gaia, é a freguesia mais a sul deste concelho. Encontra-se já no limite com o vizinho município de Santa Maria da Feira (distrito de Aveiro).
Em termos de área, foi a segunda maior freguesia de Vila Nova de Gaia. A partir de 29 de Setembro de 2014, Sandim é parte integrante da União de Freguesias de Sandim, Olival, Lever e Crestuma.
Foi vila e sede de concelho até 1834. Voltou a ter a categoria de vila em 20 de Julho de 2001.
A Praça Comendador Augusto Ferreira Machado é um pequeno espaço de lazer em frente a Igreja Matriz de Sandim inaugurada em 2011.
A Igreja Matriz de Santa Maria, construída no ano de 1700, substituiu uma outra que terá existido no sítio da Carvalhosa. Fachada sóbria e elegante, interior com valiosas imagens dos séculos XVII e XVIII.


15 – (tradicional-) Parque do Castelo (Crestuma) by meneses.mf
Inaugurado em 13 de setembro de 2009, o Parque Botânico do Castelo, em Crestuma, é a recuperação de uma quinta que se encontrava em ruínas, entretanto adquirida pelo Município, que a recuperou através dos serviços do Parque Biológico de Gaia.
Além de parque botânico, este espaço verde é também sítio arqueológico.
A disposição no espaço deste novo espaço verde é peculiar, pois assenta em socalcos. Quanto mais se sobe, mais encanta a paisagem sobre o rio Douro, que corre em baixo.
As espécies que podemos encontrar são sobretudo freixos, sobreiros, gilbardeira e, entre outras, diversos carvalhos autóctones. À sombra dos medronheiros, há também endemismos diversos, como é o caso da planta endémica do Norte de Portugal chamada Omphalodes nitida.


16 – (tradicional-) Mosteiro de Pedroso by CacheTugas
Trata-se de um antigo mosteiro da Ordem de São Bento. De acordo com frei Luís de São Tomás, foi fundado em 867 por doação de D. Gondezinho. Fontes documentais, entretanto, referem que foi fundado na passagem do século X para o século XI, com base em uma escritura de doação com data de 24 de fevereiro de 1046, onde Trastina Pinioliz afirma que, juntamente com seu esposo, Ederónio Alvitiz, tinham edificado o Mosteiro de Pedroso.
O mosteiro acolheu no seu seio, como abade comandatário, frei Pedro Julião, futuro Papa João XXI.
Após a expulsão dos jesuítas do país (1759), a propriedade foi retalhada e vendida.
A igreja permaneceu como matriz da freguesia, mas os restantes edifícios e terrenos passaram para as mãos de particulares.
Em 1803 foi erguido um muro a separar a igreja da casa conventual e crê-se que o claustro terá sido demolido nessa altura.
O mosteiro foi classificado como Monumento de Interesse Público, estando esta decisão publicada no Diário da República do dia 14 de Maio de 2014.


17 – (tradicional-) Monte Murado: a Senhora da Saúde by anjomaco
Depois de subir o Monte podemos usufruir de um belíssimo espaço de lazer: jardins, mesas para piqueniques, parque infantil, restaurante e café. Podemos visitar a capela de Nossa Senhora da Saúde e apreciar a paisagem.
No dia 15 de agosto, realiza-se aqui a festa em honra de Nossa Senhora da Saúde, sendo esta uma grande romaria, dado que, nos dias da festa, muitos são os peregrinos que chegam ao local.


18 – (tradicional-) Monte Murado: o São Bartolomeu by anjomaco
O Parque de São Bartolomeu é um amplo espaço ajardinado e arborizado, muito bem cuidado e conservado, inserido na área outrora ocupada pelo antigo castro do Monte Murado.
Do parque, a partir do miradouro existente nas traseiras da Capela de São Bartolomeu, tem-se uma agradável vista sobre os Carvalhos.
Em 1379 já aqui existia uma Ermida a São Bartolomeu, que seria uma capelinha que mais tarde foi ampliada.
A nova capela existe desde 1758 e possui um retábulo de grande qualidade reconstruído nos anos 50 e restaurado em 2010. O seu padroeiro, São Bartolomeu, é conhecido por curar cravos e verrugas em qualquer parte do corpo. Segundo a tradição, os portadores deste tipo de enfermidades tinham apenas de participar na procissão, debaixo do andor. As ofertas a este Santo consistem em ovos, trigo, milho e linho.
A romaria a São Bartolomeu é feita no fim-de-semana imediatamente seguinte ao dia 24 de agosto, dia de São Bartolomeu.



19 – (tradicional-) Aqueduto dos Arcos do Sardão by Os Malheiros
Classificado como Monumento Nacional, este aqueduto foi mandado construir em 1720 por José Bento Leitão, avô materno do escritor português Almeida Garrett.

Foi concebido como uma robusta estrutura constituída por uma arcada com vinte e três arcos plenos, de grande dimensão, assentes em outros tantos pilares que servia para levar água desde uma nascente em Vilar de Andorinho até ao palacete da Quinta do Sardão.
O que resta dele são algumas das arcadas existentes na referida quinta, na freguesia de Oliveira do Douro, devido a alteração feita em 1987, para permitir a passagem da estrada nacional 222, para Avintes.
Podem ser observados do miradouro do Monte da Virgem.


20 – (tradicional-) Parque da Lavandeira [V.N. Gaia] by daraopedal; 21 – (tradicional-) Labirinto Verde by zambuzo
Situado em Oliveira do Douro, o Parque da Lavandeira proporciona a quem ali se desloca várias vertentes de lazer, nomeadamente percursos pedestres, zonas de merendas e jardins temáticos.
Vocacionado essencialmente para o recreio e lazer, este parque de 11 hectares, que abriu ao público em agosto de 2005, localiza-se muito perto do centro de Gaia e resulta da aquisição, pelo Município, da antiga Quinta da Lavandeira.

No Parque da Lavandeira há uma cafetaria, e organizam-se feiras de artesanato, atividades de Yoga, entre outras iniciativas.
Entra-se no Parque da Lavandeira pelas Oficinas Municipais, na Estrada n.º 222, que leva os utentes da principal Avenida de Vila Nova de Gaia a Avintes.

Terminam assim as rotas por ruas e ruelas e na próxima rubrica, com dias mais soalheiros, as nossas propostas irão recair sobre os concelhos de Felgueiras (Porto) e Terras do Bouro (Braga).

 


 

...::: BOUA PA CARAGO! :::...

Caches em Destaque

 

Chegou o momento de nos centralizarmos em mais 10 caches bouas pa carago dos distritos de Porto e Braga.

São caches que nos proporcionam momentos fantásticos como tantas outras, mas que se destacam pela qualidade do local, da aventura, da história, da originalidade do container, ou até mesmo por outro qualquer motivo.


(tradicional-) Fair Play by Lucky☆Dog


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Fair Play é uma cache que nos leva a refletir sobre um tema tão polémico e sempre tão presente.
O onwer revelou coragem ao trazer este tema e colocar esta cache mesmo junto a um estádio de futebol. O tema aplica-se bem ao local onde esta se encontra, apela a algo muito importante no desporto e é uma grande homenagem a um belo princípio - o fair play.
Quanto ao container… é simplesmente espetacular, só mesmo uma visita consegue descrever tal visão!
É simplesmente brilhante a forma como é colocada uma cache Large no meio da cidade, em plenas imediações do mítico Estádio do Bessa, e onde o mais famoso símbolo do clube é integrado num desafio extremamente original e aliciante.
O container visto de fora já é impressionante, aberto é uma maravilha. Que trabalheira, que brio da parte do owner!
Esta é daquelas caches que valem a pena todos os quilómetros percorridos, todos os minutos à chuva e todo o tempo empreendido na sua descoberta. Para além do desafio fantástico só quem tenha "alta atenção" é que o descobre!



(wig-) Slender by ThatsAllFolks


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“Slender… Mais um mito urbano que virou geocache!”
Com um cenário fantástico… parece tirado de um filme de terror com neblina baixa (em dia de nevoeiro). A história até é bastante simples mas os pormenores, como a banda sonora e a interação com os personagens tornam esta wherigo numa excelente aventura.
É uma cache que proporciona momentos inesquecíveis. A noite torna tudo mais real e emocionante e ás vezes muito assustadooooooor!!!



(letter-) O Tesouro Perdido - O Livro dos Segredos by Konquistadores


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Esta cache é baseada no filme "O Tesouro Perdido - O Livro dos Segredos".
É uma letter de grande duração e de muitos quilómetros percorridos. É necessário visitar quatro bonitas cidades para finalmente chegar ao magnífico ponto final.
Para quem conhecer o filme, verá que muitos pontos se assemelham ao mesmo, pelo que aconselha-se a vestir o papel dos personagens e a viver intensamente a aventura.
Sem dúvida uma letter muito bem pensada, fascinante, assim como muito bem executada.


(tradicional-) OBRAS DO FIDALGO by eterlusitano


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Esta cache leva-nos a conhecer um monumento curioso na freguesia de Vila Boa de Quires no Marco de Canaveses.
De arquitetura senhorial, esta construção é conhecida por "Obras do Fidalgo". Um solar nobre do século XVIII, inacabado. Não passou da fachada, para a qual estavam projetados três brasões.
Esta monumental fachada imponente, abandonada e riquíssima, deixa antever a grandiosidade do projeto...
A manutenção e preservação desta ruina é de saudar.
Uma visita inesquecível...


(letter-) Elfos & Dragões by TheScorpio, Edgevox


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Esta letter leva-nos para um mundo imaginário. Tem como objetivo guardar os poderes dos Elfos & Dragões, que em tempos resolveram unir-se e guardar todos os seus poderes numa caixa. É preciso mantê-los bem fechados, por isso é necessário renovar o selo que fecha essa poderosa caixa.
Os geocacheres são chamados a este grande e misterioso desafio.
No decorrer desta magnifica história, os desafios vão sendo resolvidos com mais ou menos dificuldade, tendo sempre como pano de fundo uma floresta densa cheia de beleza natural, o barulho da água do Leça que dá um toque mágico e encantador durante toda a epopeia.
Um tema interessante e bem desenvolvido, não só na listing, mas também no decorrer de todo o desafio. Ao longo desta aventura vamo-nos cruzando com enigmas bem idealizados e containers bem trabalhados.

(tradicional-) Home, sweet home by FamaTeam


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Uma cache localizada bem à entrada na cidade de Vila Nova de Famalicão e sem dúvida que bem recebe os seus visitantes amantes do geocaching. Uma cache lançada em Fevereiro de 2014 no entanto não deixa de receber visitas e desde a sua publicação não param de crescer o número de favoritos à mesma. É uma geocache engenhosa de formato simples mas sem dúvida com uma originalidade que leva o seu visitante a sorrir quando sente o sabor do seu Found it.

 

 

(letter-) Parque jurássico by quemprocuraacha

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Uma cache que nos leva por aventuras jurássicas, sem dúvida aconselhada a miúdos e graúdos. Quantos de nós não lemos histórias, vimos filmes e ouvimos lendas sobre a época jurássica? Pois bem, esta cache leva-nos a viver uma aventura em primeira mão e dá-nos a conhecer a vida destes seres gigantes e obriga-nos a usar a nossas capacidades para resolver alguns interessantes quebra-cabeças e ainda nos dá de presente uma agradável caminhada por estreitos verdes e não só!

 

(letter-) O Código da Vinci by InvisibleCatchers + HSP-16 + Miguel_arq

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Esta cache leva-nos a uma aventura pela época renascentista e pela descoberta de um segredo guardado desde a época medieval, mistério que até aos dias de hoje não se encontra resolvido. No desenrolar desta história, de ponto em ponto, temos enigmas, anagramas, puzzles baseados no conhecido livro de Dan Brown, O Código Da Vinci. No local desta cache podemos observar as ruínas de uma antiga azenha na margem do Rio Ave, que em tempos aproveitava a energia cinética da movimentação de águas e permitia moer grãos. Hoje em dia é apenas um local abandonado com uma margem ainda por recuperar.

 

(unknown-) 06# - Barcelos – Feira de Barcelos by Joca.Sara&Rufino23

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Esta cache encontra-se envolvida num conjunto de 12 caches que proporcionam uma bela caminhada de dificuldade baixa. É um percurso que sugerimos pelo interesse local, e claro está pelas boas caches que poderemos descobrir, em particular esta cache que se destaca das restantes pela sua originalidade e engenho, a abertura do container traz uma parte da diversão.

 

(tradicional-)  O Desafio by Paulo618+Tico83

 

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Esta cache foi nomeada para os Prémios GPS 2015 do Distrito de Braga e encontra-se colocada num local fabuloso onde todos se irão arrepender de não levar a máquina fotográfica. Não só se trata de um container original, de grande trabalho artesanal, mas também em que a sua abertura nos dá um gosto diferente, assim como o seu cenário que nos proporciona uma paisagem de cortar a respiração. A mistura entre o azul do mar e o verde da vegetação, não esquecendo o corte de cinzento que se rasga pelo verde, um percurso que poderá trazer alguma dificuldade mas não de forma exagerada, com calma tudo se alcança e como a própria cache nos diz, “Uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida”.

 

 

 

 

 


 ...::: BAMOS PÓ CONBÍBIO :::...

 Eventos

 

(evento-) Vamos celebrar o Dia Internacional das Montanhas by joom (attended) 14

No dia 11 de Dezembro celebra-se o Dia Internacional das Montanhas, instituído pelas Nações Unidas, e foi o único motivo necessário para que o joom tivesse iniciativa de organizar mais um evento. Com um evento à altura, num agradável convívio de Geocaching realizado no Prado do Vidoal, um local com uma beleza natural fantástica. Assim foram deliciadas iguarias em modo piquenique, foi sem dúvida um momento geocachiano de requinte, onde uma breve caminhada soalheira levou os geocachers a contemplar uma paisagem verdejante. São estes momentos de geocaching que nos fazem adorar a mãe natureza.

 

(evento-) Meeting... Porque é Natal! by Joca.Sara (attended) 10

Mais um Meeting habitual, desta vez realizado a 14/12/2016, como sempre na quarta-feira da segunda semana de cada mês, há encontro de geocachers num local já conhecido por quem anda nestas “andanças”. Pois bem, este com um sabor a Inverno, não estivéssemos nós à “porta” de uma das épocas mais bonitas do ano, o Natal. Como já nos habituaram nestes eventos, a temática de fundo continua a ser o geocaching, no entanto por muitos outros temas se passa. Um evento com sabor a Natal que passou pela paixão por esta atividade que nos une!

(evento-) Moscatel Abananado 2016 by anjomaco (attended) 13

Um evento a seguir tradições, algo que os minhotos bem conhecem. Diz a tradição que antes da noite da consoada se deseje as boas festas a conhecidos e desconhecidos com um cálice de vinho moscatel acompanhado por uma banana. Pois bem este evento levou a tradição à letra e o moscatel não faltou e nem mesmo a banana. Um convívio geocachiano bem regado em que o principal condimento foi sem dúvida o geocaching e a boa disposição com sabor a moscatel.

 

 (evento-) Momentos LOL by InvisibleCatchers (attended) 13

Mais um evento minhoto, desta vez com a temática do sorriso. Dia 18 de Janeiro celebra-se o Dia Internacional do Riso e a data não passou em vão, foi lembrada uns dias mais tarde, a 4 de fevereiro, neste evento divertido. Com um convívio ajantarado, mais um encontro que deu lugar à boa disposição. Um evento com oportunidade para brilharete em palco com alguns talentos de Stand-Up a fazerem o sorriso aberto de alguém e justamente reconhecido com simbólicos prémios para os vencedores. Todos os presentes devem concordar que Rir é mesmo o melhor remédio e desta forma cada um dos presentes preencheu o sorriso do próprio logbook!

 

(evento-) Meeting a lembrar o Júlio Verne by joom (attended) 9

08 de Fevereiro de 2017 foi o dia em que Júlio Verne celebraria 189 anos, o escritor francês que é considerado o inventor do género ficção científica. A criatividade de um escritor que nos levou a viagens aventureiras traduzidas em palavras, como “A Volta ao Mundo em 80 Dias”, “Viagem ao Centro da Terra” ou até mesmo “Vinte Mil Léguas Submarinas”, foi o pano de fundo para um agradável evento de geocaching para, à semelhança de Júlio Verne, partilhar aventuras geocachianas.

 

(evento-) PatrulhaFalcaodaN8 em Vila do Conde by PatrulhaFalcaodaN8 (attended) 9

No dia 30 de dezembro, Vila do Conde recebeu geocacheres da Madeira. Eles prepararam um evento com o intuito de juntar a malta geocacher e partilhar as suas histórias, aventuras, emoções, alegrias, enfim tudo aquilo que nos faz feliz no maravilhoso mundo do geocaching e não só. Trouxeram algumas delícias tradicionais da Madeira desde os rebuçados de funcho e laranja, ao bolo de mel ou a umas deliciosas bolachas.
Foi um final de noite muito agradável de onde os geocacheres presentes levaram boas memórias.


(evento-) Um encontro por mês foi a conta que um deus fez I by O/velho + David (attended) 7

No dia 27 de janeiro realizou-se mais um evento para a partilha de experiências e para conhecer novos colegas de aventura. Foi o Primeiro evento destes amigos de geocaching e tudo correu pelo melhor.
Foi mais um momento de muita partilha e muita animação, marcado aparato da chegada do dpainem, no seu veículo de trabalho. Este momento fez as delícias dos mais pequenos e até mesmos dos graúdos.



(evento-) Entre Porto (Trofa) e Lisboa by Silvana and LAT17 (attended) 7

No dia 28 de fevereiro realizou-se um evento na Trofa, desta vez para falar sobre o Lisbon Adventour 2017.
Era dia de Carnaval mas ninguém apareceu mascarado. Apareceram sim, muitos geocacheres para as partilhas habituais.
Tivemos ainda a oportunidade de apreciar uma coleção magnifica de TBs, de um dos presentes.
Foram momentos muito bem passados, sempre com a mesma boa disposição que caracteriza este pessoal apaixonado por “caixinhas”!


 


PRÓXIMOS CONBÍBIOS:

PORTO
(evento-) 18/03/2017 - I Geofrancesinha folhadinha by juzita
(evento-) 19/03/2017 - 19 Março Dia Do Pai by Os Covinhas
(evento-) 25/03/2017 - Pontapé de saída... é hora de Verão! by CaXadores
(evento-) 01/04/2017 - Um encontro por mês foi a conta que um deus fez 3 by O/velho + David
(evento-) 01/05/2017 - Dia do Geotrabalhador by Os Malheiros

BRAGA

(evento-) 08/03/2017 – 8 by Malta da boa

 

Terminamos por aqui a 3ª Edição e até à próxima desejamos a todos uma Páscoa Feliz!

Relativamente às previsões do tempo, os Ventos de Norte provocam ondulação elevada!

Até breve!

 

Agradecemos a todos a disponibilização das fotos, devidamente identificadas com o respetivo autor ou página de onde foi retirada.

Nota: Alguns termos utilizados são expressões nortenhas e palavras escritas conforme a pronunciação.

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